Retalhos Follow einer Story

emily-christine8811 Emily C Souza

Uchiha Sasuke, o melhor Detetive de toda a Shinguru, e do resto do mundo, esconde feridas por debaixo do seu estoicismo e da sua arrogância. Mesmo estando de luto, Sasuke assumi uma investigação perigosa junto a Uzumaki Naruto; um homem de sorriso fácil e caloroso que parece ser de um mundo completamente diferente do seu — mesmo que ambos tenham nascido na capital do país, a grande Nangoku. Mudar para seguir seu sonho de ser um Detetive renomado e trabalhar ao lado do grande Uchiha foi a decisão mais difícil que Naruto já tomou, e para isso sua casa e família ficou para trás. Mas suas diferenças e suas dores não importam, pois a cada minuto que passa, mais o assassino escapa por seus dedos. Capa feita por Akuma_Lia. Betado por Linest Albuquerque e Mandy Senju.


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Prólogo




Prólogo




Shinguru. Outubro de 2037.


A neve caía insistentemente e a noite era iluminada apenas pela lua.

O carro de modelo antigo estacionou próximo a reserva florestal do Parque Ecológico Yōji, na entrada do antigo Hotel Hitsuku. Uma figura encapuzada e de vestes negras saiu do assento do motorista, fechando a porta e rodeando o carro para abrir a porta atrás do banco do passageiro. Puxou o corpo sonolento e o arrastou para dentro do Hotel.

O homem de aproximadamente 65 anos foi jogado sem delicadeza no quarto sujo e fétido que um dia havia sido um quarto luxuoso, sendo descartado como lixo sem despertar preocupação da outra pessoa presente no recinto decadente, afinal, só havia ele e seu algoz. Estava amordaçado e seus pulsos foram amarrados para trás, impossibilitando seus movimentos tanto das mãos quanto dos braços, a corrente que foi usada para arrastá-lo até ali maltratava a pele do pescoço, a cortando. O agressor havia deixado somente seus olhos e pés livres de amarras ou venda.

A vítima estava desorientada, sem saber o que acontecia ao seu redor, nem ao menos quem estava ali com ele, em um momento estava no bar que sempre frequentava aos domingos junto aos seus amigos de infância e no outro já estava sendo puxado para interior de um carro e, em seguida, sendo arrastado por aquele lugar que todos julgam ser perigoso e assombrado. Em toda a sua existência nunca havia pisado naquele prédio antigo, com quase 80 anos de construção que ainda se mantinha em pé quase inteiro e que era, de acordo com as lendas locais, assombrado.

Assustado, ele se arrastou com muita dificuldade para o canto do quarto quando voltou a si e viu seu malfeitor adentrar o recinto segurando uma garrafa de vidro com a mão esquerda e uma seringa contendo um líquido suspeito na mão direita. Por maior que o quarto fosse, não demorou mais do que cinco segundos para que o homem estivesse em sua frente. Ele estava vestido totalmente de preto, calçando botas de combate militar e usando uma máscara de teatro retratando um semblante triste que cobria quase todo o seu rosto, mostrando somente a área da boca e dos olhos.

A vítima esperou que ele dissesse algo, qualquer coisa, mas a figura estranha apenas agachou na sua frente e lhe observou com um sorriso aberto cheio de dentes. O medo percorreu seu corpo, aquele sorriso deixava óbvio que, quem quer que aquele homem fosse e o que quer que planejasse, não seria rápido e indolor. O senhor apostava justamente no contrário. O mascarado então se levantou e rodeou seu corpo e a vítima ouviu o tilintar da garrafa de vidro contra o chão até que o estranho voltou a sua frente e, em um movimento rápido, chutou-lhe o peito causando uma terrível e agoniante falta de ar. Sentindo seus pulmões se encherem de sangue, a vítima curvou o dorso e encolheu-se tentando ao máximo se proteger. Respirar tornou-se uma tarefa difícil, o sangue escorreu pelas mordaças e um arrepio tomou conta de seu corpo, em seu íntimo ele sabia que a brincadeira estava somente começando e, sinceramente, orava para que toda essa agonia terminasse logo.

A mão coberta pela luva agarrou seu maxilar e levantou seu rosto. Olhar para aqueles olhos negros vazios de compaixão e cheios de ódio fez seu estômago embrulhar e o suor frio descer pela sua testa, o homem voltou a sorrir e o idoso amordaçado sentiu a faca rasgando sua blusa e, com este movimento, a pele do seu abdômen protuberante também sendo atingida. Não foi um corte profundo e mal sangrava, mas a dor da pele sendo dilacerada e a ardência persistente após o ato fez com que a sensação fosse desagradável mesmo que superficial.

Bruscamente o homem o jogou no chão e pisou em seu rosto deixando-o de perfil. A faca fora usada repetida vezes, agora em suas costas.

— Consegue sentir? — o estranho lhe perguntou enquanto cortava sua pele. — A faca rasgando sua pele, mas não era suficiente para matar, apenas o bastante para incomodar.

O desconhecido pairou sobre si, seu olhar vidrado mostrando todo o prazer que o ato lhe causava.

— Quantas vezes não fora você mesmo que impôs aos outros seres essa mesma dor? — o homem virou seu rosto sem delicadeza em sua direção. — Tenho certeza que gozava sempre que os machucava dessa forma. – voltou a pisar em seu rosto, o mantendo assim, contra o chão. — Diga-me se estou errado.

A mordaça foi retirada para que o idoso pudesse falar, no entanto, não houve resposta, seu corpo estava mole e ele não conseguia se concentrar o bastante para que uma frase sequer fosse dita. Facilmente o estranho o jogou no chão de costas e subiu em seu abdômen, o sorriso não diminuindo assim como o ódio em seu olhar. A mordaça retornou para a boca da vítima e ele sentiu a ardência do tapa dado no lado esquerdo do seu rosto e a dor na parte posterior de sua cabeça após a ter batido no chão com o impacto. Uma mão então estava em seu pescoço, o sufocando, e a outra habilidosamente desabotoava seu jeans velho e ele temeu horrorizado o que lhe aconteceria, mas sabia que não importava o que fizesse, não poderia impedir qualquer ato desagradável contra a sua pessoa. O jeans foi retirado, o deixando agora somente com uma blusa em farrapos e o samba-canção que cobria suas partes íntimas, o homem mais novo lhe observou, pairando sobre ele, o olhando de cima com ar superior e um brilho de desgosto. Por mais que não soubesse a identidade do agressor que o observava, o velho homem sabia que o quer que tivesse feito para merecer tamanha tortura, foi algo imperdoável.

E ele sabia que tinha feito e, que Deus o perdoe, ainda fazia muitas coisas imperdoáveis.

A lanterna que iluminava seu pesadelo havia enfraquecido e mal conseguia ver além do homem que havia voltado a se abaixar e agora lhe retalhava com vários cortes. Não sabia se seria seu fim, mas tinha noção que sofreria durante todo o processo. Foi então que a única peça que lhe oferecia alguma proteção fora rasgada do seu corpo assim como a sua blusa e, em instantes, ele estava nu. O rapaz se levantou, jogando a faca ao lado do seu rosto e rodeou seu corpo maltratado, rindo. O som que saiu da boca dele era aterrorizante. O riso de um assassino que estava prestes a liquidar sua presa, trucidá-la com o maior prazer que ele poderia conseguir com tal ato.

Seu corpo foi jogado para frente com o chute que recebeu nas costas, o agressor o obrigou então a ficar de bruços enquanto alcançava a garrafa de vidro que havia sido colocada perto da parede em que a vítima outrora havia se apoiado. O velho homem sentiu uma fisgada no braço direito enquanto aquilo que parecia ser uma agulha entrava dentro de si. Escutou o baque mudo da seringa contra a parede e, logo após isso, a mão que a segurava estava em suas nádegas, as separando. Em uma reação instintiva, o homem jogou seu corpo para o lado violentamente em uma tentativa de impedir o toque, porém descobriu que era impossível, o agressor o segurava na mesma posição com o joelho esquerdo, a pesada bota contra sua cabeça. Ele não podia virar, nem gritar pedindo por socorro.

Sem piedade ou compaixão, o homem mais jovem socou a boca da garrafa no ânus do idoso amarrado e amordaçado, não houve amenização, deixando claro que além de um estupro, aquilo também era uma tortura.

A vítima por sua vez passou a se contorcer, tremendo e chorando enquanto lamuriou palavras abafadas pela mordaça. O agressor forçou o corpo abaixo ao seu no chão, colocando seu peso na parte esquerda, impossibilitando qualquer movimento do subjugado. A garrafa foi forçada e mais da metade entrou de uma vez. Seu orifício ardia e o idoso sentia o sangue descendo pelas suas coxas, a pressão em seu ânus era muito forte, forte o suficiente para quebrar a parte da garrafa que estava dentro de si. O homem acima dele gargalhou com vontade, usando a ponta da parte quebrada para rasgar profundamente sua nádega direita e a vítima, em agonia, sentiu a mudança de posição do assassino, percebendo que agora ele estava debruçado sobre si, com o rosto próximo ao seu.

— Não é agradável, não é mesmo? A sensação de ser rasgado e dilacerado. O sentimento de estar sujo e de ser usado. A percepção de que alguém lhe tocou tão intimamente mesmo contra sua vontade. — o estranho sussurrou em seu ouvido, a voz mostrando todo seu ódio e toda a sua raiva. — Quando todos esses sentimentos e toda a violência são direcionadas a você não soa tão divertido, mas quando você as impõe em alguém mais fraco, é prazeroso.

O agressor bateu então a sua cabeça contra o chão e se levantou, chutando suas costas em uma despedida antes de sair, deixando o homem idoso amordaçado, amarrado e sangrando com vários pedaços de vidros em seu ânus. Uma estranha sensação de formigar se fez presente em seus lábios enquanto toda a sua boca ficava lentamente dormente, uma coceira incomum surgindo ao redor da sua língua, as extremidades de seus dedos e suas orelhas passando a queimar. O velho homem se sentiu começar a ficar tonto, sua cabeça girando com a náusea. Ele sentiu o estômago contrair e tudo o que havia comido sair por sua boca, a mordaça impedindo com que o conteúdo fosse jorrado no chão, tendo como consequência o vômito descendo por seu pescoço e peitoral ou de volta para dentro da sua goela.





A bateria da lanterna durou muito menos do que o planejado.

Não poderia prosseguir em seu intento quando seu campo de visão estava reduzido e sua percepção era ineficaz. Estava no grand finale e, portanto, não poderia haver falhas de sua parte. Cada minuto, segundo, movimento e decisão a partir de agora era decisivo para o seu total sucesso ou completo fracasso. Não poderia deixar que todo o tempo investido nesse trabalho fosse perdido por um deslize, não, iria ser perfeito. Prosseguiria. Não havia polícia, investigadores ou detetives que fossem lhe parar. Devia isso a ele, não importa o que acontecesse.

Caminhou suavemente para a entrada do Hotel e apesar de todos os anos de abandono, o lugar ainda estava de pé, sujo e fedido, maltratado pelo tempo em que as pessoas ainda eram corajosas para entrarem lá. Agora, no entanto, o local fora declarado como assombrado pelo governo e, quando isso acontece, fica decidido que a entrada no local está proibida em um acordo silencioso da população. Afinal, seu país realmente é supersticioso e cheio de crenças religiosas. Tudo besteira em sua opinião, contudo não reclamaria, a crença irracional e o medo facilitaram e muito em seu plano. Tinha a certeza que não seria pego, mesmo que a luz da lanterna chame a atenção em um lugar tão escuro e, caso fosse visto, ele estava de máscara e capuz justamente para que não fosse reconhecido. Sua aparência não era comum, por isso é fácil ser reconhecido.

Abriu a porta do motorista procurando a alavanca que abria o porta-malas, não demorou a achá-la, abriu e, em seguida, caminhou sem pressa até a parte posterior do carro e verificou os utensílios que guardara ali. Retirou a lanterna extra que trouxera por precaução e verificou a bateria, sorrindo satisfeito por servir perfeitamente para o seu propósito, ele a guardou na bolsa de suas vestes e retirou a caixa de porte médio, fechando o porta-malas.

Apressou os passos, a hora avançava rápido demais e se não se apressasse ele não terminaria no tempo planejado. Subiu a escadaria em espiral, parando então no segundo andar e adentrando o terceiro quarto a direita. Quando retornou ao local abandonado, encontrou o corpo de sua presa contorcendo-se no chão. Tinha apenas trinta minutos para terminar sua obra de arte. Retirou a colher, o pequeno pote contendo gasolina, o isqueiro e um grande pote contendo o ácido da caixa.

Com todos os ingredientes a postos, ele pegou a corrente presa ao pescoço do homem mais velho e prendeu ao gancho, mas não o suspendeu, ainda queria brincar antes do veneno o paralisar completamente. Pegou a gasolina e passou em cada ponta dos dez dedos da mão do homem amordaçado e acendeu o isqueiro. Com fascínio, o assistiu se debater enquanto seus dedos pegaram fogo, as labaredas advindas do fogo dançavam nas paredes e teve que resistir a vontade de gravar o momento - ele era cauteloso demais para manter uma prova irreversível contra si mesmo. Ele então extinguiu o fogo com tristeza, pois já não possuía muito tempo. Mesmo que a ideia fosse repulsiva, ele estava fadado a apressar seus passos.

Rapidamente pegou a colher e se aproximou do corpo que se estendia mole, a vida esvaindo-se a cada minuto que passava. Pressionou a cabeça da colher na orbe ocular direita assistindo os olhos verdes se esbugalharem em terror e o corpo tremer violentamente. Sorriu divertido, era realmente delicioso ver o pânico estampado na face de quem odiou por tantos anos. Afundou a colher lentamente, o sangue passou a escorrer e o corpo do homem debateu-se fracamente, ainda assim, ele precisou pressionar seu corpo contra o da vítima para o manter quieto. Respingos vermelhos caíram em sua máscara e vestes e a raiva o atingiu, logo a orbe ocular que um dia havia sido verde rolava pelo chão do quarto. Em minutos a orbe esquerda teve o mesmo fim.

Satisfeito, ele analisou a presa; seu corpo estava novamente mole, seus sinais vitais já extremamente fracos, poucos minutos para a paralisia chegar. Ele se afastou do corpo estendido no chão e, com pressa, retirou a sua mordaça, abrindo a sua boca e despejando o ácido na cavidade bucal. O homem debateu-se automaticamente, convulsionando, o ácido percorrendo seu corpo, corroendo tudo em seu caminho por dentro. Em segundos a boca estava estourada e irreconhecível. O velho homem suspirou pela última vez, caindo no esquecimento.

Sorrindo, o assassino passou a deslizar a faca profundamente pelo peito do idoso, dando o toque final.

Terminado o último preparativo, guardou tudo dentro da caixa e saiu do quarto, deixando um corpo dilacerado e irreconhecível pendurado pela corrente no pescoço, amarrado ao gancho no teto.


Ele caminhou suavemente pela saída enquanto assobiava uma cantiga de um antigo filme animado, andando com a mão esquerda no bolso e de olhos fechados. Finalmente, depois de todo o tempo de espera, havia queimado os dedos sujos, arrancado os olhos maliciosos, corroído a boca podre e apodrecido por fora o que já era podre por dentro. Havia finalizado com louvor seu intento.

Estava agora pronto para voltar para casa, mas seus passos cessaram ao mesmo tempo em que um homem poucos centímetros mais baixo do que ele se colocou em sua frente. Seu corpo estava coberto com uma enorme capa com capuz protegendo sua identidade e do vento gelado da madrugada, as mãos dentro dos bolsos, o sapato social com um brilho lustroso mesmo na escuridão, a calça social despontava onde a capa findava. Os olhos o analisavam intensamente e a postura corporal do homem lhe dizia que não estava ali para brigar, mas não hesitaria em se defende de qualquer ataque partido de sua pessoa.

A postura dele não estava diferente, a rigidez em seus ombros deixava claro que não gostou da inusitada visita.

Os olhos intensos do homem se desviaram dos seus e observaram a estrutura do hotel abandonado, após a silenciosa contemplação, as orbes azuis focaram no assassino novamente observando o estado de suas vestes e a caixa que segurava com a mão direita.

— Faça os últimos preparativos — o homem disse olhando para caixa em sua mão e em seguida para o carro. — O encontrarei em sua casa para conversarmos. 

20. Juli 2018 20:19:59 0 Bericht Einbetten 3
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