Resseco Follow einer Story

retrive retrive geibi

Resseco é o que não está fresco, estando duro e seco. É o mesmo que ressecado e endurecido. É forma que o lábios rubros daquela loira sempre estavam. Só que Sai não sabia que os lábios apenas refletiam o coração ferido e acabado dela.


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige.

#sai #Ino-Yamanaka #saiino
Kurzgeschichte
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Único

Capítulo Único

r e t r i v e


Sai se perguntava toda noite o motivo de ainda ter coragem de aparecer naquela casa noturna todo final de semana. Porém, ele nunca era capaz de achar uma maldita resposta lógica e até mesmo a pergunta sumia de sua mente quando a música começava.

Skin era o que sempre tocava quando ela entrava e roubava todas as atenções para si. Era a música dela e, mesmo tocando todas as noites o mesmo som, era impossível enjoar. Todos se tornaram súditos quando a rainha entrava em cena.

O moreno era o súdito mais fiel. Ficava de quatro diante do rebolado daquela mulher no auge dos 32 anos e sentia o ar deixando-o aos poucos quando ela fazia parecer fácil dançar de forma tão sexy naquele sortudo mastro de metal polido e quase cintilante.

E aquele era uma das coisas que ele sentia inveja. Tinha inveja do pole que tinha tanta intimidade e contato com aquele corpo esbelto. A inveja só ficava maior quando ele notava, sem a menor dificuldade, que ela parecia preferir o objeto a ele.

Somente ela conseguia fazer Sai, um advogado de 37 anos, se sentir um adolescente com os hormônios a flor de pele.

A loira rebolava, cruzava as pernas e parecia nem fazer força nos braços para se sustentar de cabeça para baixo enquanto abria as pernas para delírios de todos os homem. Grande parte do público estava na casa dos 60 e ostentavam alianças douradas.

Sai nunca teve ciúmes de homens a olhando, mas sentia nojo da capacidade de homens casados se comportarem daquela forma. Sentia nojo também dos comentários baixos. Ele nunca seria capaz de realizar algo assim.

Não era uma garota de programa, era uma artista amante da dança. Dançava a noite toda, deixava cada coroa no bar doido e ia embora sozinha todas as noites. Pelo menos era essa ordem das coisas até ela encontrar olhos escuros e vidrados nela. Mas não em sua bunda. Aquele homem a olhava nos olhos e não ousava fitar outra parte do corpo da loira.

Aquilo chamou a atenção.

Ela era fumante e ele detestava o cheiro de tabaco.

Ela se aproximou como quem não quer nada após o expediente. Costumava ir embora quando sua música parava de tocar e odiava a ideia de beber algo com algum homem que era incapaz de entender que ela era dançarina e não cobrava porra nenhuma por noite.

— Primeira vez aqui?

Ela tinha entre os lábios rubros um cigarro recém aceso e aquilo foi o suficiente para que ele tossisse incomodado com o cheiro forte e desagradável.

— É a despedida de solteiro de um amigo.

Ainda a olhava bem no fundo dos olhos, a procura de sua alma. Uma procura inútil naquele momento.

— Na verdade é 3 despedida de solteiro de Hidan em menos de 5 anos. Acho que ele vai receber um desconto especial quando for a quarta.

A loira riu com a mão na boca de uma forma espetacular. Era um gesto simples que ele já havia visto em milhares de mulheres, mas apenas quando ela fez que ele pode notar o quanto aquilo podia ser sexy em determinados momentos.

— Por que está aqui sozinho?

Flertar.

Ino não sabia o que era isso havia anos, mas tinha certeza que ainda mandava muito na arte da sedução. Costumava esperar que alguém se aproximasse e deixava que a pessoa gastasse o latim na tentativa de conquistá-la. Na maior parte das vezes, as conversas eram vazias e Ino só topava seguir para o próximo passo por carência.

Sexo era um bom remédio para corações partidos e almas sem esperanças.

Ela não era capaz de dizer o motivo de estar bem ali, empolgada com a ideia de sair do local de trabalho com o desconhecido qualquer. Não conseguia explicar o porquê de finalmente tomar uma iniciativa sem saber se teria de fato alguma chance.

Mas gostava da ideia de ser incendiada na cama por alguém que, aparentemente, não a trataria como algo qualquer. Mas Ino era hipócrita demais ao ponto de não ver problemas em tratá-lo como uma simples porta de emergência quando as coisas começassem a pegar fogo e a fumaça a sufocasse.

— O que acha de ir até meu apartamento?

Ela soltou a fumaça ao fim da frase apenas para incomodá-lo. Mordeu os lábios e arrumou a postura quando ele pareceu pensativo e interessado em tal proposta.

E pela primeira vez na vida, ele sentiu inveja de algo inanimado. Sentiu inveja do cigarro sortudo nos lábios carnudos e da fumaça que se agarrava a ela sem precisar pedir licença.

Um novo sentimento que ele só foi capaz de entender quando começou a desejar ser tudo que ela tocava e admirava.

— Sua proposta é tentadora, mas repentina demais. Não acha estranho chamar um desconhecido qualquer para sua residência?

— Ora, não preciso te conhecer muito para saber que nossos interesses são mútuos. E tenho certeza que não seremos mais estranhos quando eu estiver dançando só pra você.

Sai riu enquanto brincava com o copo de whisky em sua mão. Desceu o olhar para os seus próprios dedos e mordeu os lábios, levemente ansioso.

Era uma proposta atraente, ousada e irrecusável demais. Seria mentira dizer que não queria admirar aquele rosto durante um orgasmo.

E ele foi. Caiu na armadilha cruel que eram os lençóis da moça sem suspeitar que perderia uma
parte do copo, metade da alma e todo o coração ao fim da transa movida a desespero de companhia.

Ela era faminta e ele apenas sabia acompanhar seu ritmo de forma desajeitada.

A cama era de solteiro, o quarto bagunçado e toda a casa tinha cheiro de lavanda a tabaco.

Ino dançou e tudo aconteceu da forma que ela disse. Deixaram se ser estranhos quando o quadril começou a se movimentar e o moreno, pela primeira vez na noite, admirou toda a obra em conjunto.

Ela apertava os próprios seios enquanto arfava para provocá-lo. Exigiu que ele se tocasse por cima da roupa enquanto a admirava, queria fazer dos gemidos roucos o tímidos o som que ditaria seus movimentos libertinos.

Quando ela se livrou da calcinha rendada e ele se livrou do jeans quente, foi como se fossem íntimos a anos.

Ela era perfeita. Incrível de uma jeito que ele nunca havia visto e de uma forma que o preocupava. Não era de seu feitio cair de amores por uma simples transa casual.

Mas cair de amores por ela começava a parecer o certo quando ela o incendiou por completo. Ino era mais quente que as chamas do próprio interno.

Mesmo com a cama pequena, Sai mostrou que se garantia no pouco espaço que possuía. Não era um deus do sexo, mas começou a se garantir quando ela conteve um gemido abafado enquanto ele mordia seu queixo a caminho da boca.

Ino cavalgava com velocidade e ele apenas a incentiva a continuar os movimentos a segurando pelo quadril bem definido.

Estando por cima ou o por baixo, era a loira que dominava e ditava as regras de como o sexo ia
prosseguir.

E ele gostava das coisas naquele ritmo. Gostava de quando ela o segurava em um uma espécie de estrangulamento com as pernas e o fazia beber tudo que ela podia oferecer. Gostava de ficar louco com os lábios da mulher beijando cada milésimo de sua ereção pulsante.

Também tinha que admitir que gostava daquele sabor de cigarro mesclado com cereja e com um leve toque de menta.

Mas, acima de tudo, gostava de dividir a liderança. Adorava quando ela dava uma pequena brecha e ele podia aproveitar para vê-la de bruços, rebolando e o engolindo enquanto a
cama batia na parede.

No fim das contas, assistir o ápice da loira foi o ponto alto da noite regada a insanidades. Poderia observar os olhos azuis revirando e os lábios entreabertos formando aquele sorriso safado para todo o sempre.

Sai devia ter vestido a roupa quando voltaram a ser estranhos. Ino devia ter mandado ele embora de seu castelo quando suas pálpebras começaram a pesar.

Mas ambos se negaram a seguir o que sempre faziam. Ela achou conforto no peito desnudo do rapaz e ele encontrou familiaridade no cheiro de baunilha dos cabelos cor de sol da moça.

Antes de pegar no sono, ele teve inveja da cama que a abraçava toda noite.

Ela era única e ele apenas mais um no meio de multidão.

Na semana seguinte, após ser colocado para fora aos gritos, ele teve a coragem de ir até o trabalho dela.

Ela estava sublime, mas não radiante como na noite em que transaram.

Sai achou que sua presença no meio da plateia causaria algum efeito na mulher, mas ela agiu como se ele fosse apenas mais um otário no meio de outros otários maiores ainda.

Talvez ele fosse, de fato, um otário.

Na noite seguinte, Sai teve a audácia de retornar ao local. Mas naquela noite, a presença dele a
abalou ao ponto de fazê-la parar a performance para tentar organizar os próprios pensamentos.

Ela desceu do palco antes mesmo que o refrão da música começasse a arrastou o homem pelo braço para a saída de emergência.

— Você é algum tipo de maníaco que fica seguindo as mulheres que transa?

— Eu só quero falar com você.

A loira bufou, revirou os olhos e cruzou os braços como se fizesse pirraça. Quando os dentes brancos pressionaram os lábios causando um pequeno sangramento, Sai quis beijá-la

Notou desde o primeiro contato as inúmeras rachaduras que eram camufladas belo batom escuro. Foi quando acordou na manhã seguinte e a viu sem nenhuma mentira grudada a pele que ele percebeu que queria ser a cura para aquela mulher tão enigmática.

Ela não era mais uma estranha, era a possível cura de seu coração baleado pela vida amorosa fracassada.

— Mas eu não quero falar com você. Não venha mais aqui.

O deixou sozinho ao lado do bar e foi em direção aos bastidores do lugar.

O moreno soltou o ar pela boca e pensou em socar a parede para liberar a agonia de alguma forma, mas algo mais interessante veio em sua cabeça.

Parecia um maníaco quando não se importou com a chuva e a esperou sair do trabalho.

Ela usava um sobretudo e, quando xingou em duas línguas diferentes, ele notou que ela também não esperava pelo dilúvio que caía.

Gritou sem voz quando o moreno apareceu em sua frente sem emitir algum som.

— Eu já disse que não quero falar com você. Por Zeus! Me deixe em paz.

Ele deu dois passos à frente. Arrumou os fios dourados já encharcados e sorriu quando os olhos azuis brilharam mesmo com a iluminação fraca do beco.

Naquele momento, ele invejou a chuva que molhava todo aquele corpo sem pudor.

— Acha que tem algum tipo de conexão entre nós? Eu já tenho mais de 30, Sai, não vivo em um conto de fadas

— E eu tenho quase 40. Só quero te ver e te fazer minha mais uma vez, Ino.

Ela negou com a cabeça a franziu o cenho antes de beijá-lo com fome, indo totalmente contra todos os seus próprios conceitos.

Naquela segunda noite, a Yamanaka contou ao homem seu sobrenome.

Na terceira, confidenciou que o moreno era o primeiro a entrar no apartamento dela.

Na décima sétima noite, os lábios dela estavam tão úmidos quanto os dele deixando cada rachadura em um passado distante.

Ele era doce e ela puro prazer momentâneo.

— Está na hora de ir, não acha?

A loira se sentou na beira da cama e jogou os fios longos para apenas um lado, deixando seus ombros expostos.

O moreno sorriu sozinho e negou com a cabeça. Sabia que aquilo era apenas uma defesa criada por ela. Ino era uma mulher vivida e com uma longa lista de ex-namorados, medo de um decepção era normal.

Até mesmo o seu vício em sexo casual do mesmo modo que era viciada por tabaco era compreensivo.

Mas ele desejava que ela começasse a perceber que aquilo deixou de ser casual quando ela passou em uma loja de roupas e comprou aquela camisa branca para Sai com a desculpa de “tinha uma grana sobrando e não vi problemas nisso

— Eu acho que não quero ir embora agora.

Distribuiu uma trilha de beijos que teve início no ombro e fim na nuca. Os braços circularam o tronco dela e ele inalou todo o cheiro natural que vinha dela.

A fragrância era maravilhosa. O perfume de jasmim quase sumia no meio do suor salgado e se se fundia com o shampoo de baunilha. O cheiro de tabaco nela era quase como a melhor fragrância do mundo quando vinha junto com todos os outros aromas.

Ele nunca poderia sentir um cheiro tão único e especial em outro alguém. Apenas Ino conseguia misturar tantas fragrância criando uma essência inigualável.

— Você nunca teve esse direito de escolha.

Se livrou do abraço e buscou pelo sutiã no chão. Bufava duas vezes mais que o normal e parecia inquieta, como se algo a incomodasse.

Sai não poderia dizer se sua presença era o incômodo ou ela se ela sentia agonia quando ia contra o desejo de pedir para que ele ficasse pelo menos mais 5 míseros minutos.

— Eu só quero que você suma da minha vida de uma vez por todas. Isso é pedir demais? — gritou a última frase, tentando convencer a si mesma que aquilo não era pedir demais.

— Fica complicado te levar a sério quando você está só de roupas íntimas.

— Você poderia fingir que me escutou pelo menos uma vez?

— Eu sempre te escuto e eu sempre percebo o quanto você mente para si mesma, Ino — ele ficou de pé e segurou os punhos dela para que ela não gesticulasse feito louca quando desse início a sua próxima fala.

— Não suporto seu cheiro — se soltou após fazer um pouco de força. — Não aguento mais sua voz e seu toque me enoja. Sinceramente, isso só durou tanto por que eu tenho pena de você. Pena dessa sua carência sem controle e dessa sua cara de pobre coitado.

Ao fim da frase, ela o empurrou duas vezes até que ele perdesse o equilíbrio e fosse forçado a se afastar após quase cair.

Yamanaka recolheu as roupas de Sai com toda a pressa que possuía e empurrou para fora do quarto sem pronunciar uma só palavra.

— Você tem certeza disso, Ino? É isso que sente.

Ela se sentou no chão, apoiando a cabeça na porta tentando procurar o oxigênio que lhe faltava. Quando a primeira lágrima escapou, o desespero tomou conta e ela teve certeza que precisava afastá-lo antes que ele a devastasse com mentiras e uma relação tóxica.

Não tinha mais idade e tempo para desilusões amorosas.

— É isso que eu sempre senti. Só entenda que tudo que existe entre nós carnal.

— Certo…

Os sons dos passos foram audíveis. Ino escondeu o rosto entre as pernas e tentou conter todas as lágrimas.

O problema era que Sai não se importava de ter o coração partido. Apenas queria, de alguma forma, umedecer os lábios já tão ressecos da loira e, de brinde, remendar o rombo que
ele mesmo tinha no peito.

Mas ele não desistia e ela não era mais capaz de resistir.

E mesmo com todas as palavras ditas e com todas as lágrimas, Sai insistia em ir sempre que podia na casa noturna.

Era masoquismo vê-la sem poder tocá-la. As coisas ficavam ainda piores quando Ino o olhava nos olhos, mas fingir que não o conhecia. Ele ficava de quatro quando ela rebolava e ela agia como se aquela presença não fosse nada.

Mas era tudo. Toda vez que ele aparecia, o peito pesava e as pernas falhavam. E quando ele não estava na plateia, ela orava para que ele aparecesse.

Naquela noite, o moreno estava disposto a dar um basta em toda a situação fodida que se meteu. Sairia daquele lugar com ela ou esqueceria da existência da loira.

A música terminou e ele a esperou na saída do lugar novamente.

Claro que a presença dele naquele beco a assustou. Por semanas achou que ele só continuava frequentando o lugar para nutrir algum tipo de ódio por ela ou algo do tipo.

Mas lá estava ele. A gravata sem o nó, os cabelos bagunçados e as mangas da blusa social dobradas até os cotovelos. No fim, ele não estava melhor que ela.

Ela suspirou enquanto ajeitava os fios loiros e cruzou os braços, dando a ele uma pequena brecha para falar.

— Eu esqueci de dar minha resposta naquele dia.

— E é preciso? Acho que já estamos resolvidos com essa situação.

— Você está muito enganada, Ino.

Cinco pequenos passos para que pudesse tocá-la. Deu três e parou quando ela se afastou dois. Suspirou pesado, se perguntando por quanto tempo mais aquela defesa impermeável ia se manter firme.

— Sente mesmo tudo aquilo?

Os olhos azuis fitaram o chão e ela só teve coragem de assentir.

Quatro passos e ele já podia segurá-la pelo queixo. Os lábios voltaram para o aspecto de secos e o batom já era o seu aliado na camuflagem novamente.

Ele negou com a cabeça, fechando os olhos como se algo decepcionasse imensamente.

— Não temos idade para relação assim, Ino. Aprenda a ser clara de uma só vez e pare de mentir para si mesma. Eu sei que não sente nada daquilo e sei que não gosta do espaço que está sobrando na sua cama.

— Faça um favor para nós dois e larga do meu pé.

Ele ainda a segurava e ela não parecia querer se soltar para ir embora. Sua boca dizia uma coisa, mas todo seu corpo contradizia as falas.

— Eu gosto de você, muito. Não posso dizer que amo se não me permite sentir isso, mas posso garantir que nunca seria capaz de te magoar ou machucar. Você é a melhor coisa que me aconteceu nos últimos 15 anos, Ino. Não tire esse sentimento de mim e deixa eu cuidar de você.

Os olhos fitaram o chão, novamente.

O corpo gritava para que ela se rendesse a ele, mas a mente se recusava a aceitar que ela estava, depois de anos, apaixonada pelo rapaz pálido que conheceu a seis meses.

Então Sai tomou a decisão por ela. A beijou sem pensar muito e jurou para si mesmo que nunca mais a perturbaria se ela tentasse se afastar.

Mas ela se rendeu. Se rendeu de um jeito que achou ser incapaz. Se entregou ao sentimento que carregava com a convicção que, mesmo que não desse certo, teria tentado e vivido uma espécie de amor quente com aquele homem que a completava em tantos sentidos.

Naquela noite, foi o pole e o cigarro que sentiram inveja de Sai por ter em seus braços uma Ino
assumidamente apaixonada.

Nas noites e dias seguintes, o moreno cumpriu a promessa de que nunca a magoaria. Os lábios nunca mais foram secos e coração partido se tornou uma lenda quase esquecida por ambos.



27. März 2018 05:09:42 1 Bericht Einbetten 0
Das Ende

Über den Autor

retrive geibi Ficwritter e designer nas horas vagas. 18 anos, criatividade demais para pouco tempo e muita preguiça. Mama da maravilhosa Igreja Arte do SaiIno Entrano

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Ariane Munhoz Ariane Munhoz
Own, adoro minha boneca independente e resoluta e quero matar todos os homens que ousaram a ferir ela de alguma forma. Adorei o desenvolvimento da fic em torno da música, foi muito bem encaixada! Adoro palavras estranhas também. Ótimo trabalho aqui!
27. März 2018 07:50:08
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