Possessão Follow einer Story

misayama Misayama

Um ex-policial, que agora é um barmen. E um garoto, herdeiro de um grande hospital renomado, interessado em seu corpo e coração. Só não imaginava que esse garoto já fazia parte de seu passado.


Fan-Fiction Nur für über 18-Jährige.

#ereri #eren #levi
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Dominante

Sentia a saliva descer pelo meu pescoço, a minha respiração era falha, a dor excruciante em minhas costas era tamanha e a escuridão a minha frente deixara meus sentidos aguçados.

Onde eu estava?

Era o que me perguntava, minha boca estava sendo amordaçada por um objeto redondo e duro, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, só gemidos sem nenhum sentindo.

Remexia minhas pernas livremente, sentia o chão gélido sob minha pele desnuda. Meu coração martelava em meu peito, aquela situação não era nada agradável.

— Nhhg...! — Gemi nervosamente.

Mas que merda está acontecendo?

Uma hora atrás estava em meu trabalho de meio período, servindo bebidas para aqueles homens desocupados e de corações partidos. Trabalhando por 2 anos como barmen faz a gente ter experiências com esses tipos de pessoas.

Mas hoje, apareceu um cliente diferente, cabelos castanhos-escuro, uma face bonita e encantadora, sua expressão era fria e seus olhos não carregavam nenhum tipo de emoção, Fiquei interessado, era um cliente não-habitual.

Se aproximava em passos lentos, seu corpo se movia agilmente por entre as pessoas que dançavam livremente na pista. Afrouxando sua gravada no percurso até o balcão.

— Me dê um whisky. — Ordenou rispidamente.

— Sim, senhor.

Mas quem é esse cara tão grosso?

— Levi-san, estão te chamando do outro lado. — Armin, um garoto baixo e de cabelos loiros, avisou-me.

— Já estou indo. — Enchi o copo até a metade e entreguei ao rapaz a minha frente. — Se precisar de mais alguma coisa, é só me chamar.

— Ok, valeu..

Por que tenho que ser gentil com esse tipo de gente? Poderia chutá-lo, mas preciso desse emprego.

Mais e mais pedidos eram feitos por variados tipos de pessoas, me sentia um caco, só queria chegar em casa e jogar-me sobre minha cama. Meu expediente acabaria daqui há 5 minutos, já estava no vestiário me preparando para sair.

Dobrei a calça que estava usando e a coloquei dentro de um saco, estava distraído com meus próprios pensamentos, resmungava baixinho por ter ficado pensando naquele garoto a noite toda.

— Quem ele pensa que é para tratar as pessoas assim. — Resmunguei. — Pirralho de merda...

Comecei a desabotoar a blusa, um tecido grosso e branco, um vento frio entrava pela janela e fazia com que minha pernas estremecessem, precisava vestir a calça logo.

— O que será que devo comprar para o jantar? — Murmuro desabotoando o quarto botão.

— Então é aqui que você estava...

Virei-me rapidamente para dar de encontro com o cliente anterior.

— O que você está fazendo aqui?! — Pergunto, exaltado.

— Você disse que se eu precisasse de algo, viesse te chamar — Ele se aproximava — E estou precisando de algo nesse exato momento.

— Meu expediente acabou. — Respondi.— Peça para outra pessoa.

Abri o meu armário retirando a calça dentro , não havia terminado de desabotoar totalmente a blusa, mas me sentia incomodado com o seu olhar feroz sobre minhas pernas nuas. Meu corpo começou a esquentar gradativamente, por que esse cara tem esse efeito sobre mim? Nos conhecemos hoje!

— Me chamo Eren.

Encostou-se nos armários e continuou a me encarar.

— Não perguntei. — O encarei de volta.

— Sabe... — Aproximou-se mais. Seus dedos começaram a brincar com os botões de minha blusa. Meu coração começou a palpitar em meu peito. — Você tem um rosto bem bonito para alguém da sua idade.

— O que você quer dizer com isso? Moleque insolente! — Tapeei sua mão, afastando-me dele logo em seguida.

— Isso me magoa muito, Levi-san — Sua voz era uma mistura de sarcasmo e cinismo. — Não acredito que você esqueceu do rosto do cara que te deu prazer a noite inteira.

Senti meu corpo tremer diante de sua aproximação. Seus dedos tocaram levemente minha bochecha, seu rosto estava a poucos centímetros do meu.

— Eu nunca esqueci aquela noite, capitão Levi...

Arregalei meus olhos ao escutar o que ele disse, agora tudo ficava mais claro, quando seu olhar se encontrava com o meu, eu reagia repentinamente, os meus batimentos ficavam descontrolados, não entendia o motivo dessas reações.

— E-então era por isso... — Sussurrei.

— Quero que você venha comigo. — Eren se afastou, cruzando os braços encarando-me.

— Por que eu deveria? Não é porque tivemos uma noite juntos no passado que irei aonde você pedir.

Por fora estava calmo, mas por dentro todos os meus sistemas estavam entrando em pane. Me remoia por dentro, lembrava-me muito bem daquela noite, estava voltando para casa depois que minha patrulha terminou até que resolvi parar para beber em um bar próximo do meu local de trabalho e foi lá que conheci Eren.

Foi coisa de uma noite...

— Vamos lá, está me devendo desde aquele dia. — Disse.

— E se eu recusar? — Perguntei. — Vai falar pra todos que gosto de dormir com caras? Se for isso, vá em frente.

— Eu nunca faria isso com você, Levi-san. — Respondeu. — Só quero te levar em um lugar, vai ser bem rápido.

...

Era o que ele havia dito, mas não esperava que ele me dopasse, me amarrasse e vendasse. E ainda tem essa bola na minha boca, mas que merda é essa?!

— Ngh!! — Remexi-me mais uma vez, já estava com a respiração entrecortada pelo esforço que estava fazendo.

Parei e fiquei em silêncio, barulho de chaves poderiam ser escutadas ao longe, o chacoalhar ficou mais audível. Será que ele havia voltado?

Empurrei meu corpo para trás até senti a parede contra minhas costas, meu coração retumbava em meu peito. O que ele faria comigo? Por que me prender desse jeito? Quais são seus planos?

Eram tantas perguntas.

— Oh, vejo que você já acordou — Passos leves viam em minha direção, sentia a presença dele, bem na minha frente. — Deixa eu tirar isso de seu rosto.

Suas mãos passaram delicadamente por entre meu rosto desamarrando a venda de meus olhos., junto com a pequena bola que estava em minha boca. Senti uma dor em minhas pupilas ao entrar em contato com a luz, era insuportável.

— Por que está fazendo isso? — Foi a primeira coisa que perguntei depois de meus olhos se adaptarem à claridão do quarto. — Por que não me solta logo?!

— Vamos com calma — Murmura, sua mão estava em minha bochecha esquerda e acariava ela uma vez ou outra. A cálidez de sua mão era estranha, não esperava que ela fosse ser tão confortante. — Quero fazer tantas coisas com você, Capitão...

Estremeci diante de suas palavras, um fogo ardente queimava em meu peito.

— Não diga coisas estupidas ! — Exclamei. — E não me chame de Capitão..!

— Shhh... — Colocou seu indicador em meus lábios. — Ei... será que a donzela me permite dar um beijo?

Beijo? Donzela?

Esse garoto está completamente louco e o pior de tudo é essa sensação de desejo insaciável que sinto por ele.

— Você está achando mesmo que você vai fazer o que bem entender comigo? Sem minha permissão? Você sabe que isso é assédio, né? — O questionei, estava sentindo os gostinho da vitória, só que ela desapareceu rapidamente.

Um pequeno sorriso se formou em seus lábios e isso me assustou um pouco. Não esperava essa reação vindo dele, ou talvez esperasse. Não sei...

— Você fala isso, mas se te toco agora — Desceu seus dedos lentamente e começou a desabotoar minha blusa vagarosamente. — Seu corpo reagirá, não?

Arqueei minhas costas contra a parede tentando evitar ao máximo o contado com seus dedos, porém, era impossível. A não ser que eu fizesse um buraco e fugisse por ele.

— Não se atreva, Eren! — Rosnei seu nome furiosamente.

O arrepio em minha pele ao sentir seu toque foi inevitável, dedilhava meu corpo como se estivesse dedilhando um violão. Era irritante ao perceber que estava gostando daquilo.

— Viu? — Disse. — Seus mamilos estão duros.

Massageou levemente o bico de meu peito e formigamentos passou por todo meu corpo.

— Ngh..! — Grunhi. — Por que você está fazendo isso?!

— Porque gosto de ver sua expressão agonizante, seu rosto ruborizado pela vergonha. — Respondeu. — Você é durão, mas quando te toco se torna completamente vulnerável.

O encarei, calado, não possuía respostas para contradize-lo. Ele estava certo e eu sabia disso, pois meu coração não parava quieto desde que o vi entrar naquele bar, desde que me tocara no vestiários, desde que senti sua respiração mesclar-se com a minha.

— Não irá dizer nada? — Pergunta, sua cabeça inclina para o lado dando um sorrisinho sarcástico. — Irei soltar suas mãos agora, não me ataque, por favor.

Pegou em minha cintura me colocando de joelhos, estava entre sua pernas e seus olhos me encaravam com um profundo desejo. Senti a corda que prendia minhas mãos desabrocharem aos poucos.

— Prontinho... — Murmura, envolveu seus braços em minha cintura me puxando para mais perto. — Você tem um cheiro muito bom, Levi-san.

— Idiota... — Respondi, tentei me afastar e desfazer de seus braços, mas o maldito segurava firmemente impedindo-me de fugir.

— Está com sede? — Perguntou olhando-me fixamente.

O que ele está planejando agora?

— Uhm... sim — Desviei os olhos evitando seu olhar.

— Sente-se na cama — Pediu. — Irei pegar a água.

Levantou-se indo em direção a pequena cozinha com um balcão americano separando da sala, me deixou completamente livre, essa seria minha chance para sair, mas por que me sinto receoso?

Balancei a cabeça vagarosamente levantando e indo em direção a cama que era do outro lado do quarto. Joguei-me na enorme king size e meu corpo se rendeu à nações daquele coxão 5 estrelas.

— Sei que isso é ruim, mas quero muito dormir nessa cama. — Murmuro baixinho enquanto passava minhas mãos sobre os lençóis. — Cama, você é tão atrativa quanto o seu dono.

— Obrigado pelo elogio, eu acho.

Pulei ao escutar a voz rouca do moreno que apareceu com copo em mãos.

— Aqui. — Disse entregando o copo.

— Obrigado... — Agradeci.

Dei alguns goles na água sentindo o líquido gélido molhar meus lábios e descer pela minha garganta refrescando aos poucos. Olhei para Eren, o mesmo estava me encarando, não conseguia distinguir o que ele estava pensando naquele momento.

— Por que eu? — Pergunto, deposito o copo no criado mudo e cruzo as pernas sobre a cama.

— Hum? — Mexeu sua cabeça para o lado e para o outro. — Não sei, só queria te ver de novo.

— Você trabalha com o que?

— Herdei o hospital do meu pai — Respondeu, duas mãos lentamente se moviam sobre sua camisa social a desabotoando. — Pode-se dizer que sou um médico.

Pode-se dize? É ou não é um médico?

— Ah, sim...

— Você está se sentindo bem? — Eren se aproximou um pouco. — Seu rosto está ficando vermelho. Será que está com febre?

— O que? — Pergunto — Claro que estou bem.

Eu não estava nada bem. Meu corpo estava esquentando, sentia-me  sufocado com aquela blusa que estava vestindo, meu coração acelerava feito um louco, todos os meu sentidos estavam, pouco a pouco, se esvaindo.

— Pfft...

Levanto meu rosto para olhar o moreno que ainda estava de pé, com os braços cruzados, ainda mantinha aquele sorriso em seus lábios.

— Você deveria tomar cuidado com o que você bebe.

Não entendia o que ele queria dizer com aquilo, olhei para o copo no criado mudo, era apenas água, não era?

— O que você colocou naquela água?! — Pergunto exaltado

— Não se preocupe — Respondeu, aproximou-se mais um pouco até ficar frente à frente comigo, posicionou seu joelho no pouco espaço que tinha na borda da cama. — Só foi um afrodisíaco, nada demais.

— NADA DE...! NHG! — Grunhi ao sentir seu toque sobre minha pele, seus dedos pareciam está mais gelados que o normal, não sei se era porque meu corpo estava fervendo naquele momento.

— Shh... — Tocou meus lábios com seus dedos para que me calasse. — Vamos repetir o que fizemos naquela noite, Capitão Levi...

Estava ofegante, cada toque seu fazia-me sentir que caia num poço de lava quente, arqueava sobre a cama ao sentir seus labios trilhando meu tórax, seus dedos me tocavam delicadamente como se eu fosse uma boneca de porcelana.

— Argh...! — Gemi ao sentir seus lábios succionando o bico de meu peito. — E-Eren...

— Está tudo bem? — Perguntou enquanto brincava com o meu outro mamilo. — Seu corpo está muito sensível desde que o afrodisíaco começou a fazer efeito, suas expressões estão adoráveis.

Vergonha. Era o que estava sentindo no momento, ser tão submisso ao prazer que ele estava me proporcionando, queria me negar a isso, queria poder dizer não, porém, não consiguia. A excitação fazia com que eu perdesse os sentidos.

Em um piscar de olhos já estava completamente nu sob ele. Eren estava um pouco ofegante, mas mantinha aquele sorrisinho em seus lábios, olhava-me detalhadamente de cima a baixo, me sentia completamente exposto, na verdade, eu estava exposto.

Desisti de tentar fazer o contrário, de ir contra a maré, levantei com as poucas forças que tinha em meus braços e levei meus braços até sua blusa social, desabotoando rapidamente, precisava sentir seu corpo, precisava tocá-lo.

Deixarei o arrependimento para amanhã.

Joguei aquele pano branco no canto do quarto e o encarei esperando que ele dissesse algo. Levou suas mãos para meus quadris puxando-me para mais perto, o cheiro de seu perfume almíscar podia ser reconhecido de longe, era da nova coleção de Giorgio Armani, havia comprado o mesmo no mês passado.

— Seu perfume é muito bom — Murmuro colocando meu rosto em seu pescoço. — O que você está esperando? Faça-me seu novamente, não é isso que você quer?

Balançava meu quadril levemente enquanto envolvia meus braços em seu pescoço.

— Você não precisa nem perguntar — Sussurra, sua voz fazia-se mais rouca e sexy, estremeci ao escutá-la tão próxima ao meu ouvido. — Você já é meu desde aquela noite.

Sentia seus dedos se moverem agilmente dentro de mim, minha bunda estava completamente empinada para ele, não conseguia ver seu rosto, mas sabia que sua expressão era lúbrica.

Retirou os dedos e virou-me para ele, meu rosto estava empapado pelo suor e meu cabelo caia sobre minha testa, seus olhos me devoravam e eu sentia meu corpo tremer ao perceber seu desejo.

— Você está fazendo uma cara muito lasciva, Levi — depositava alguns beijo pelo meu pescoço, contorcia-me diante de seu contato. — Diferente de quando te trouxe aqui umas horas antes, você está completamente entregue a mim.

— P-pare de falar.. — resmungo. — Só entre logo, quero sentir-me totalmente cheio de você.

Meus lábios foram envolvidos pelos seus, o gosto era uma mistura de morango e menta, não conseguia distinguir, sua língua passava pelos meus lábios e os mordia até faze-los sangrar. Levantou meu quadril habilmente sem deixar de me beijar, sentia seu penis em minha entrada.

— Argh...! — Grunhi, arqueei minhas costas sobre a cama. — Por que não avisou antes, idiota!

— Queria ver sua cara de surpresa — deu de ombros enquanto me encarava — Agora vou me mover, tudo bem?

— Faça o que você quiser, minha opinião não vai mudar suas ações de qualquer jeito. — Respondi tirando os fios de cabelo que caiam em meu rosto.

Suas mordidas faziam trilhas por todo o meu corpo depois de tantas estocadas profundas a dor se tornou prazerosa, enquanto ele empurrava com força em minha próstata já havia perdido a noção da minha sanidade.

— Você parece...nhh! — Gemi. — Um cachorro me mordendo desse jeito.

Minha respiração estava descompassada, arfava uma vez ou outra, quantas vezes já haviamos gozado? Meu corpo estava sensível e a cada estocada sua era uma sensação excruciante.

— Vem aqui — Puxou-me fazendo com que eu ficasse sentado sobre ele . — Agora é sua vez de se mover, gracinha.

— Mgh... — Remexi meu quadril. — Não me chame de gracinha, seu cachorro.

— Auau — Respondeu enquanto colocava suas mãos em minha cintura apertando levemente.

Comecei a me mover em movimentos vagarosos para me acostumar a aquela posição, não usava ela diariamente. Posicionei meus braços sobre seu ombros e aumentei a velocidade.

As expressões que Eren fazia eram de completo prazer, chegava a ser lindo. Levei minha mão aos seus cabelos e os puxei e chupei deus lábios fervorosamente.

— Não se esqueça que você não é o único que gosta de dominar, pirralho.

...

Por que sinto que fiz a maior besteira de toda a minha vida novamente? Ah, espera... PORQUE EU FIZ!

Acordei ao escutar os primeiros sons de carros passando pela a rua. Ao meu lado estava o indivíduo, aquele maldito garoto é foi aí que as lembranças da noite passada vieram como um dinamite.

— O que foi que deu em mim? — Sussurrei me levantando lentamente. — Ai, ai..!

Coloquei as mãos em meus quadris ao sentir a dor que vinha dela. Não estava tão novo para fazer sexo selvagemente como fizera noite passada.

— Depois daqui, acho que precisarei de um ortopedista. — Murmurei.

— Que sorte a sua, sou clínico geral, que tal se consultar comigo?

Meu coração quase saia pela boca ao sentir seus braços envolverem minhas cintura.

— V-você estava acordado? — Pergunto enquanto tento desfazer de seus braços, missão impossível.

— Claro, não queria que você fugisse igual da última fez.

Então ele já estava preparado... esse garoto tem um pouco de cérebro pelo menos.

— Tenho que ir pra casa — Disse. — Se você me permite, gostaria que você me soltasse.

— Você falando tão formalmente me deixa muito excitado sabia?

Senti uma pequena raiva crescer em meu interior, a minha vontade era de jogá-lo pela janela naquele instante.

— Olha aqui, seu imbecil! — exclamo. — Ou você me solta ou eu te bato.

— Quer namorar comigo? — Pergunta, de levanta ainda com suas mãos em minhas cintura.

— O que? — Virei meu rosto para olhá-lo.

— Quer namorar comigo, Levi? — Seus lábios roçavam em minha orelha, quase me permitia um gemido baixo.

Namorar com ele? Nem fodendo.

— Não . — Respondi. — Nem fodendo.


— Não seja tão idiota, Levi — Sussurrou — Seu corpo me pertence, você me pertence, até seus sentimentos agora me pertencerão. Pois eu sei que você se sente diferente comigo. Vamos criar algo juntos, perdoe-me pelo o que eu fiz, mas não me recuse tão rapidamente. — pequenos selos eram deixados em meu ombro, era tão difícil dar uma resposta à altura, tudo que ele falava era tão cheio de confiança...


— Talvez eu pense... no seu pedido.


26. Februar 2018 22:36:55 0 Bericht Einbetten 2
Das Ende

Über den Autor

Misayama É preciso ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela cintilante. - Friedrich Nietzsche

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