alexiadmont00 Paulo André

Tomada pela cólera, a destemida Ágata deixa os reinos de Ilion/Tróia nos quais governa com soberania e parte em uma jornada para a Grécia, empunhando a espada sagrada e liderando os homens mais fortes com os quais pode contar, a fim de confrontar com a toda poderosa rainha Morgana e seu imbativel exército, na intenção de realizar mais do que um resgate.


Fantasy Mittelalter Nicht für Kinder unter 13 Jahren. © Todos os direitos autoras ao autor Paulo Elias Andé

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A rainha Morgana

Aos poucos, os pesados olhos de Ieda vão se abrindo e logo uma visão embaçada se manifesta. Sente-se ainda meio tonta por conta do acontecido àquela manhã.

"Aqueronte" pensa a mulher ao se dar conta do lugar onde agora se encontra. "Sem dúvidas esse é o reino dela".

O som melodioso do uma harpa penetra os tímpanos daquela que acaba de recuperar a consciência. "Minha velha amiga" pensa.

Logo, Ieda corre os olhos pelo senário que acaba de se formar diante de si, analisa cada centímetro, imaginando qualquer possibilidade de fuga. De repente, uma sensação de náusea lhe domina. Sabe que virara as costas para o lugar assim que o destino lhe dera a oportunidade de fazê-lo. "Achei que jamais voltaria a pisar aqui".

- Que bom que você esta bem minha líder! - diz um homem que se encontra amarrados ao lado da mulher. - Já estávamos preocupados. Você ficou inconsciente por muito tempo!

- Isaque...! - expressa Ieda assim que reconhece a face de seu fiel amigo. Logo nota outros quatro companheiros também presos ao seu lado. Cada um deles se manteve junto a ela até o fim - pela manhã do mesmo dia.

- Nos estamos bem! - diz outro dos homens ao perceber que sua líder tem lagrimas nos olhos. Sabe que chegaram ali em vinte homens e agora são apenas seis pessoas contando com ela. - É sua força que nos da toda a força de que precisamos. Sempre foi assim e...!

- Atenção rebeldes, soldados e servos...! - grita um dos generais que cercam Ieda e os homens que tem a acompanhado na rebelião contra o reinado da rainha Morgana. -... Façam silencio a Soberana rainha quer falar agora!

Logo o entoado som que até então preenchia todas as dimenções do lugar trazendo uma estranha sensação de paz, se cessa, dando agora a vez a um silencio perturbador.

Ao fitar o trono mais adiante, a mulher reconhece a rainha que ali se assenta. "Morgana" pensa enquanto a vê colacar a harpa que tocava em um pequeno altar e se levantar em seguida.

Apos afastar-se de seu trono, a rainha, cujas vestes são negras - como o próprio anoitecer, caminha por entre os muitos corpos estirados pelo chão do lugar. Segue em direção aos rebeldes capturados por seus generais.

- Ieda...! - diz assim que se põe à frente da líder dos rebeldes. - Sabíamos que esse dia haveria de chegar!

Nesse momento, a prisioneira arqueia o cenho enquanto encara a mulher diante de si. Mais uma vez se vê refletida no azul sem igual dos olhos lhe fitam.

- Parece ser esse o nosso destino, não é... Velha amiga! - exclama Ieda cujo olhar é extremamente penetrante.

Sem que a mulher esperasse, um de seus homens, que havia se soltado das amarras, repentinamente levanta-se e ataca a rainha da Grécia.

- Orestes... Não! - grita a líder dos rebeldes já sabendo qual seria o resultado de uma ação tão displicente.

Logo o homem sente o gosto do próprio sangue que lhe sobe à garganta enquanto sua traqueia é esmagada pela garra da rainha.

Enquanto joga ao chão o corpo do homem que tentara lhe acatar, Morgana percebe lágrimas nos olhos daquela que se encontra de joelho diante de si.

- Isso é o que acontece por você e esses tolos se levantarem contra o meu reino! - afirma a rainha aproximando-se ainda mais de sua ilustre prisioneira.

Ieda assustasse ao ver que a poderosa líder dos exércitos da Grécia se abaixa bem a sua frente, como se fosse lhe dar um abraço. De repente, a ranha arranca uma pequena adaga que estava escondida em um suporte preso na perneira de sua prisioneira tirando-se qualquer possibilidade represália.

- Parece que a gente se conhece mesmo bem, velha amiga! - diz Ieda reconhecendo que já não há mais um fator surpresa para se apegar.

- Imaginei que isso tivesse escapado à vista de meus generais! - diz a rainha Morgana voltando a ficar de pé e agora se voltando para seus homens.

Ao notar que sua líder parece mesmo pronta para aceitar seu destino, Árame, um dois poucos homens de Ieda que ainda estão vivos, e aquém também conseguira se libertar, aproveita o fato da rainha estar de costas para agir. Logo, o homem acreditando que conseguiria o que ninguém jamais conseguiu, parte em direção a grande rainha do lugar.

- Árame...? Não faça isso! - grita mais uma vez a líder dos rebeldes antes de ver mais um de seus amigos sucumbir diante daquele exército.

Tendo o corpo atravessado pela lança atirada por um dos generais da rainha, o homem cai já sem vida diante dos olhos de sua líder e de seus poucos companheiros.

- Três homens é o que te resta querida Ieda! - afirma a rainha Morgana fitando a mulher cujo olhar agora encontra-se perdido. Mais uma vez a soberana da Grécia aproximasse de sua ilustre prisioneira.

- Afinal o que você quer de mim...? - indaga a mulher que vira quase todos os seus seguidores serem massacrados pelos generais ali presentes. - Por que ainda estou viva? Sei que isso não é de seu feitio, velha amiga!

Nesse momento, a rainha Morgana encara Ieda com um olhar penetrante. Manuseia a adaga que acabara de lhe tirar.

- A adaga da amizade! - diz mostrando o objeto. - Vejo que você não se desfez mesmo dela!

- Ela é importante demais para ser descartada. Eu sei à que ela esta destinada e duvido muito que você já tenha se esquecido disso, velha amiga! - diz Ieda sem desviar o olhar.

- Querida Ieda, penso que você deva saber o motivo pelo qual eu enviei meus generais para capturar você essa manhã! - diz a rainha.

- Você os mandou para realizar um massagre. E foi o que eles fizeram! - responde a pricioneira que aquela manhã presenciara a destruição da maioria de seus amigos, assim como a de seus sonhos.

- É assim que você me resume, querida Ieda? - inda a rainha.

- Na verdade eu já não sei mais nada sobre você há muito tempo, desde que você afastou-se do bom caminho! - afirma a mulher que tem liderado a rebelião desde que a rainha Morgana se levantara dentre as sacerdotisas do palácio para governar no lugar do soberano rei do lugar. - Além do mais eu queria mesmo entender por que você se tornou tão perversa, velha amiga?

- Perversa? - indaga a rainha já sorrindo das palavras que escolhera a mulher a sua frente. - Eu prefiro o termo Absoluta!

- Absoluta...?! - agora é Ieda quem dá uma pontinha de sorriso. - Você é uma assassina. E seu exército é o mais sanguinário do qual já se ouvira falar. Você se tornou ainda pior que seu falecido marido, o rei Agamêmnon!

De repente, a face da rainha passa por uma mudança sombria. Sabe do poder e da influencia de seu marido. Não pode se esquecer do que precisara fazer para chegar ao poder, nem tampouco do motivo pelo qual o fez.

- Caso você não saiba, querida Ieda, nem eu mesma entendo por qual motivo eu optei por ignorar suas ações tolas e irritantes contra o meu reino. Mas, agora já não posso mais fazer isso...! - diz a rainha dando-se conta do rumo o qual a conversa estava seguindo.

- Não pode ou não quer, velha amiga? - retruca a pricioneira.

- Não quero. Não mais! - diz a rainha secamente. - E tem mais um motivo para você está aqui e agora! - afirma Morgana com uma séria expressão em sua face. - Preciso saber se é você quem está matando os meus homens!

- O que...? - expressa Ieda não compreendendo a indagação da ex-amiga. - Se você está se referindo aos soldaddos que morreram confrontando a mim e ao meus homens eu...!

- Não! - interrompe a rainha. - Claro que não me refiro aqueles que caíram em batalha. Falo dos homens que estão sendo assassinado na calada da noite quando não estão em combate!

- Não sei a que você se refere, velha amiga. Minhas ações contra seu reino são de certa forma, pacifica. Só ocorreu violência quando houve confrontos entre a gente!

Nesse momento, Morgana se mostra pensativa. Sabe que a mulher a sua frente não esta mentindo, pois, lhe conhece muito bem. Jamais enviou sua força máxima contra os rebeldes, talvez para adiar a morte daquela que fora um dia mais do que uma amiga.

"Poucas situações nessa vida me fazem titubear" pensa a rainha imaginando por que Ieda ainda vive. Logo, volta seus pensamentos para o que tem lhe perturbado. Quem mais ousaria afrontá-la. "Mais de cem de meus homens já foram encontrados mortos nos últimos messes. Não gosto quando algo assim acontece, especialmente se não for em um confronto por algum objetivo especifico".

- Minha rainha... Minha rainha! - grita um dos generais responsáveis pelas rondas no reino da Grécia, aquém chega correndo no lugar.

- O que foi Pergus...? - indaga Adrianus, um dos outros generais que se encontram no salão do trono da rainha. - Não vê que a nossa soberana esta muito ocupada agora?

- O que está acontecendo ai Adrianus? - indaga a rainha cuja atenção agora se volta para seus generais.

- Não é nada minha Milady... Nada que mereça sua atenção! - diz adrianus para sua soberana.

Logo o general que entrara ofegante no lugar passa por seu companheiro e aproximasse de sua rainha curvando-se imediatamente perante a ela.

- Me perdeu entrar assim minha soberana! - diz o homem já com a cabeça no chão.

- Você ficou louco, Pergus...! - indaga mais um dos generais que também se aproxima da rainha e daquele que se encontra curvado diante dela. - Não deveria ter abandonado seu posto, e muito menos incomodar a nossa soberana. Não vê que há uma aniquilação em andamento? Você será punido por...!

- Basta Biomantes! - irrita-se a rainha. - deixa que o general Pergus diga o que tem para dizer. Caberá a mim decidir se a interrupção dele merece ou não uma punição!

- Perdoe-me mais uma vez, minha rainha. Não era de minha intenção interrompe-la e nem tampouco deixar o meu posto na vigília, eu...!

- Diga logo de uma vez o que você tem a me dizer! - grita a rainha.

- Tem um exército em suas terras, minha soberana! - afirma o homem, quase tropeçando nas próprias palavras.

- O que? - expressa Morgana, notavelmente incrédula. Sabe que há muito tempo nenhum exército ousou desafiá-la.

Logo muitos comentários se fazem no lugar. Ninguém consegue imaginar quem poderia liderar um exército até o reino da Grécia para enfrentar o poderoso exército do lugar.

- O que você viu nesse exército de tão importante que o fez vir direto a mim e não aos outros generais? - indaga a rainha já curiosa diante da situação.

- Eles são muitos Milady. A quantidade me chamou muito a atenção. Cheguei a pensar que eram dos nossos, mas logo percebi que não eram!

"Isso não pode ser possível" pensa a soberana da Grécia. "Será que...? Não isso seria mesmo impossível".

- Você viu quem lidera esse tal exército, Pergus? - indaga o general Adrianus.

- Sim. Eles estão sob o comando de uma mulher! - responde o homem para seu companheiro.

"Será que o Oráculo estava mesmo certo?" continua Morgana em seus pensamentos.

- Uma mulher liderando um exército com grande volume de soldados? É isso mesmo que você viu, Pergus? - Indaga Norah, mais uma general da rainha Morgana, aguém mais cedo ajudara a capturar os rebeldes que ali se encontram.

- Foi o que eu vi, Norah! - responde o homem que nota que sua rainha parece perdida em pensamentos. - Mas isso não é a única situação a qual me chamou a atenção e me fez vir direto até a nossa soberana!

- O que mais te chamou tanto a atenção, general? - indaga a rainha cujo olhar que agora lança para Pergus o deixa estremecido.

- Eu vi pelo menos um dos soldados deuses junto a eles! - balbucia o general.

Nesse momento, Ieda e seus poucos homens notam que a informação de que os soldados deuses estão no campo de batalha parece ter perturbado a mente da rainha. "Será que a Medéia decidiu mesmo agir e se levantar contra esse reino" pensa a líder dos rebeldes e imagina que o mesmo esteja se passando pela cabeça de Morgana.

"Tantas e tantas vezes tentei uma aliança com a Medéia e nunca obtive uma resposta satisfatória. E agora ela finalmente se decidiu por sair de seu esconderijo para agir, e justamente contra mim" reflete Morgana desacreditada do que pode esta acontecendo em seu reino. "Como ela conseguiu um exército. É bem verdade que os poucos homens que ela tem são muito fortes, e não é atoa que eles são chamados de soldados deuses".

- Tem mais uma coisa que a senhora precisa saber minha rainha...! - diz o general Pergus interrompendo aos pensamentos de sua soberana. - Eu acreditei que fosse a propria Medéia que tivesse liderando aquele exército, pelo fato de ter notado a presença de um de seus homens ali. No entanto, logo percebi que estava enganado!

-Você viu a face dela, general Pergus? - indaga Morgana já com curiosidade estampada na face. Viu a face da mulher que lidera o tal exército?

- Sim minha rainha. Eu a vi sim! - afirma o homem.

- E quem é ela, afinal. Diga logo quem é aquela que ousou se levantar contra o meu reino?- continua a rainha a indagar seu general.

-Eu não a conheça minha soberana. Ela não parece ser da Grécia!

"Será que é ela. Será que aquela mulher veio mesmo me afrontar aqui em minha própria terra" pensa a rainha.

-Tem mais uma coisa que me chamou a atenção, Milady!

- O que foi? Diga de uma vez homem! - reage Morgana, já irritada diante do mistério que faz seu general.

Estou certo de que a espada a qual ela empunha não é outra se não a espada desaparecida a qual todos chamam de a espada sagrada!

"Já não tenho mais dúvidas... Ela está mesmo aqui" pensa a rainha soberana do reino da Grécia. "Ágata de Tróia".

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Olá! Eu sou o autor Paulo E. André. Esse foi o capítulo piloto do livro que veio para abalar (de maneira possitiva) as estruturas psíquicas e emocionais do leitor. Espero mesmo que tenham gostado. Seu comentário é muito importante para a sequência dessa obra. Desde ja agradeço pela sua leitura.


Não percam o próximo capítulo dessa obra, que se chamará...

"Abalan-se as estruturas do Aqueronte"



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31. Oktober 2021 15:59:53 0 Bericht Einbetten Follow einer Story
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