laddychok Anne Cho

A senhora Kim poderia muito bem odiar os Wu, mas isso não impedia Kim Junmyeon de amar o filho deles.


Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

#exo #KrisHo
Kurzgeschichte
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Capítulo Único

Kim Junmyeon seguia pelas turbulentas ruas de Seoul a caminho do aeroporto de Incheon. Já devia estar a quase uma hora atrás do volante e o local parecia nunca chegar. Apesar do caminho longo, o mesmo não via problemas em dirigir por tanto tempo – se a senhora Kim não estivesse no banco do carona reclamando a cada 2 minutos.

O primogênito dos Kim já sabia que fazer esse trajeto com a sua progenitora só poderia resultar em dor de cabeça – já que a aversão da mesma pelos Wu sempre foi explícita – porém não era como se o mesmo pudesse se negar a levar a mais velha consigo – pois mesmo não gostando da família Wu, Kim JunHye ainda tinha uma imagem de anfitriã a zelar – afinal, ela ainda era sua mãe, e Junmyeon lhe devia respeito. Devido a isso estava empenhado em apenas dirigir, sempre concordando com a mais velha, sem de fato prestar atenção no monólogo da mesma.

_ Kim Junmyeon, eu não acredito que me deixou falando sozinha novamente. - Esbravejou a mais velha.

E Junmyeon se viu obrigado a participar daquela enfadonha e repetitiva conversa.

_ Desculpe-me, eu estava prestando atenção no trânsito. O que a senhora dizia?

_ Eu dizia para tomar cuidado com o filho dos Wu, eu tenho certeza que ele veio para a Coréia afim de tomar seu lugar na empresa. Eles querem liderar ambas as sedes, é questão de tempo até que ele tente tomar seu cargo, e em seguida o de seu pai.

_ A senhora não precisa se preocupar, Yifan-hyung não tem chances de tomar meu lugar.

A implicancia da mais velha com os Wu lhe causava irritação. Sua progenitora insistia que a senhora Wu não era confiavel, e que já havia a pego tentando seduzir seu marido. E se um Wu não era confiável, nenhum deles era. Junmyeon já havia decorado essa história, mas era obrigado a ouvir novamente as reclamações de sua progenitora.

_ Eu estou lhe avisando para que não se distraia com a aparencia de Yifan, ele pode parecer uma boa pessoa, mas sendo Wu, não tem como não ser interesseiro. Graças a Deus não tivemos uma filha, eu jamais iria aceitar entregar a mesma para se casar com um Wu.

Os senhores Wu e Kim fundaram juntos a LDL company quando ainda eram jovens, e afim de manter a empresa sempre entre as famílias fizeram um acordo de casar seus filhos. Porém ambos haviam tido filhos homens, e nenhum deles chegou a ter um segundo filho – a senhora Wu precisou retirar o útero devido a um câncer, e a senhora Kim tinha uma saúde frágil demais para tentar uma segunda gestação – o que tornou o acordo de casamento inviavel.

Felizmente eles haviam chegado ao aeroporto, então as reclamações da mais velha sessariam.

Ou não.

Yifan ainda demorou cerca de 15 minutos para surgir no portão de desembarque, e mais cerca de 10 minutos para chegar até ondo os Kims o aguardavam.

E enquanto isso lá estava a senhora Kim relamando sobre o quanto o Wu era enrolado. Mas quando Yifan chegou, JunHye passou a trata-lo com a o máximo de simpatia que conseguiu, afinal, era sua imagem em jogo.

Yifan cumprimentou a ambos com uma longa referência, assim como a cultura coreana cobrava e agradeceu por terem vindo recepciona-lo. O Wu era extremamente calado, e apenas respondia as indagações da mais velha sobre como havia sido a viagem e como o mesmo estava se sentindo.

Rapidamente seguiram ao carro, onde o mais velho adentrou o banco de trás, afinal. A senhora Kim não deixaria de ir ao lado do filho.

_ Yifan, os empregados foram ao seu apartamento ontem organizar seus pertences. Já está tudo no lugar para que descanse tranquilamente da viagem. - Ninguém poderia negar que a hospitalidade da senhora Kim era ótima quando a mesma queria. Mas não era difícil saber que a mesma havia feito questão de deixar o apartamento do Wu preparado apenas para não ter que hospedá-lo em sua casa até o mesmo ficar pronto.

_ Muito obrigado senhora Kim, é muito gentil da sua parte ter se preocupado. – Yifan foi ensinado que deveria respeitar sempre os mais velhos, e agradecer sempre que recebesse algo, mesmo que a entoação da mais velha ali demonstrasse certa ironia na fala.

A conversa entre os três foi curta, apenas trocando informações necessárias, até que Junmyeon parou o carro no acostamento de uma rua e a senhora Kim se desculpou por não poder levar Yifan até os aposentos do mesmo, por possuir outro compromisso, porém Junmyeon faria isso por ela. Compromisso esse que Junmyeon sabia ter sido agendado apenas para a matriarca evitar passar mais tempo que o necessário na presença do Wu. Não que Junmyeon se importasse, afinal o clima pesado que rodeava a mais velha era sufocante.

Assim que a senhora Kim desceu do carro, Junmyeon pediu para Yifan passar para o banco da frente, o que o mesmo fez quase imediatamente.

Ao adentrar o banco do passageiro, Yifan levou a mão esquerda diretamente a coxa direita de Junmyeon, e o mesmo teve certeza de que, nesses quase dois anos que não se viam, nada havia realmente mudado.

Não precisavam de conversas fúteis durante aquele percurso, a carícia de Yifan em sua coxa falava por si só, e Junmyeon amaldiçoou o trânsito, que não lhes permitia chegar logo ao apartamento do mais velho.

Junmyeon e Yifan haviam sido instruídos desde crianças a se comportarem rigidamente enquanto estivessem na presença de qualquer pessoa. E foi graças a isso que mesmo muitos anos depois, ninguém havia sequer desconfiado do envolvimento amoroso entre eles.

Eles chegaram ao prédio do apartamento dos Wu se comportando como os dois colegas de trabalho que eram. Não havia qualquer contato entre as peles, não havia troca de olhares, pois eles não precisavam disso. Seguiram pelo elevador em cantos opostos, e caminhavam lado a lado pelo corredor sem qualquer movimento suspeito. Até estarem protegidos pela porta branca do apartamento do mais alto.

Dentro daquelas paredes eles eram apenas um casal se amando. Se amavam quando Yifan abraçou Junmyeon e finalmente colou os lábios aos semelhantes que tanto sentiu falta. Se amavam quando Junmyeon enlaçou o pescoço de Yifan em um abraço apertado, afim de anular qualquer espaço entre ambos, ou quando suas pernas enlaçaram a cintura do maior apenas para fundirem-se ainda mais, enquanto Junmyeon friccionava ambos os membros.

O amor deles era visível quando Junmyeon acabou por rasgar a camiseta que o mais alto vestia, apenas para lhe ver despido sem precisar apartar a batalha entre as línguas, ou quando Yifan ansioso demais para abrir cada casa de botões da camisa do menor apenas enfiou-lhe as mãos a cintura e rebentou os botões da mesma enfim lhe livrando daquele tecido incomodo.

Foi por amor que Yifan seguiu com Junmyeon em seu colo até o sofá, jogando o corpo do mesmo ali e arrancando-lhe a calça social – que levou junto a cueca e o par de sapatos que o mesmo usava. Ou quando Junmyeon rodeou-lhe novamente o pescoço para iniciar um novo ósculo, enquanto tentava falhamente despir-lhe da calça jeans.

Yifan amava Junmyeon ao ponto de mesmo com todo o tesão dedicar alguns minutos para preparar o interior do menor para recebê-lo. Junmyeon amava Yifan ao ponto de não suportar mais um minuto sequer para ser preenchido pelo mesmo.

Yifan queria que Junmyeon descansasse depois do orgasmo para recuperar as forças. Junmyeon queria ser feito de Yifan em todos os cômodos daquele apartamento. Queria cavalgar sobre o mesmo no sofá da sala de estar, queria ter o maior metendo fundo dentro de si enquanto estivesse deitado sobre a mesa de jantar, com suas pernas levantadas sobre os ombros do mesmo.

Junmyeon queria se entregar a Yifan sentado sobre a bancada da cozinha com o mais velho entre suas pernas. E no closet da suíte escorado a um dos inúmeros espelhos enquanto o mais velho lhe estocava pelas costas – onde o menor poderia visualizar o maior lhe preenchendo de todos os ângulos possíveis.

O Kim queria que o Wu lhe preenchesse quando estivessem na banheira, deitado sobre o corpo do mais velho que lhe estocaria lentamente, aproveitando dos espasmos causados pelo atrito entre os corpos dentro da água. Que o mesmo lhe tomasse escorados ao parapeito da varanda, para que toda a Seoul fosse testemunha de que eles se pertenciam.

Junmyeon queria que Yifan lhe estocasse com toda a força que pudesse, até que seus corpos se fundissem em um só e eles nunca mais pudessem ser separados. Os corpos se unindo sobre a enorme cama de casal, com o Kim sem qualquer vergonha de afundar a cabeça no travesseiro, arquear as costas e levantando o quadril o máximo que suas pernas permitissem – sem qualquer preconceito em ser submisso do homem que ama, afinal, tudo o que Junmyeon almeja na vida é ser de Yifan de todas as formas possíveis.

E todo e qualquer desejo de Junmyeon é tido como uma ordem para Yifan, que vivia apenas para satisfazer o menor, de todas as formas possíveis.

Tudo o que Yifan queria era poder acordar no outro dia abraçado a Junmyeon, mas o desejo de Yifan não se realizou, pois ocupados demais realizando os desejos do Kim, eles não tiveram tempo de pregar os olhos. Mas isso não importava, a saudade daqueles quase dois anos estava finalmente saciada.

Naquela manhã de sábado, Junmyeon deitado com a cabeça sobre o peito de Yifan era grato pela transferência do mais velho, e por sua mãe ter resolvido que possuía idade suficiente para ter o próprio apartamento, caso contrário estaria em apuros por não ter aparecido em casa por tanto tempo.

Enquanto Yifan estava ocupado em devanear.

_ Junmen, sua mãe realmente me odeia, não é?

_ Não é exatamente você quem ela odeia, Fan. É apenas o seu sobrenome. Mas ela definitivamente lhe odiaria se soubesse que você come o meu cuzinho. – Acho que minha piada inofensiva assustou o mais velho, pois o mesmo estremeceu na hora.

_ E você Junmen, também me odeia? - Haviam poucas coisas que causavam insegurança em Yifan, Junmyeon era a principal delas.

O menor não conseguiu segurar o riso com aquela indagação. Aproximou o rosto do ouvido do mais velho, apenas para sussurrar contra o mesmo:

_ Hyung, seu bobo. Eu não estaria aqui, nem deixaria que você me fodesse a noite toda, forte e fundo, se lhe odiasse. – Finalizando a frase beijando-lhe os lábios.

6. Juni 2018 03:10:51 0 Bericht Einbetten Follow einer Story
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Das Ende

Über den Autor

Anne Cho E.L.F SHAWOL ReVeluv NCTzen

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