Perfeito Insano Follow einer Story

Laveau Mariana Teixeira

O futuro que restava de Madara Uchiha após o término da faculdade era o hospital psiquiátrico, por conta de sua tentativa frustrada de ter uma overdose. Mesmo com tantos loucos com histórias e personalidades marcantes em sua volta, sua vida, naquele manicômio, foi marcada por um rapaz, tão louco quanto ele, que surgiu em seu cotidiano como um raio de sol. Seu nome é Hashirama Senju.


Fan-Fiction Nur für über 18-Jährige. © Personagens pertencentes ao Kishimoto, enredo inspirado no filme Garota, Interrompida, mas a trrama é de minha autoria.

#Naruto #Vintage #SasuNaruSasu #ShiIta #TobiIzu #SasoDei #HashiMada #Yaoi
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Borderline

– Transtorno de Personalidade Limítrofe – calmamente, disse o psiquiatra, retirando os óculos de grau com delicadeza e pondo sobre o arquivo de sua mesa – Distúrbio mental caracterizado por instabilidade de humor, comportamento e relações. Mais conhecido pelo nome de "Borderline".


Meu irmão mais novo, Izuna e meu pai Tajima me encararam, porém cada um de uma forma diferente. Izuna demonstrava preocupação, já o mais velho da família possuía um tom sério, como se a informação iria render sobre ele. Suspirei pesado, sabendo que iria começar uma série de desgraças vindo por parte do meu pai, quando há algum problema.


– Senhor Uchiha, da maneira que o transtorno está agindo no seu filho, teremos que interná-lo por um tempo. Essas atividades autodestrutivas podem acabar levando-o a morte. – o doutor me encarou, paciente, mas gostaria que meu pai estivesse na mesma calma que este profissional.


– Então, meu filho vai ficar internado com um bando de malucos por um tempo? – riu sarcástico – Ele está completamente normal! Dê algo a ele que deixe de fazer esses tipos de merda e mande-o para casa! Seria muito melhor – resmunga logo em seguida.


– Perdoe-me pelo meu linguajar, senhor Tajima Uchiha, mas engolir meio frasco de aspirina não é qualquer "tipo de merda" – rebateu o psiquiatra, que me fez arrancar uma risada baixa, juntamente com Izuna.


– Uma pergunta, doutor... – olhei-o, esperando que dissesse seu nome, que o mesmo sussurrou como resposta. – Butsuma Senju, certo? O transtorno é genético?


Encarei meu pai, como uma forma de indireta e recebendo um resmungo do velho. Com apenas o olhar, Izuna me repreendeu, mas retribuo com um sorriso cúmplice. Não é todo o dia que alguém tira a razão do poderoso Tajima Uchiha, portanto vamos aproveitar bastante a oportunidade disso.


– Em certos casos, sim, apesar de estar sendo comum entre os jovens. – respondeu, suspirando – Meu trabalho essa década aumentou. Ansiedade com os casos atuais, depressão, estresse pós-traumático estão bem comuns. Talvez seja por causa do período de guerras.


Estamos em 1970, muita coisa aconteceu na década passada que até impressiona, como a Guerra do Vietnã. Muitos conhecidos meus se alistaram no exército e foram mandados para o campo de batalha, por puro patriotismo, porém eu não tenho esse ufanismo, apesar de já ter passado dos dezoito anos e poderia ter lutado. Vocês veriam necessidade em ir morrer numa guerra por sistema econômico de um outro país, sendo que pode terminar o colegial e já estar se formando na faculdade? Eu não vejo e foi isso que eu fiz, porém tenho mais uma desculpa para não se alistar.


Sim, eu não tenho muita paciência com o mundo e vontade de viver, jamais tive medo da morte, porém não vejo a forma de morrer numa guerra algo significativo, pois estaria abdicando o meu lindo fim da vida para voltar um corpo baleado ou irreconhecível pela explosão. Sou muito narcisista e egocêntrico mesmo no caso da morte e com problemas de autoimagem durante minha vida , não pretendo que meu corpo se misture com o de outros ou que esteja enterrado a sete palmos do chão e permitir que vermes devorem minha carne lentamente ou meu corpo entrar em decomposição. Pretendo virar cinzas e ser jogado dentro de um jarro de barro no mar.


Por que tanta cerimônia como essa? Pois quero me recordar quão fodida é a minha vida e meu corpo e lembrar que valeu a pena morrer.


Eu sou a única pessoa do mundo que idealiza tanto a própria morte.


Interessado sobre a minha suposta doença mental, Izuna encarou o doutor um tanto aflito, mas pensou no que dizer para que não haja uma forma que nosso pai nos critique, mas resolveu arriscar:


– Quais são as atividades autodestrutivas? Estou com medo que meu irmão possa fazer mais alguma.


– Tentativa de suicídio, automutilação, sexo casual, já sao um exemplo – responde, encarando-me para avisar que eu não deveria fazer esses tipos de coisas.


– "Sexo casual"? – rio com a situação. Desde quando sexo casual é uma atividade autodestrutiva? – Só pode ser brincadeira.


– Irmão! – repreendeu, com sua bochecha rubra


– Enfim, Madara... – deu ênfase ao meu nome – ... a partir de semana que vem você passará um tempo indeterminado no Hospital Psiquiátrico Konoha, caso apresentar as melhoras, liberarei-o antes de um ano.


– Então, seu objetivo é me internar por um ano? Que velho filho da puta... – xinguei-o, sem menor piedade.


– Madara! – meu pai gritou. Como se ele me intimidasse.


– Você vai se acostumar por lá, meus dois filhos estão também internados e possuem a mesma faixa etária. – respondeu o doutor Senju. – Deveria ter internado o pai junto com os filhos, pois deve ser cada um pior que os outros! – digo.


Levanto-me do divã da sala do psicólogo, saindo da sala em passos largos. Eu deixaria minha vida, minha possível tentativa de suicídio por causa de um frasco de aspirina, que eu deveria ter aumentado a dose. Se não fosse Izuna, que havia me encontrado semimorto no banheiro, eu não precisaria ser internado e meu pai não pagaria sequer tratamento caro. Essa vida é cheia de desperdícios sem razão, sendo que poderiam ter se livrado de mim tão facilmente.


Em plena frustração, mais uma atividade autodestrutiva que se tornou costume na minha vida, peguei minha caixa de cigarros franceses e acendi na porta da clínica. Se não fosse por drogas, morreria de câncer no pulmão. Assim espero.



*


– Por aqui, por favor. – guiou um enfermeiro.


Havia passado uma semana do ocorrido na clínica, sendo que meu pai não teve como salvar-me desse hospital psiquiátrico, ao menos me colocou em um particular. Não tentei me matar durante esses dias, ao menos fazer alguma idiotice que custaria na minha vida, apenas aproveitei meus momentos com meu irmão mais novo, que na opinião dele foi tão ruim me abandonar nesse quanto me deixar partir.


Talvez, ele devia pensar em um lugar sombrio, onde pessoas matam umas as outras como um filme de horror, porém essa descrição é completamente distorcida de qualquer longa metragem. Esse local é bem mais claro que imaginei.


As paredes são claras, naquele corredor só há uma enorme janela sem algum tipo de cortina, as portas de madeira escura em cada um dos quartos – exceto alguns quartos exclusivos, que possuíam uma porta de ferro. Aqueles são para os pacientes nos piores tipos de casos – e no final do corredor, havia uma sala para os pacientes passarem o dia com televisão, livros e alguns jogos. Tudo é bem tranquilo aqui, por enquanto, tirando os enfermeiros que lembravam guardas em presídios – homens fortes, carrancudos e com habilidades especializadas em caso do paciente entrar em alguma crise e mulheres analisadoras, como uma testemunha no seu juízo final.


Carregando uma mala com roupas suficientes para um ano inteiro, sou guiado pelo corredor da ala masculina no segundo andar do hospital, para o meu novo local que chamarei de quarto. Implico com o fato que nada lá meu é pessoal, tirando minhas roupas, porque eu tenho um colega ainda mais doente que eu, creio, contudo seria melhor uma cama confortável e acesso à sala do que viver trancado no quarto da entrada de ferro.


O enfermeiro me encarou – um homem de aparência peculiar e estava na mesma faixa etária que eu, pois é tão pálido quanto as paredes do andar, cabelos tão vermelhos quanto sangue que desciam até o ombro e os olhos de tom lilás. Minha primeira impressão era que ele é um paciente com anorexia, devido a extrema magreza, mas pelo uniforme claro me conformei – e guiando para a penúltima porta à esquerda, bem próxima da sala, onde encontra-se entreaberta. No crachá do enfermeiro, vinha escrito "U., Nagato", sem alguma piedade, pronunciei:


– Você é tão magro e mais baixo que eu, como alguém ainda não lhe golpeou e fugiu?


Nagato ignorou, parecendo que aquela pergunta era bem frequente dos novos pacientes. O trabalho dele não é me responder sobre essa informação e ele sabe muito bem, já o considero um bom profissional, pois faria a mesma coisa.


Adentrei no quarto, dando de cara com uma janela com uma fina cortina, duas camas, dois armários para cada lado e um abajur em cada canto das camas. Do lado esquerdo do quarto, sentado à sua cama, havia um garoto de aproximadamente dezenove anos, de vestuário escuro, carregando uma máscara laranja nas mãos. Seu rosto era curioso, pois em um lado estava cheio de cicatrizes com o olho fechado e o outro impecável, tanto que com o seu único olho, me encarou e sorriu fino, contudo não retribuo.


– Este é Obito – Nagato finalmente quebrou o seu silêncio – quando não está assumindo a segunda personalidade dele, Tobi.


– Prazer! – sua voz era grave no momento e estendeu a mão para mim, que apertei sem nenhuma vontade.


– Obito, esse é Madara. Ele vai ficar um tempo com você. – o ruivo me olhou, parecendo ter desgosto. Entendo sua parte.


– Um bom tempo, aliás. – corrijo-o.


Nagato suspira, novamente não se dando o trabalho de me rebater.


– No canto desse corredor tem a sala, onde é liberado entre quatorze horas até às dez da noite, horário de almoço e janta são meio-dia e sete da noite e o café da manhã às nove do dia. – instituiu, fazendo Obito revirar os olhos, cansado da mesma ladainha de sempre – Os banhos só com a presença de um enfermeiro, como o Orochimaru.


Ah, então o cara me deria banho? Começou muito bem meu primeiro dia neste lugar.


– Há cabines telefônicas na sala de estar, caso queira comunicar-se com algum parente e seus remédios são logo depois do almoço. Daqui à algumas horas você tomará alguns e tranquilizantes antes de dormir. – completa –Se desobedecer ou estiver algum ataque, seu próximo quarto será isolado.


– É mesmo? – riu, pondo-se na frente dele – Caso consiga, apesar de eu não ser tão forte assim, nunca mais o subestimo.


– Lembre-se da parte do "desobedecer". – deixou o local, batendo a porta do quarto.


Obito me encarava abismado, com uma certa admiração no olhar, dando para reparar que o ruivo magricela deveria se achar a autoridade do local e acabo de desce-lo de um degrau.



*


No meio da tarde, saio do quarto, após organizar minhas coisas. Obito não parava de falar, sendo que apenas pude responder monólogos e sem imaginar como seria sua personalidade de Tobi, pois Obito já é um rapaz bem tagarela e ao mesmo tempo sincero.


Fui para a sala de estar, percebendo que havia alguns jogando cartas, conversando alto e outros poucos assistindo um programa na TV. Alguns fumavam e outros não, nesse aspecto o hospital não implicava – muito menos com o uso de uniformes – ,por isso consegui trazer minha caixa de cigarros sem que seja escondida. Não estava para o clima de jogar, muito menos assistir algum programa em preto e branco, por esse caso, sentei-me no sofá ao fundo, pegando um livro qualquer na estante.


Eu não reparava ninguém, não queria amizades ou inimizades, pelo contrário da metade da sala, que se encontrava curiosa para saber sobre o mais novo doente daquele purgatório. Aqueles homens, que jogavam baralho na mesa afastada, todos me olhavam com curiosidade, exceto um.


Um rapaz de corpo robusto, vestindo uma camisa amarelada e uma calça jeans, sem sapato, destacava-se no meio de outros. Seu cabelo castanho descia liso até sua cintura e sua pele possuía um tom bronzeado natural. Ele não parecia notar minha presença tanto quanto seus colegas e eu percebia isso através das páginas do livro que peguei na estante. Para ser sincero, ele somente estava se questionando sobre seus colegas terem interrompido o suposto jogo.


Lentamente, virou a cadeira giratória de madeira, aí pude perceber sua face.


Seus olhos castanhos me encaram com surpresa, depois um lindo sorriso simpático desenhado em seus lábios surgiu. Esse homem foi o único que não pensou em mim como mais um novato e simpatizou-me de primeira. Pelo menos, uma pessoa havia gostado de mim logo de cara.


Uma pena que costumo cortar laços amigáveis com facilidade, por vários motivos que eu acredito que seja: Talvez eu não seja interessante o suficiente; ou pessimista demais; ou meu tempo de vida seria curto e a pessoa já imaginava, tomando a medida de se afastar de mim; ou a minha capacidade de me foder com facilidade.


Volto minha atenção ao livro, assim como todos pararam de me encarar. Por sorte, havia pego um livro de poesias antigas, que trazia-me saudades das épocas do colegial que passava o intervalo inteiro na biblioteca, matando tempo com esses livros. Como costumo fazer nas leituras, pego meu maço de cigarros no bolso da minha calça, junto com o meu esqueiro, prestes a acende-lo, porém algo me fez perder a atenção.


Sentado de forma desleixada na cadeira giratória, o rapaz moreno que jogava baralho estava em minha frente – ou seja ele arrastou aquele assentamento pela sala toda até chegar perto –, sorrindo de canto. Novamente, não fiz questão nenhuma de retribuir seus sorrisos, terminando de acender o cigarro e focar no livro.


– Hey, novato! Não me ignore. – pronuncia, fingindo uma feição chateada.


Continuo a ler, dando mais uma tragada. Não o observei após receber meu segundo silêncio, imagino que esteja decepcionado.


– Qual o seu nome, cara? – tentou mais uma vez, sem alguma resposta em troca.


Eu não quero amizade, muito menos inimizade. Digo e repito.


– Você não vai me responder, não é?


Nossa, ele adivinhou!


Antes que a ponta do cigarro pudesse encostar em meus lábios para mais uma tragada, a droga foi roubada dos meus dedos e logo apareceu entre os lábios do rapaz moreno, sorrindo de modo cínico para mim. Certo, agora ele adivinhou uma maneira de me chamar a atenção. Encarei-o, suspirando pesado.


– Só devolvo se me responder. – riu – Começando com o seu nome.


– Madara Uchiha – contraio os lábios para mostrar minha falta de paciência.


– Temos mais um Uchiha! – exclamou empolgado – Já temos três aqui com o mesmo sobrenome, por um tempo pensamos que esses caras iriam se tornar um clã aqui dentro.


– Seria um clã de malucos... – sussurro


– Concordo. Meu irmão mais novo não gosta muito deles, por motivos inexplicáveis. – deu mais uma tragada do meu cigarros – Quero mais um depois.


– Vou pensar bem, se você acabou de roubar o meu – marco a página do livro e deixo no meu lado, cruzando os braços e encara-lo seriamente – Começando com a intimidade que você tem comigo, sendo que eu nem sei seu nome.


Sua feição mudou repentinamente, da forma que pensei ter falado algo errado. O rapaz anônimo mordiscou o próprio lábio inferior, evitando contato visual comigo.


– Chame-me apenas de Hashirama. Foi bom conversar com você. Obrigado pelo cigarro.


Ele levantou da cadeira, caminhando em direção ao corredor, abandonando o jogo na mesa redonda do canto e o pequeno diálogo que teve comigo. Em certas horas, nem parecia que ele é um "doente mental", apesar de ser um pouco estranho. Considero-o apenas um simpático, que logo revelará sua loucura.


Voltei minha atenção ao livro, sem ligar o que estava acontecendo.



*


No jantar, fiquei um pouco mais isolado na mesa do canto, pois vários lugares estavam cheios e a algazarra daqueles homens tomavam o local. É um pouco complicado ter que ver os pacientes com os piores casos, mal conseguindo se comportar devidamente, mas a minha sorte é que mal fui notado como antes.


Eu poderia ter ficado na mesa de Obito, o mesmo havia me convidado, porém ele não estava sozinho, como com um grupo de rapazes novos conversando. Não sou muito bom no assunto de socializar, ainda mais com aqueles homens cheios de si.


Por incrível que pareça, aquele cara de antes não estava lá no horário, muito menos apareceu depois. Estranhei aquele comportamento dele de sair sem se justificar, mas achei melhor ficar um pouco sozinho por hoje.


Voltei para a sala logo após a degustação, percebendo que não havia ninguém ainda. Ninguém de paciente.


Sentado no sofá, usando o típico jaleco branco do uniforme, uma criatura alta de meia idade, de cabelos negros e pele extremamente pálida me observa entrar no local e me cumprimentou com um aceno. Não retribui como deveria, mas pareceu não se importar.


O que me chama maior atenção são seus olhos, tão verdes que chegam a ser amarelados, com pupilas que lembram os orbes de uma cobra, além de uma pintura roxa em torno dos seus olhos, dando aquele ar de uma pessoa maligna. Não tenho medo dele, somente curiosidade.


– Boa noite, Madara. Sou Orochimaru, aposto que Nagato mencionou meu nome. – deu espaço no sofá – Sente-se perto, quero conversar com você.


Sento-me do lado dele no sofá, ainda em silêncio. Orochimaru sorriu para mim, enquanto eu aguardava o que ele tinha para dizer.


– Sabe, eu não tive tempo de conversar com você, principalmente a respeito dos seus medicamentos.


– Medicamentos? – questiono.


– Sim, temos quantidade de doses adequadas para você. Eu poderia ter lhe dado tranquilizantes agora, sei que tem uma certa dificuldade de dormir, porém ainda é cedo para isso.


– Por que isso tudo? – cruzo os braços.


– Nem tanto. Já estamos com pacientes piores.


– Que pena, isso não me anima e nem me torna exclusivo.


– Só queria que soubesse como funcionará diariamente aqui, Uchiha. Então, seja bem-vindo. Todos os dias, Kabuto vem lhe entregar seus remédios.


Não o respondi depois disso, virando o rosto para deixar de encarar o suposto enfermeiro de aparência estranha. Por coincidência, meu foco cruzou para o lado do corredor, onde na porta, estava o mesmo rapaz de cabelo castanho que havia roubado meu cigarro. Suas feições estavam diferentes de antes, aquele sorriso sacana quando nos conhecemos mudou para uma certa face de preocupação.


Nossos olhares se encontraram, porém cortou o contato visual, no momento em que deu as costas e foi embora daquele canto. Obviamente, ele fez mais uma atividade que me deixou intrigado sobre sua pessoa.


Ah, sim. O nome dele. Hashirama.


26. Februar 2018 21:12:55 1 Bericht Einbetten 4
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Post!
Russa Narcisista Russa Narcisista
Nossa! Você narra tão bem a história! É muito gostoso de se ler! ❤ Esse Madara gente é um Tiro, adorei como fez a personalidade dele ❤ E o Hashirama também! ❤ já vi que essa história vai ser mais que bacana!! ❤❤❤❤❤
2. April 2019 16:03:14
~

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