Somos Eu e Você Follow einer Story

taimatsu_kinjou Taimatsu Kinjou

Marik havia planejado algo especial para o aniversário de seu namorado, Bakura só não tinha certeza se iria gostar da surpresa ou não, afinal a data em si não era importante. O que realmente importava era se Marik estava lá com ele. (escrito em 2014)


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige. © Kazuki Takahashi

#romance #yaoi #oneshot #sexo #lemon #thiefshipping #yu gi oh! #Marik Ishtar #Yami Bakura
Kurzgeschichte
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Oneshot

Marik sempre teve ideias bizarras para comemorar aniversários - um bom exemplo foi o aniversário de Yugi, uma festa a fantasia com o tema erótico pra poder comemorar os 18 anos do pobre Muto que não sabia de nada, o aniversariante realmente ficou muito surpreso com a festa de aniversário que podia ser confundida com uma despedida de solteiro - e não podia ser diferente com o dia especial de seu querido namorado ranzinza e mal humorado.

Mesmo que Bakura tenha recusado todas as ideias que o loiro tinha dado, até o momento, as palavras entravam por um ouvido e saíam pelo outro lado daquela cabeça loira, era o mesmo que falar com a parede, ou uma porta - e diga-se de passagem, Marik seria uma porta muito sexy -, o albino estava começando a ficar com medo do que o loiro iria inventar dessa vez. Toda vez que Marik começava a falar sobre aquilo ele sentia cala frios subirem pela espinha e um revirar no estômago.

Da última vez acabaram indo parar no meio de um casamento que estava acontecendo em um parque de diversões, Bakura não sabia o que era mais bizarro, o casamento em um parque cheio ou seu aniversário em um casamento. Bem, aquilo já havia passado e estava recuperado do momento vergonhoso em que Marik conseguiu pegar o puquê de noiva e entregou pra ele como presente de aniversário, aquele foi o dia mais constrangedor da sua vida, sentia vontade de esganar o egípcio cada vez que se lembrava daquilo e só não queimou a foto daquele dia porque o loiro a escondeu.

E era por essas e outras que Bakura apertava o volante do carro nervosamente e sentia o suor frio escorrer pela nuca, não sabia o que esperar dessa vez. O que o aliviava um pouco era saber que não haveria mais ninguém com eles pra compartilhar a provável vergonha, Marik tinha jurado que não convidou mais ninguém, seria apenas os dois para comemorar o seu aniversário.

Respirou fundo entrando no estacionamento de um restaurante, esfregou as mãos nervoso e novamente respirou fundo antes de sair do carro e fechar a porta antes que se arrependesse daquilo. Ajeitou o blazer, que Marik havia o obrigado a colocar dizendo que as consequências seria terríveis caso ele não o usa-se, não sabia se ele estava falando sério ou não, mas preferiu não arriscar.

Caminhou lentamente esperando Marik aparecer do nada e pega-lo de surpresa, estudou o lugar se dando conta apenas agora que, além de seu próprio carro, havia apenas mais um outro, mas sem nenhum sinal da moto vermelho brilhante de seu namorado. Bufou baixinho enfiando as mãos nos bolsos da calça, Marik havia o atormentado durante dias para ele não se atrasar nem um minuto pra chegar ao restaurante e agora ele é quem estava atrasado. Bakura faria questão de jogar isso na cara do loiro quando ele chegasse.

Entrou no restaurante para se deparar com o lugar totalmente escuro, com exceção de várias velas espalhadas estrategicamente pelo lugar, pensou que logo as luzes se acenderiam e ouviria seus amigos gritando "surpresa" com aqueles sorrisos estúpidos no rosto, mas logo percebeu que isso não aconteceria. Piscou várias vezes ate se acostumar com aquela iluminação amarelada das velas dando outra olhada ao redor com as sobrancelhas franzidas. Nada. Nem sinal de seus amigos ou de Marik.

- Com licença. - uma voz, que Bakura não reconhecia, mas era estranhamente familiar, tirou sua atenção do lugar estranhamente silencioso, será que estava no lugar errado? Se virou encontrando um homem de terno o observando, provavelmente o garçom daquele lugar - Touzoku-san? - o albino apenas acenou com a cabeça tentando vê-lo melhor, e o homem sorriu - Por aqui, por favor.

O homem o levou ate uma mesa mais ao fundo bem próximo ao palco e também bem de frente para ele, o lugar iluminado por mais velas alinhadas na beirada dando mais claridade ao local, Bakura franziu o nariz ao deduzir que eram velas aromáticas, detestava aquilo tanto quanto odiava os incensos que seu namorado insistia em queimar no quarto deles e pelo resto da casa. Estreitou os olhos tentando adivinhar o que Marik havia planejado dessa vez, mas era impossível fazer suposições, Marik nunca foi alguém previsível. Desde o começo quando se conheceram Bakura nunca soube qual seria o próximo movimento do loiro e era assim até hoje. Talvez agora fosse até pior, sabendo do que Marik era capaz de fazer.

Suspirou jogando o blazer sobre a cadeira ao lado e se sentou apoiando o queixo sobre a mão, estava começando a ficar entediado com aquilo, o que o egípcio estava pensando dessa vez? Que Bakura gostaria de comemorar o aniversário sozinho em um restaurante deserto e comendo no escuro? Claro que não se importava com seu aniversário, não tinha nada de especial para se comemorar, mas depois de tanto falatório do outro havia criado uma certa... expectativa? Hmm... Talvez tivesse ficado ansioso com aquilo, mesmo sendo bizarras, sempre se divertia com as ideias mirabolantes de seu namorado e toda a animação dele enquanto planejava tudo.

Adorava vê-lo daquele jeito, sorrindo pra si próprio enquanto fazia anotações, sussurrando coisas enquanto pensava alto ou soltando exclamações nos momentos mais inoportunos quando tinha ideias do nada, Marik parecia uma criança planejando a lista de presentes pro Natal. Bakura gostava de ver Marik daquele jeito feliz, não com a expressão magoada toda vez que se lembrava dos problemas com o pai, do preconceito que frequentemente sofria por conta da sexualidade ou da sua aparência exótica. O egípcio podia ate tentar esconder como tudo aquilo mexia com ele, mas Bakura via nos pequenos sinais.

- Touzoku-san, o vinho. - o garçom reapareceu sem que Bakura tivesse notado, colocou duas taças sobre a mesa e as encheu com vinho.

O albino observou com interesse as taças serem preenchidas com o líquido escuro sem perceber que estava cerrando os punhos por conta dos pensamentos anteriores. Não importava se passaria por vários momentos vergonhosos ou de quantos modos bizarros iria comemorar seu aniversário dali pra frente, se aquilo deixava Marik feliz não iria reclamar, se fosse necessário até inventaria outros motivos para o loiro planejar mais comemoração e poder vê-lo sempre com aquele sorriso.

Piscou quando o som da taça sendo enchida parou, vagamente viu o garçom sorrir antes de se retirar e ele teve que piscar várias vezes para ter certeza de que não estava vendo coisas. Aquele era Rishid? Balançou a cabeça, devia ter sido só impressão por causa da má iluminação, afinal, o que Rishid estaria fazendo ali? Olhou novamente a sua volta e suspirou pesadamente lançando um olhar lânguido para a entrada, onde diabo Marik estava?

Fez um ruído irritado e bebeu um grande gole do vinho, afrouxou a gravata abrindo um pouco a camisa e dobrou as mangas, detestava aqueles tipos de roupas formais. Marik adorava tentar convencê-lo a mudar de estilo. Segundo o loiro, ele era muito largado quando se tratava de roupas e se vestia como um mendigo, jeans surradas e camisetas largas. Sempre que tinha oportunidade Marik o fazia usar algo diferente do habitual, na maioria das vezes eram blazers e camisas sociais. Pelo menos as cores não eram chamativas ou ia botar fogo em todas, Marik concordando ou não.

Bebeu outro gole do vinho sentindo o gosto adocicado e estava prestes a encher a taça novamente quando o som de uma batida suave ecoar pelo lugar vazio. Até se assustou pelo som repentino, procurou com o olhar de onde vinha o som, mas logo reconheceu a voz que acompanhava a da cantora, Marik e sua voz meia anasalada desafinando em alguns momentos.

I don't tell anyone about the way you hold my hand

I don't tell anyone about the things that we have planned

I won't tell anybody

Won't tell anybody

They want to push me down

They want to see you fall (down)

Won't tell anybody how you turn my world around

I won't tell anyone how your voice is my favourite sound

Won't tell anybody

Won't tell anybody

They want to see us fall

They want to see us fall

Sorriu quando a cortina pesada e vermelha do palco começou a se abrir lentamente e seu queixo quase caiu quando o loiro finalmente tinha sido revelado por completo. Bakura não sabia se ria, se ficava perplexo ou se apreciava a visão. Marik estava no centro do palco em cima de um par de saltos altos pretos, assim como o vestido longo e brilhante que ele usava, e mesmo com aquela pouca iluminação Bakura era capaz de ver as laterais das pernas bronzeadas bem a mostra não deixando nada pra imaginação do albino.

Bakura estava tão surpreso em ver que o namorado conseguia andar naqueles saltos finos livremente que demorou a se dar conta que Marik havia descido do palco e estava se aproximando, só foi notar esse detalhe quando faltava menos que cinco passos para chegar até ele. O olhou de cima à baixo com uma sobrancelha erguida quando ele estava perto o suficiente para sentir o perfume dele e não o das velas, percorreu os olhos pelo corpo esguio se demorando nas curvas dos quadris - que pareciam ter sido feitos apenas para ele colocar suas mãos pálidas e Bakura gostava muito disso.

Aquilo podia até ser uma imagem bizarra ou hilária considerando a situação, ou as duas coisas, mas porra! Por que diabo Marik tinha que ficar tão bem em qualquer tipo de roupa?

I don't need a parachute

Baby, if I've got you

Baby, if I've got you

I don't need a parachute

You're gonna catch me

You're gonna catch if I fall

Down, down, down

I don't need a parachute

Baby, if I've got you

Baby, if I've got you

I don't need a parachute

You're gonna catch me

You're gonna catch if I fall

Down, down, down

Bakura nunca tinha visto o namorado usando roupas de mulher em todos os quase seis anos que estavam juntos, mesmo que Marik estivesse começando a trabalhar como modelo andrógino* ele se recusava em deixar Bakura ver qualquer uma das fotos. O albino não se importava, mas sentia que era culpa da insegurança do loiro, talvez medo de que ele fosse criticá-lo assim como todas as outras pessoas, o que era uma grande besteira da parte do outro.

Com um largo sorriso o albino se levantou, reparando que por causa do salto o loiro ficava uns bons quatro centímetros mais alto que ele, e estendendo a mão para o namorado - Me concede a honra desta dança? - perguntou de forma cavalheiresca que fez Marik gargalhar alto segurando com força a mão pálida estendida demonstrando o quão nervoso estava.

Bakura o conduziu para o meio do salão onde havia um espaço exatamente para aquela finalidade, o puxou para mais perto pela cintura e sentiu os braços bronzeados sobre seus ombros lhe trazendo uma sensação familiar de prazer. Por alguns instantes fechou os olhos respirando fundo, devorando o cheiro do perfume que ele tanto gostava. Sentiu Marik apoiar a cabeça em seu ombro suspirando baixinho e pôde sentir o corpo dele relaxar sob seus dedos enquanto os balançava de vagar ignorando o ritmo da música de fundo.

Don't believe the things you tell yourself so late night and

You are your own worst enemy

You'll never win the fight

Just hold on to me

I'll hold on to you

It's you and me up against the world

It's you and me

Esfregou uma das mãos na base das costas nuas o fazendo resmungar algo e sorriu beijando a têmpora dele o trazendo ainda mais perto o ouvindo sussurrar um 'eu te amo' tão baixo que seria impossível ter escutado se não estivesse tão perto dele.

Bakura continuou se movimentando lentamente, o loiro se deixava conduzir com facilidade - Marik. - o chamou baixinho, sua respiração fazendo cócegas no pescoço bronzeado.

- Sim, Kura? - o loiro perguntou de um modo tão calmo que o outro até pensou que ele estivesse quase dormindo, por isso se afastou o suficiente para poder ver os olhos lavandas bem abertos.

- Como você conseguiu fechar o restaurante? - perguntou erguendo uma sobrancelha divertido e aproveitou para afastar os fios loiros do rosto bronzeado adorando o efeito que a luz das velas davam a pele dele.

Um sorriso preguiçoso se formou no rosto de Marik e ele se inclinou um pouco pra o lado dando uma curta risada que fez o peito de Bakura se comprimir por um segundo - Hmm... Tenho meus métodos, Kura. - disse erguendo o queixo presunçosamente com um sorriso maldoso.

I don't need a parachute

Baby, if I've got you

Baby, if I've got you

I don't need a parachute

You're gonna catch me

You're gonna catch if I fall

Down, down, down

I don't need a parachute

Baby, if I've got you

Baby, if I've got you

I don't need a parachute

You're gonna catch me

You're gonna catch if I fall

Down, down, down

- Que são...? - uma sobrancelha branca se arqueou incisivamente e o egípcio mordeu o lábio para não acabar rindo, quase se podia ler 'ciúmes' escrito na testa do albino com luzes fluorescentes piscantes.

Era tão fácil causar ciúmes no Touzoku que muitas vezes Marik se divertia com aquilo e só pra provocá-lo sempre ficava de conversa com Otogi ou Yami. Possessivo do jeito que era nem se surpreendia mais quando ele o agarrava pelo braço e arrastava de algum lugar grunhindo e rosnando para qualquer pessoa que se aproximasse. Jounouchi até o comparava muitas vezes, para grande irritação do albino e diversão do loiro, a um cão de guarda vigiando o osso.

A coisa era tão seria que no começo do relacionamento Bakura o obrigava a usar roupas que cobrissem a maior parte do corpo, mas depois de um ultimato as coisas se acalmaram, Bakura não estava mais tão careta como antes e ele podia usar as blusas que tanto amava. Mas ainda assim não fazia nem ideia de como ele estava o deixando fazer sessões de fotos. Era muito estranho ou Bakura apenas tivesse notado que aquilo fazia bem para ele, naquela área não era tão criticado por ser feminino.

Sorriu deslizando as mãos pelos cabelos brancos do outro - Nada demais. Apenas ameacei o Kaiba que se ele não fizesse isso pra mim a festa de namoro, dele e Jounouchi, seria inesquecível! - disse com diversão vendo Bakura rir e balançar a cabeça.

- Ate o poderoso Sr.Cubo-de-gelo se rendendo. - o albino murmurou o trazendo para mais perto, os lábios mal se tocavam e o loiro podia sentir o cheiro de vinho no hálito dele.

- Ninguém resiste ao meu charme. - falou sedutoramente pressionando os lábios juntos.

I won't fall out of love

I won't fall out of,

I won't fall out of love

I won't fall out of,

I won't fall out of love

I won't fall out of,

I won't fall out of love

I'll fall into you

I won't fall out of love

I won't fall out of,

I won't fall out of love

I won't fall out of,

I won't fall out of love

I won't fall out of,

I won't fall out of love

I'll fall into you

Logo eles nem se lembravam que deviam estar dançando, ou pelo menos se balançando, os beijos calmos foram se tornando mais afoitos e as mãos percorriam os corpos onde conseguiam alcançar. Marik ofegava cada vez que os dedos pálidos chegavam as aberturas na lateral do vestido e arranhavam suas coxas deixando marcas, em resposta ele puxava os cabelos claros e afundava as unhas na nuca do namorado arranhando grunhidos de prazer.

Não demorou muito para Marik se encontrar deitado de costas em uma das mesas próximas e menos ainda para Bakura se colocar entre suas pernas pressionando seus quadris juntos, arrancando gemidos de ambos. Suas mãos desesperadas se agarravam ao que conseguiam, uma delas estava nas costas do albino, puxando para mais perto e arranhando a camisa novinha numa tentativa frustrada de arrancá-la do corpo dele, enquanto a outra apertava a beirada da mesa com força o suficiente para deixar os nós dos dedos brancos.

Adorando cada gemido e arrepio de Marik, o Touzoku aproveitava para espalhar beijos e chupões em toda a extensão do pescoço, ombros e clavícula do egípcio, deixando marcas onde qualquer um pudesse ver que ele era seu. Suas mãos subiam pelo corpo quente erguendo o vestido incômodo até poder tocar livremente o baixo ventre do outro, o ouviu gemer mais um pouco jogando a cabeça para trás arqueando as costas e com um sorriso puxou a peça de baixo, ignorando completamente que era uma calcinha, deixando a mostra a ereção e entrada apertada do namorado. Bakura quase não conseguiu conter o grunhido no fundo da garganta.

Marik olhou para o namorado com uma mistura de luxuria e querer, o peito subindo e descendo de forma rápida, acompanhando a respiração ofegante dele. Sentiu um arrepio lhe subir a espinha o ouvindo desfazer o cinto seguido do som seco do zíper, se ergueu sobre os cotovelos a tempo de assisti-lo abaixar as calças apenas o suficiente para revelar o membro pulsante e gemeu só com aquela visão.

I don't need a parachute

Baby, if I've got you

Baby, if I've got you

I don't need a parachute

You're gonna catch me

You're gonna catch if I fall

Down, down, down

I don't need a parachute

Baby, if I've got you

Baby, if I've got you

I don't need a parachute

You're gonna catch me

You're gonna catch if I fall

Down, down, down

Felizmente Bakura estavam tão desesperado quanto ele para sentir aquelas sensações maravilhosas de seus corpos pressionados juntos e não precisou implorar muito para senti-lo dentro de si. Os movimentos sincronizados pareciam acontecer em câmera lenta aos olhos de Marik, as estocadas fortes e precisas o faziam perder o fôlego, a respiração quente junto com aquela voz rouca gemendo em seu ouvido causavam arrepios e tremores.

Suas pernas envolveram as coxas dele e em cada movimento que faziam a calça cedia mais um pouco e o loiro aproveitava todas as oportunidades para arranhar a pele pálida dos quadris, costas e ate aquela região sensível perto das costelas que arrancavam vários outros gemidos do Touzoku. Sentiu os primeiros sinais do orgasmo se aproximando, aquele pulsar no baixo ventre e a corrente elétrica passando por seu corpo, e como um sinal de aviso mordeu o ombro dele o abraçando com força até seu corpo estremecer em espasmos e ficar mole nos braços de Bakura.

Não demorou muito para senti-lo desabar em seu peito com um gemido. Com um sorriso cansado o egípcio envolveu os braços sobre os ombros pálidos sem se importar com o suor que escorria de seus corpos ou que agora suas roupas estavam sujas, só queria ficar mais um pouco daquele jeito com o namorado. Deslizou distraidamente os dedos pelos cabelos brancos enquanto se recuperavam.

- Feliz aniversário, Kura. - disse ouvindo a risada rouca do namorado e sua pele se arrepiou.

- Marik. - Bakura murmurou com a boca pressionada contra o ombro bronzeado ouvindo apenas um ruído no fundo da garganta do loiro - Eu te amo. E quero que você continue planejando meu aniversário todos os anos. - disse entre curtas risadas, quem imaginaria que um dia aquelas palavras estariam saindo de sua boca? O mundo dá voltas.

O Ishtar se ergueu ligeiramente para poder olhar nos olhos vermelhos do outro, arqueou as sobrancelhas surpreso antes de estreitar os olhos desconfiado, o que fez o outro sorrir de lado - Sério? - perguntou incrédulo.

Bakura riu - Sério. - disse se inclinando e lhe deu um beijo curto, mas que foi correspondido fervorosamente.

- Isso é ótimo, Kura! Eu te amo! - Marik exclamou com um grande sorriso no rosto bronzeado, os olhos brilhando - Já até sei onde pode ser o do ano que vem. Tem um clube de nudismo numa cidade aqui perto que a gente podia-

Bakura gemeu afundando o rosto novamente no pescoço bronzeado enquanto Marik não parava de tagarelar sobre o tal clube. Oh merda! O que ele tinha acabado de fazer?

27. Februar 2018 11:18:29 0 Bericht Einbetten 1
Das Ende

Über den Autor

Taimatsu Kinjou Fanfics também no Nyah!; Spirit; fanfiction.net; ao3 e Wattpad

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