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[ONESHOT PWP] Natal: centro das festividades de fim de ano, no qual a maioria das pessoas apenas aproveita o feriado para comer, ficar com quem têm apreço, exibir diferentes decorações natalinas, trocar presentes... e, no caso de Jeongguk, ser fodido pelo namorado até perder as forças enquanto usa sua lingerie recém comprada especialmente para este momento. |Especial de Natal ♡ |Capa por: @hyungvante |Todos os direitos reservados © hyungvante |Publicada em: 24.12.20 |Tag da fanfic no twitter: #FelizNatalTK |Bottom JK; Top Tae


Fan-Fiction Bands/Sänger Nur für über 18-Jährige.

#Jeongguk #Oneshot #Gay #Lingerie #LGBTQ+ #Lemon #TopTae #Jkbottom #Yaoi #PWP #Jungkook #Taehyung # #Taekook #Vkook #Natal
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Jeongguk de presente

[NOTAS]: Olá! Estou postando essa fic para testar, pois sou nova nessa plataforma, então tenham paciência comigo, por favor >.<

Queria agradecer a Naju, por betar essa one para mim, te amo gata 💜

As músicas citadas são Sex Trip do Jay Park e Noises da Jessi Malay, respectivamente marcadas em negrito. Quem quiser ouvir enquanto lê, fica à vontade.

Espero que gostem! Enfim, se deliciem!

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Estúdio fotográfico em Gangnam-gu, Seul.

4:16 p.m. 6 dias antes do natal.


Jeongguk pegou o elástico de cabelo roxo, que deixava em seu pulso, e começou a prender algumas mechas de seus fios escuros — os quais ondulavam nas pontas — atrás da cabeça, deixando a franja repartida solta. Logo, alguns membros do staff começaram a retocar sua maquiagem e arrumar seus fios rebeldes.


Quando se afastaram, o garoto ajoelhou-se sobre um tapete branco felpudo, o qual fazia parte do cenário montado no centro daquele estúdio fotográfico, e aproveitou-se do breve momento antes de voltarem a tirar fotos de si para olhar ao redor.


Os olhos escuros passaram pelas pessoas que arrumavam os equipamentos de iluminação, pelo fotógrafo limpando a lente de sua câmera, a entrevistadora esperando-o terminar a sessão de fotos, e pousaram, por fim, sobre a figura de Taehyung, seu namorado.


O mais velho olhava-o atentamente, alguns fios de seu cabelo loiro escuro caíam sobre os orbes castanhos; as mãos nos bolsos da calça de flanela marrom alaranjado afastavam o paletó que fazia parte do conjunto, o qual usava por cima de uma blusa de gola alta preta. Jeongguk achava seu senso de moda singular, porém qualquer vestimenta que o companheiro usasse ficava perfeito.


O Jeon sorriu ladino ao perceber a atenção do Kim totalmente sobre si e ajeitou-se no lugar, sem desviar o olhar do dele. Inclinou-se para trás, usando as mãos para apoiar o corpo, com isso, a jaqueta que usava escorregou por seus ombros, deixando-os à mostra, junto dos braços torneados. Afastou mais as pernas, evidenciando as coxas fartas que estavam vestidas com uma calça jeans escura cheia de rasgos, pelos quais aparecia sua pele clara coberta pela meia calça arrastão preta. A barra dessa marcava sua cintura estreita e o cropped preto deixava seu abdômen definido visível.


Taehyung passou a língua sobre os lábios rosados, percebendo a tentativa do moreno de o provocar. Deu certo, porém não podia fazer nada do que queria com ele naquele momento.


— Lindo… – Limitou-se a murmurar, sabendo que o mais novo não sabia lidar muito bem com seus elogios repentinos.


Jeongguk corou e sorriu tímido. Suas bochechas se pintaram adoravelmente de um rosa claro e o garoto desviou o olhar para frente, no exato momento em que um flash incidiu sobre si.


— Perfeito! – Disse o fotógrafo, checando a foto recém tirada antes de voltar a colocar a câmera em frente ao próprio rosto, dando continuidade ao seu trabalho. – Sua dualidade é incrível, Jeon!


Eu que o diga, pensou Taehyung.


A sessão de fotos correu sem nenhum grande acontecimento e logo o garoto estava sentado em frente a entrevistadora enviada pela famosa revista.


Jeon Jeongguk entrou para a indústria musical bem jovem, praticamente cresceu nesse mundo. Com seus 22 anos de idade já era um cantor muito conhecido, não apenas por suas músicas, mas também por ser um modelo de representatividade em um país extremamente preconceituoso.


Revelou publicamente sua orientação sexual há quase dois anos atrás e começou a usar as roupas que desejava. Sofreu muita discriminação, porém a maioria das pessoas, incluindo seus fãs, o apoiaram; viram em si o incentivo para se assumirem e serem quem eram de verdade. Isso o motivou a continuar.


Usava a música como um meio de passar mensagens de apoio e conforto para aqueles que viviam o que passou ao se assumir homossexual ou que viriam a passar também. Além de mostrar aos outros que toda forma de amor era válida, independente de como fosse.


Aos 21 anos, conheceu Kim Taehyung, CEO de uma empresa muito importante tanto nacional quanto internacionalmente, no casamento de Jung Hoseok, um amigo em comum de ambos. Tamanho foi o choque de todos quando os dois assumiram namoro meses depois. Superaram juntos todo preconceito e mantiveram um relacionamento forte e muito fofo – segundo fãs do casal.


Jeongguk sorriu ao relembrar sua própria história durante as perguntas feitas pela entrevistadora, a qual atendia pelo nome de Hanwool. Tinha muito orgulho de quem se tornou e de tudo que conquistou.


— Então, Jeongguk – disse a mulher, que parecia animada com a conversa –, demorou para aceitar sua orientação sexual? Como foi?


— Bom… – Respirou fundo, observando Taehyung, que tomava alguma bebida ao longe e o incentivava com o olhar. – Levei muito tempo para aceitar a ideia. Mas quando eu me apaixonei por um garoto, aos 19 anos, entendi que eu deveria aceitar isso; que não havia nada de errado. Fazia parte de mim, era apenas meu eu verdadeiro. Quando me assumi publicamente, foi como se tivesse deixado cair todas as minhas máscaras. Foi libertador.


Hanwool sorriu junto ao garoto antes de continuar:


— Muitos lhe criticam por causa das roupas que usa. Os comentários mais frequentes falam sobre serem roupas femininas e que influenciam sua sexualidade. O que tem a dizer sobre isso?


— Coitadas dessas pessoas, deveriam procurar um médico porque ignorância é grave – falou, vendo a outra segurar um risinho. – Só quero dizer que as pessoas deveriam entender que roupas não tem gênero, não são masculinas nem femininas. São apenas tecidos moldados para cobrir um corpo, seja ele como for. Meros pedaços de pano não definem meu interesse por homens, e nem o de ninguém. Além de que, usar calcinha, saia, meia calça, ou o que for... Nada disso faz com que eu seja menos homem.


— Ainda no assunto sobre roupas, quais são suas favoritas?


— Gosto de meia calça arrastão, sabe? Adoro como meu corpo fica quando as uso. Ah, eu amo croppeds! Porque deixam minha barriga à mostra. – Colocou a mão sobre o local, sentindo os gominhos que tanto admirava. – Não malho tanto para esconder meu abdômen depois, e nem o resto do meu corpo. O que é belo tem que ser mostrado.


O moreno sorriu presunçoso, sendo acompanhado por Hanwool, antes da mulher fazer mais algumas perguntas para finalizar a entrevista.


Assim que foi liberado, Jeongguk andou rapidamente até o namorado, o qual havia aceitado acompanhá-lo para dar-lhe suporte, pois estava bastante nervoso. Era uma revista realmente muito famosa, sendo um desejo de vários artistas se tornarem a matéria principal. O que aconteceu com o Jeon. Ele não podia estar mais feliz.


— Hyungie! – Chamou animado, antes de passar seus braços ao redor da cintura alheia em um abraço apertado, descansando seu rosto no pescoço de pele bronzeada e cheirosa do outro.


– O que você achou? Como eu fui?


— Perfeito… – Pronunciou com sua voz rouca, embrenhando seus longos dedos pelos fios pretos para deixar um carinho gostoso ali. – Você estava simplesmente perfeito, amor.


O mais novo abriu um sorriso que evidenciava covinhas adoráveis, sentindo ambas as mãos de Taehyung segurando-lhe o rosto suavemente, afastando-o de onde estava com a intenção de encará-lo. Inclinou-se levemente para juntar seus lábios aos do outro, selando de forma demorada.


— Obrigado por ter vindo, TaeTae – disse de forma manhosa, brincando com a fivela da Gucci que enfeitava o cinto preto de couro do Kim. – Você teve que cancelar seus compromissos na empresa só ‘pra isso…


— Não precisa agradecer, Gukie. E ‘tá tudo bem em relação ao meu trabalho. Você é muito mais importante, bebê – falou, aproximando-se da orelha do Jeon, observando os efeitos que lhe causava apenas com o tom de sua voz. – Agora temos que ir, Jimin e Yoongi-hyung já estão nos esperando para comemorar.


— ‘Tá bom… – disse baixinho, percebendo que seus pelos ainda estavam arrepiados.


Taehyung beijou a pintinha que o moreno tinha na lateral do pescoço, entrelaçou seus dedos aos dele e puxou-o em direção a saída.


— Ah! Eu trouxe o leite de banana que você gosta, Gukie – proferiu, estendendo um casaco para ele.


Estavam no inverno e não queria que seu amado passasse frio usando apenas aquela jaqueta simples.


— Na garrafinha? – Perguntou o garoto, seus olhos brilhando e fazendo o Kim rir todo bobo.

Jeongguk se referia a uma garrafinha de plástico transparente, com desenhos de coelhinhos cor-de-rosa, que havia ganho de sua mãe na última oportunidade que teve para visitá-la. Portanto, esse objeto se tornou especial para o mais novo.


Taehyung achava adorável sempre que via seu namorado bebendo algo naquela garrafinha, pois parecia uma mamadeira.


— Sim, bebê, na garrafinha.


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Condomínio em Gangnam-gu, Seul.

Casa de Jeongguk e Taehyung.

8:07 p.m. 6 dias antes do natal.


— Parabéns! – Gritou Jimin, sorridente, ao estourar uma bombinha de confete em frente ao seu rosto quando passou pela porta de entrada da casa.


— Céus… – respirou fundo para conter o gritinho que quase soltou pelo susto. – Parece até que é meu aniversário.


— Não é seu aniversário, mas você ‘tá sempre de parabéns. – Taehyung soltou baixinho, segurando a cintura estreita por trás do moreno, o qual soltou uma gargalhada fofa.


Ambos retiraram seus casacos e sapatos, calçando os chinelos que deixavam na entrada, antes de adentrarem o local tão bem conhecido. Jeongguk reparou que Jimin usava calça e camisa social, indicando que havia acabado de sair do trabalho.


Park Jimin era secretário e melhor amigo de Taehyung. A amizade de ambos perdurava desde crianças, quando se conheceram. Já Min Yoongi, que percebera, ao longe, estar sentado em uma das poltronas da sala, era produtor musical da empresa para qual Jeongguk trabalhava, onde o conheceu e acabaram se tornando amigos em pouco tempo.


— Parabéns é o mínimo que podemos dizer, Jeongguk-ah – comentou Yoongi, se aproximando de todos. – Você apoia o movimento LGBTQ+ abertamente, lutando por seus direitos e igualdade social e…


— Além de ser assumidamente gay, se relacionar com um homem que tem grande influência e se vestir como bem quer em um país tão preconceituoso como esse. – Jimin interrompeu a fala alheia, sorrindo arteiro ao receber um olhar sério do mais velho. Adorava provocá-lo.


— Então, como eu estava dizendo... Você estar na capa de uma revista famosa como assunto principal, falando sobre tudo isso, é um grande feito. E também traz mais visibilidade para a causa. Estou orgulhoso, garoto.


— Todos estamos… – O Kim sussurrou, beijando carinhosamente a cabeça do namorado.


— Parem com isso… Se eu chorar vai borrar minha maquiagem – falou com a voz chorosa e falsamente irritada. Se emocionava facilmente.


— Já chega desse assunto emotivo. Vamos para a festa! – Jimin disse animado, andando em direção à sala.


— Não é uma festa, Ji. – O loiro retrucou o melhor amigo.


— Meu bem, onde tem Jimin, tem festa. – Colocou as mãos na cintura, sorrindo e jogando a franja acastanhada para o lado. – Vamos logo! Vem, gatinho. – Puxou a mão de Yoongi.


Jeongguk suspirou. Seus dois amigos formavam um belo casal, além de agirem como tal. Infelizmente recusavam-se a entrar oficialmente nesse tipo de relacionamento. Mas ainda tinha esperanças de que um deles tomasse vergonha na cara e pedisse o outro em namoro.


Acreditava até que eles pulariam toda essa parte e apareceriam já casados.


Não custava sonhar.


Sentaram todos ao redor da mesa de centro da enorme sala, onde havia alguns pratos de comida, principalmente as favoritas do moreninho, e garrafas de soju, cerveja e vinho.


— O Jin-hyung enviou a comida. – O Min falava enquanto preparava os pratos e talheres para a refeição. – Ele estaria aqui, mas-


— A esposa do Joon-hyung entrou em trabalho de parto. – O interrompeu novamente, recebendo um olhar irritado dele. – E ele teve que ir até o hospital acompanhar ela e ver o Hyung, porque ele ficou tão nervoso que foi internado lá também.


— Não acredito! – Taehyung gargalhou alto, sendo acompanhado pelo moreno ao seu lado.


— Espero que eles fiquem bem.


Jeongguk inclinou-se sobre a mesa com a intenção de pegar uma das garrafas com líquido claro para servir a todos, mas foi interrompido por Jimin, que o impediu de fazer isso alegando que era seu dia especial. Ele mesmo se encarregou da função, ficando com a própria garrafa, ao invés do copinho de bebida como os outros, antes dos quatro brindarem.


Em algum momento depois de se deliciarem com bulgogi, kimchi com molho de peixe, tteokbokki bem apimentado e dakgangjeong, ingeriram um pouco mais do previsto de álcool e já se encontravam bem alterados.


O Park misturou cerveja e soju em copos grandes, entregando-os ao casal e exigindo que fizessem um love shot.


Os dois se aproximaram mais, sorrisos bobos nos rostos, entrelaçando os braços e ingerindo toda bebida ali contida de uma vez. Jimin gritou animado, mas logo contorceu suas belas feições em uma careta falsamente enojada pela cena à sua frente.


Antes que os namorados se separassem por completo, Jeongguk se debruçou sobre o corpo do Kim, agarrando os fios da nuca alheia ao juntar seus lábios com força, abrindo a boca e deixando que o líquido mantido ali se misturasse à saliva que ambos trocavam naquele beijo intenso; o gosto forte do soju puro com cerveja sendo perceptível pelas línguas que enrolavam-se uma na outra.


— Que nojo, seus pervertidos! – Exclamou o acastanhado, ouvindo o Min rir baixinho ao seu lado.


— Até parece que não gosta desse tipo de love shot. – Jeongguk murmurou com desdém, sentindo os dedos de seu homem enroscando nos espaçamentos da meia calça que marcava sua cintura.


— Só quando eu faço isso com o Yo-


— Por que a árvore de natal de vocês ainda está desmontada? – Yoongi mudou rapidamente de assunto, as bochechas branquinhas um pouco coradas.


Ele se referia ao pinheiro falso de tamanho mediano posto no canto da sala, bem onde duas paredes se encontravam, com seus galhos e folhas verdes livres de qualquer objeto de decoração natalino.


— Preguiça mesmo. – Taehyung disse, levando um dos bolinhos de arroz picante até a boca do Jeon.


— Que tal a gente enfeitar agora? – Jimin perguntou com uma disposição que não teria se não fosse pelo álcool influenciando suas ações.


— Sim! – Jeongguk disse animado, mesmo com a boca cheia, já cambaleando com o amigo até o outro lado do cômodo.


Logo, os quatro estavam revirando uma caixa cheia de enfeites, que encontraram em um armário, e colocando na árvore desajeitadamente, rindo por qualquer coisinha que faziam. Em determinado momento, o Park apareceu com uma escova de vaso sanitário para pendurar em um dos galhos, provocando uma gargalhada tão forte no mais novo deles que caiu ajoelhado no chão. O Kim se assustou e correu até o namorado para lhe levantar, esbarrando no falso pinheiro, o qual tombou sobre Yoongi, que estava quietinho pendurando algumas bolas vermelhas.


Um verdadeiro caos.


— TaeTae – Jeon chamou quando a situação tinha se acalmado, agora tentando desenrolar as luzinhas natalinas.


— O quê? – Se aproximou, ajudando o moreno.


— O que vai querer de presente de natal, Hyung?


Taehyung parou, pensando seriamente na questão, e respondeu de forma brincalhona, mesmo que seus olhos brilhassem em um desejo contido:


— Você.


O mais novo riu envergonhado, desviando o olhar.


— Senhor, dê-me paciência para aguentar esses dois boiolas. – Jimin levantou as mãos para cima, dramatizando.


— Você chega a ser pior com o Yoongi-hyung, Ji.


— Claro que não!


— O que vai querer de natal, Jiminie? – O mais velho do grupinho pronunciou, entrando na brincadeira.


— Seu cú – respondeu descaradamente, fazendo Yoongi se engasgar com a própria saliva. – Com um lacinho vermelho em volta da bundinha e tudo.


O Min se encontrava tão vermelho quanto o objeto citado pelo outro, tentando esconder o rosto por causa da vergonha. Jimin foi até ele, apertando suas bochechas e distribuindo beijinhos em todo o local, dizendo o quanto ele era fofo e pedindo desculpas por envergonhá-lo. Enquanto isso, Taehyung se aproximou de Jeongguk, agarrando sua cintura e sussurrando roucamente rente à orelha alheia:


— Adoraria que meu presente de natal fosse você… usando essa meia calça por cima daquela calcinha vermelha que você tanto gosta, gemendo ao sentir meu pau indo fundo dentro de si, com força. É assim que você gosta, não é, Jeonggukie?


— S-sim, Hyung – respondeu baixinho, sentindo todo seu corpo se arrepiar.


Agora, mais do que nunca, o garoto se determinou a dar o melhor natal ao seu namorado, já imaginando várias formas daquele momento ser um dos mais intensos que já tiveram.


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Condomínio em Gangnam-gu, Seul.

Casa de Jeongguk e Taehyung.

9:04 p.m. Véspera de natal.


— Mas você vai conseguir voltar para casa antes da meia-noite, não é, Hyung?


Jeongguk falava ansioso com Taehyung pelo celular, andando de um lado ao outro pela cozinha que dava a visão da sala, onde era notável a árvore de natal. Parou por um instante, reparando, pela primeira vez, uma cueca azul pendurada em um dos galhos. Não sabia de onde tiraram aquilo e nem de quem era. Sentiu pena do belo pinheiro, o qual aguentou quatro idiotas bêbados, colocando objetos aleatórios em si.


Ainda tem algumas coisas a resolver aqui na empresa, mas vou fazer o mais rápido possível para voltar e aproveitar a noite com você, bebê.


— Não sou um bebê – resmungou de forma manhosa, mordiscando a unha do dedão.


É sim, principalmente quando fala desse jeito e faz esse biquinho – disse carinhosamente, imaginando como seu amado estava naquele momento.


— Não 'tô fazendo biquinho nenhum… – falou, desfazendo o biquinho e ouvindo o outro rir.


Preciso ir agora, amor. Logo eu volto, tá? Fica bem e qualquer coisa me liga.


— Tá bom, Hyung...


Jeonggukie?


— O quê?


Eu te amo.


— Também te amo, Hyungie – falou, mostrando seus dentinhos da frente maiores em um sorriso largo, sentindo as bochechas corarem.


Eles nunca deixavam de falar que amavam um ao outro quando se despediam.


Finalizou a chamada e foi até o quarto que dividia com o namorado. Observou atentamente as roupas separadas por si e postas em cima da cama. Havia planejado uma noite incrível para os dois, até mesmo comprou uma lingerie nova para esse momento.


Suspirou. Sabia que Taehyung demoraria muito ainda, talvez nem chegasse a tempo, e a ansiedade o consumia a cada segundo.


Respirando fundo, pegou a vestimenta principal e marchou até o banheiro da suíte para se lavar, determinado a entregar seu presente de natal. Mesmo que fosse no escritório do Kim, em sua empresa.


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Empresa Kim em Gangnam-gu, Seul.

10:03 p.m. Véspera de natal.


Jeongguk estacionou seu carro em uma vaga livre no primeiro dos cinco pavimentos subterrâneos do prédio reservados para estacionamento. Percebeu, não muito longe, o Genesis GV80 preto de Taehyung. Achava incrível como aquele automóvel combinava com a personalidade de seu amado.


Saiu do veículo, colocando as alças de sua mochila sobre os ombros e a máscara branca para cobrir seu nariz e boca, andando de forma rápida pela recepção parcialmente vazia até o elevador, apertando o botão que o levaria até o último andar.


Não precisava anunciar sua presença e nem pedir permissão para ir aonde queria. Todos que trabalhavam ali sabiam quem era o garoto e que tinha passe livre dentro do lugar.


O edifício abrigava a nova sede principal da empresa e havia sido construído há pouco tempo. A fachada era composta por elementos horizontais que se contrapunham aos verticais, criando uma dinâmica positiva de contrastes, cores e texturas. Também combinava vidro, painéis de alumínio composto, revestimento metálico e vigas em balanço. O jardim frontal, onde seria feito um estacionamento, foi instruído pelo próprio Kim a ser construído dois espelhos d'água interligados por uma cascata, com grama e flores ao redor.


Outra ideia de Taehyung para a fachada do prédio era sobre os vidros, os quais eram laminados com proteção solar, permitindo a passagem de luz, mas barrando a entrada de calor e raios UV, o que reduzia a necessidade do uso de ar-condicionado e, consequentemente, o consumo de energia elétrica.


Sem surpresas, logo após sua inauguração, o edifício foi parar em vários sites, revistas e jornais, falando sobre sua arquitetura atemporal.


Ao que as portas metálicas se abriram, Jeongguk andou apressadamente em direção ao escritório do Kim, reparando na decoração natalina espalhada por todo o lugar.


Avistou Jimin sentado em sua mesa, perto do destino final do moreno, concentrado no computador diante de si.


— Jimin-ssi! – gritou animado ao parar em frente ao mais velho, já retirando o tecido que cobria seu rosto.


O Park levantou o olhar assustado e o dirigiu a Jeongguk, observando a calça jeans preta que usava, junto de uma bota da mesma cor e um moletom vermelho curto que exibia seu abdômen; além de carregar uma mochila escura nas costas.


— Jeongguk-ah! O que veio fazer aqui? – sorriu, ainda surpreso pela aparição repentina. – Taehyung 'tá doido para acabar logo o trabalho e voltar para o seu “Jeonggukie”.


— Ah… – riu timidamente pela citação da forma como o mais velho o chamava. – Eu vim atrás dele para entregar seu presente de natal.


— Que presente é esse que não pode esperar até ele voltar, ou melhor, até amanhã, que é o dia do natal? – Perguntou de forma brincalhona, vendo o mais novo morder o lábio inferior e apertar nervosamente a máscara em suas mãos.


— Então… – Olhou-o com uma expressão arteira, tentando responder sua pergunta sem de fato usar palavras.


— O qu- Ah! Já entendi, seu safadinho. – Riu, apoiando os braços sobre a mesa. – Só espera eu ir embora primeiro, não quero ficar ouvindo os gemidos de vocês.


— Hyung!


— 'Tá, 'tá. Pode entrar, o Tae ainda está lá. – Apontou para a porta de madeira escura, onde era a sala do Kim.


— Bom… Na verdade eu queria que ele não estivesse lá dentro agora – falou, observando o Park arquear uma sobrancelha, curioso e confuso. – Teria como você tirar o TaeTae de lá por um tempinho, Hyung?


— Acho que sim…


— E não conta que eu estou aqui, por favor!


— O que será que esse garoto está aprontando, hein? – Murmurou, discando o número do escritório de Taehyung em seu telefone.


Jeongguk observou-o falar com o outro rapidamente sobre ter algum problema em um setor que nem prestou atenção por conta de sua ansiedade. Assim que Jimin avisou que o mais velho estava saindo, o moreno correu até a sala mais próxima para se esconder, agradecendo por estar vazia assim como a maioria do prédio, já que era véspera de natal e todos eram liberados mais cedo para aproveitar o feriado.


Voltando até o local que estava anteriormente, após ouvir o Park o chamando, agradeceu-lhe e o desejou um “feliz natal” com um beijo na bochecha gordinha antes de se apressar a entrar no escritório, preparando-se para o que estava por vir.


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Taehyung suspirou, afrouxando um pouco a gravata cinza, quando as portas do elevador se fecharam, levando-o para o andar onde ficava seu escritório. Estava cansado por ter passado o dia inteiro em seu trabalho e ainda ter de ficar mais tempo ali para resolver assuntos que surgiram de última hora. A única coisa que o motivava a terminar aquilo logo era Jeongguk, voltar para casa apenas para abraçá-lo e ouvir sua voz melodiosa falando sobre assuntos diversos.


Sorriu ao lembrar de seu namorado. Quando ele ficava muito feliz dava pequenos pulinhos e batia palmas, sorrindo tão grande que seu lábio superior praticamente desaparecia, deixando a mostra os dentinhos grandes e rugas ao redor dos olhos e nariz. Era extremamente adorável. Ele também tinha bochechas gordinhas e macias que o Kim adorava apertar. Sempre que fazia isso, o garoto fechava os olhos e ficava todo manhoso, soltando resmungos e palavras emboladas pelo biquinho que formava.


Lembrava com exatidão do dia em que o conheceu. Quando fora parabenizar Hoseok e sua esposa, no início da festa de casamento deles, o moreno já estava o fazendo. As roupas que ele usava chamou-lhe a atenção, pois era incomum ver homens vestindo peças comercializadas para o público feminino tão confortavelmente, sem se importar com a opinião alheia, em seu país.


O garoto usava uma saia xadrez laranja, que moldava muito bem suas curvas, uma blusa branca soltinha com mangas três quartos, amarrada na cintura e com o decote exibindo um sutiã preto com rendas, além de uma boina sobre o cabelo escuro com pontas loiras.


Em sua mente, naquele momento, apenas existia a imagem daquele belíssimo ser com a palavra “lindo” o acompanhando e sendo exibida sem parar. Porém, quando seus olhos se encontraram com os dele, tudo parou. Existia somente aqueles orbes tão escuros que pareciam captar toda luz ao redor, exibindo milhares de estrelas como um céu noturno.


Apenas quando Hoseok lhe chamou, foi que Taehyung saiu daquele estranho transe. Viu o garoto de olhos estrelados lhe cumprimentar e se afastar em seguida, parecendo levar consigo algo de si, que o Kim descobriria mais tarde ser o seu coração.


Assustando-se com o som das portas do elevador se abrindo, obrigou-se a voltar à realidade e andou a passos largos até a mesa de Jimin.


— Estava tudo certo no setor de marketing, Jimin-ah. Deve ter sido um engano, mas já aproveitei para dispensar todos. – Taehyung disse ao se aproximar. – Você já pode ir também, Ji, 'tá ficando tarde. Vai descansar.


— Tem certeza? – A voz alheia soou suave.


— Sim, só vou terminar de organizar alguns papéis para finalmente voltar para o meu Jeonggukie.


Jimin sorriu, o encarando. Levantou-se, recolhendo seus pertences, e se aproximou de si, o envolvendo em um abraço apertado, que logo fora retribuído.


— Tudo bem, então. Acabe logo que o seu Jeonggukie está te esperando – falou risonho, afastando-se. – Tenha uma boa noite, Tae.


O tom malicioso na última frase de seu amigo foi notável, fazendo o Kim encará-lo confuso.


— Deixa eu adivinhar… Está indo se encontrar com o Yoongi-hyung, não é?


— Com certeza. – Sorriu ladino enquanto seguia para o final do corredor.


— Usem camisinha! – Gritou quando o Park adentrou a caixa metálica que o loiro havia acabado de sair.


— Acho que sou eu quem devo lhe dizer isso. – Riu.


— O quê?


— Feliz natal, Tae-ah! – Acenou, as portas se fechando em seguida.


— Feliz natal, Ji – disse baixinho, sorrindo pequeno e logo se dirigindo à sua sala.


Taehyung abriu um lado da porta dupla de madeira que dava acesso ao seu próprio escritório, dirigindo-se diretamente à mesinha de centro perto dos sofás de couro preto, onde se encontrava uma garrafa de vinho recém aberta. Pegou uma taça transparente, que estava no mesmo local, e serviu-se daquele líquido rubro, uma de suas bebidas preferidas – senão a preferida.


Enquanto levava a borda do objeto de vidro em direção aos próprios lábios rosados, seu olhar se direcionou à sua mesa de madeira tingida de preto e se surpreendeu com a visão que teve. Até mesmo cogitou a hipótese de estar tendo alucinações.


Jeongguk – o seu Jeongguk – sentado na beirada do móvel, com os pés balançando suavemente no ar e um sorriso lindo direcionado a si.


Bom, isso não era de fato algo surpreendente, já que o moreno aparecia em seu local de trabalho sem aviso prévio quando bem queria. O que realmente causou-lhe espanto foi a roupa que o garoto vestia: uma fantasia de Papai Noel, com gorro, casaco e calça, todas as peças em vermelho com detalhes brancos.


— Oi, Hyung – disse o mais novo, soltando uma risadinha divertida pela expressão surpresa do namorado.


— Jeonggukie… – se aproximou do garoto, o observando confuso, mas feliz por vê-lo. – Por que está vestido assim?


— Para entregar seu presente de natal. – Puxou o mais velho para ficar mais próximo, entre suas pernas, e poder encostar seus lábios nos dele em um selinho suave.


— Mas, agora? Eu já estava terminando o trabalho, poderia ter me esperado chegar em casa ao invés de vir aqui – disse suave, apoiando sua mão livre na coxa dele, acariciando devagar ao mesmo tempo que roubava-lhe outro selinho.


— Não gostou que eu tenha vindo, TaeTae? – Questionou, formando um biquinho nos lábios bem desenhados – que brilhavam levemente pelo gloss que os pintavam – e lhe olhou com aqueles olhinhos grandes.


— O quê? Não é isso! Claro que eu gostei, bebê. 'Tava com saudades de você já. – Arrastou suavemente o nariz pela bochecha clarinha, sentindo a maciez da pele, até chegar em sua orelha cheia de brincos e mordiscar o lóbulo de leve.


— É que o Hyung estava demorando muito e eu fiquei ansioso para fazer isso…


Além de que seu escritório era um de nossos fetiches ainda não cumpridos, Jeongguk completou mentalmente ao que entrelaçava seus dedos nos fios loiro escuro da nuca alheia e deixava vários beijinhos sobre seus lábios.


— É? – Falava anestesiado pela sensação boa que lhe dominava quando beijava seu amado. – E o que seria isso que você quer tanto fazer? – Questionou, o vendo morder o lábio inferior.


Não resistindo mais, tomou-lhe os lábios novamente, segurando sua nuca com firmeza para aprofundar os selinhos. Abriu sua boca sobre a alheia, deslizando a língua até se encontrar com a outra, enroscando-as deliciosamente como sempre faziam.


— Hyungie… – O Jeon tentou falar entre o beijo, mas foi interrompido quando o Kim começou a chupar sua língua, arrancando-lhe um gemido baixinho.


— O que foi, amor? – Deixou uma mordidinha no lábio mais cheinho do namorado antes de se afastar relutantemente para ouvi-lo.


— Eu quero… Dançar para você, Hyung.


Taehyung riu soprado de sua resposta e da expressão arteira que moldou-lhe a face, imaginando como seria a tal dança para ele ansiar tanto ao ponto de aparecer ali, em sua empresa, àquela hora da noite.


— Tudo bem, vá em frente – disse, decidido a terminar seu trabalho depois.


Jeongguk espalmou suas mãos sobre o peitoral de seu Hyung e o empurrou suavemente para conseguir descer da mesa. O loiro se afastou mais, vendo-o pegar seu próprio celular e conectar em alguma música natalina que não reconheceu.


O som suave de uma guitarra se propagou pelos alto-falantes do aparelho, enquanto o garoto se posicionava em sua frente, sorrindo com as bochechas levemente coradas, pronto para executar a coreografia ensaiada.


Jingle-bell, jingle-bell, jingle-bell rock,

Jingle bells swing and jingle bells ring.


Quando os primeiros versos da canção se fizeram presentes e os primeiros passos foram feitos, o Kim recordou-se da música e da cena do filme a qual o moreno reproduzia naquele momento. Soltou uma risada gostosa junto ao menor, que parecia um pouco envergonhado.


O Jeon erguia seus braços; os abaixava, passando as mãos pela cintura; mexia seu quadril de um lado ao outro e fazia movimentos circulares com o mesmo. Os passos precisamente iguais aos das personagens do filme Mean Girls, um dos longas metragens favoritos do mais novo – principalmente por essa cena em específico. Ele insistia em vê-lo sempre nas épocas natalinas, quase como uma tradição. Mas não era apenas no natal que o garoto assistia; Taehyung sabia de cor toda aquela coreografia pelas várias vezes que a viu com o namorado.


Snowin' and blowin' up bushels of fun

Now the jingle hop has begun.


O garoto ergueu novamente os braços, um por vez, e desceu ambas as mãos em direção às próprias coxas, fazendo o som dos tapas ecoar pelo cômodo, um pouco abafado por conta do tecido da calça. Depois, levantou os braços novamente e começou a girar no ritmo da música, rindo abertamente ao que Taehyung também ria.


Para o mais velho, apenas estar assim junto a Jeongguk, ouvindo sua risada infantil, vendo seus dentinhos avantajados aparecerem, os olhos grandinhos se tornando menores na proporção que o sorriso aumentava… Esse era o melhor presente que poderia receber.


Enquanto o observava, sorrindo com a taça de vinho esquecida em sua canhota, percebeu que algo estava errado quando Jeongguk parou o que fazia e olhou para o celular com uma expressão confusa. A música não seguia normalmente, apenas travava. Então o mais novo foi em direção ao aparelho, fazendo um biquinho descontente enquanto tentava reparar o problema.


Quando Taehyung fez menção de se aproximar para ajudá-lo, uma música, totalmente diferente da que tocava anteriormente, começou a se propagar pelo ambiente. Olhou para seu namorado, presenciando o exato instante em que seu olhar mudava, os olhinhos redondos e adoráveis dando lugar a olhos felinos, carregados de desejo e lascívia.


Jeongguk diminuiu a iluminação do escritório, usando o controle que estava na mesa, e tirou o gorro de sua cabeça, jogando-o para o lado, bagunçando levemente seus fios escuros. Suas mãos foram de encontro aos botões do casaco que vestia e começou a desabotoar um por um enquanto andava lentamente até o mais velho, acompanhando o ritmo da música.


Você não precisa arrumar suas malas

Para onde estamos prestes a ir


Cantou os versos iniciais da música de forma suave ao desfazer o último botão, já se encontrando em frente à Taehyung, o qual encarava descaradamente seu peito coberto por um sutiã vermelho rendado e o abdômen desnudo. Arrastava seu olhar demoradamente por aquela pele clara, imaginando seus próprios dedos ou lábios ali. Repousou sua mirada no pescoço alheio, vendo uma fita escarlate, com um laço na parte de trás, adornando-o.


— O que é isso? – Proferiu, levando a taça de vinho aos lábios, tentando controlar a vontade de tomar o garoto para si naquele momento.


— Seu presente de natal. – Jeongguk disse, sorrindo ladino.


— Mas o natal é só amanhã, por que meu presente veio adiantado? – Sorriu também, encarando o outro com uma sobrancelha arqueada. – Eu fui um bom garoto?


Ah, sim, Jeongguk pensou. Taehyung foi muito bom... Quando agarrou sua cintura com força e tomou seus lábios com volúpia; quando suas mãos passearam com desejo pelo corpo do moreno, apertando, marcando; quando chupou e mordeu toda sua pele; quando enterrou seu rosto entre a bundinha do mais novo e o chupou com vontade, adentrando-o gostosamente com seus dedos longos e sua língua habilidosa; quando o fodeu com força contra a parede, em cima da cama, na mesa, em pé, de quatro... Taehyung foi muito bom mesmo.


— Oh, sim... Você foi um garoto muito bom, Hyungie – sussurrou de forma sensual, com a voz em um tom mais grave.


Não precisamos de carro ou trem

Ônibus ou avião

Para onde estamos prestes a ir

Tudo que precisamos é você e eu


O Jeon se aproximou ainda mais, puxando-o pela gravata, sussurrando os versos da música sobre os lábios dele, sentindo o cheiro doce do vinho que ele bebia e atiçando-lhe o desejo de beijá-lo até perder completamente o fôlego. Se afastou novamente e começou a andar de forma lenta ao seu redor.


Sex trip… – Cantou rente à orelha do Kim quando estava atrás dele, mordendo o lóbulo macio depois, vendo os pelos alheios arrepiarem-se.


Continuou andando pelo escritório, puxando Taehyung pela mão até que estivessem em frente à uma das pilastras do local, a qual tinha espelhos cobrindo todos os seus lados. Pegou uma das cadeiras, que estava perto da mesa, e o fez sentar ali, encarando o reflexo dos dois, com o mais novo atrás de si apoiado em seus ombros.


Vamos a noite toda

Deixe o seu corpo e o meu ir


Ao mesmo tempo em que cantava aquela música, deslizou suas mãos pelos braços cobertos do mais velho, descendo-as por seu tronco devagar, passando sobre a intimidade do outro propositalmente antes de voltar aos ombros para tirar o paletó escuro. Jeongguk o achava extremamente sexy quando ficava apenas de colete, gravata e camisa.


O moreno pegou a taça de vinho da mão de Taehyung, ingerindo um generoso gole da bebida para se soltar mais e seguir com aquilo que havia planejado. Ficou com o objeto em mãos para que as do Kim estivessem livres.


— Tire a minha calça, amor – disse o mais novo enquanto entrelaçava seus dedos no cabelo alheio, segurando sua cabeça firmemente.


O Kim obedeceu sem pensar duas vezes, abrindo o cinto preto, segurando no tecido macio daquela vestimenta e a descendo pelas coxas malhadas de uma vez.


Quase gemeu com a visão que lhe foi proporcionada.


Jeongguk usava uma calcinha vermelha rendada, a qual cobria sua intimidade e destacava o volume natural e atraente. A veste citada era ligada por tiras às meias sete oitavos também vermelhas e, por cima de tudo isso, ele usava uma meia calça arrastão preta.


— Gostou, Hyungie? – Questionou, puxando os fios loiros do outro, obrigando-o a erguer os olhos de encontro aos seus.


— E-eu… Porra, sim! Você ficou tão lindo, Gukie – falou rouco, tocando as belas pernas do namorado por breves segundos antes do moreno segurar suas mãos e as afastar.


— Ainda não, TaeTae. – Sorriu ladino, dando alguns passos para trás após devolver-lhe a taça, esperando aquele momento da música que se aproximava.


Sua bunda vai para cima

E seu rosto vai para baixo


O Jeon fez exatamente o que a letra descrevia. Apoiou-se nos braços da cadeira, na qual o mais velho estava sentado, inclinando o corpo e colocando seu rosto sobre a intimidade coberta do outro, depositando um leve selar sobre o local e ouvindo-o arfar. Levantou a cabeça em seguida, deixando-a frente a do Kim, vendo que seus olhos estavam fixos no espelho atrás de si, observando sua bunda empinada.


Distanciou-se alguns passos, aquela canção chegando ao fim e dando início a outra. Uma batida gostosa se fez presente no ambiente, instigando o mais novo a mexer seu quadril lentamente de um lado ao outro, tendo a atenção de Taehyung totalmente sobre si.


Eu sei que você quer foder comigo

Vamos no ritmo da batida


Virou-se, agora encarando sua imagem refletida no espelho. Ainda rebolando, retirou o casaco devagar, deixando que ele deslizasse por seus braços desnudos e caísse no chão, permitindo a visão de suas costas largas. Encarou o Kim sobre o ombro, vendo seu olhar descer por todo seu corpo enquanto mordia o lábio inferior.


Garoto, quando você meter em mim

É aí que eu olho para trás

Eu quero ver você mandar ver


Mexendo sua cintura, desceu até estar agachado; rebolou enquanto passava suas mãos lentamente sobre as coxas grossas até chegar em seu peito, deslizando os dedos sobre seus mamilos já eriçados; jogando a cabeça para trás, os olhos fechados e a boquinha bonita aberta.


Ao olhar novamente para a imagem refletida do mais velho, contemplou os olhos alheios encarando-o com desejo, a mão direita apertando o estofado do braço da cadeira enquanto a outra levava a taça de vinho até seus lábios.


Jeongguk girou seu corpo, fazendo questão de erguer mais sua bunda enquanto engatinhava até o namorado, vendo ele direcionar uma feição séria para si.


O moreno sorriu malicioso. Quando o provocava muito, Taehyung o encarava daquela maneira e depois descontava toda aquela tensão em si, o fodendo de uma forma bruta que levava-o ao céu.


Levantou-se, ficando de costas novamente e apoiando suas mãos nos braços da cadeira. Ficou entre as pernas abertas do outro, abaixando seu quadril até encaixar sua bunda perfeitamente sobre a ereção alheia que tomava forma ali.


Rebolou lentamente, ansiando ter o membro do Kim logo dentro de si. Porém esperaria um pouco mais. Jeongguk sabia que quanto mais vontade ele sentisse, maior seria seu prazer depois.


— Posso te tocar agora, Jeonggukie? – Indagou enquanto observava a bunda redonda e durinha, que era uma delícia para encher de tapas, esfregando-se sobre seu membro.


— Não. – Proferiu firme, sorrindo, ousado.


Voltou a estar frente a frente com o loiro, agora apoiando-se nos ombros alheios ao mesmo tempo que passava suas pernas ao redor do corpo dele, sentando-se bruscamente sobre a pélvis do Kim, estremecendo com o choque entre as duas ereções.


Eu posso ouvir você a noite toda

O jeito que você fala meu nome


Jeonggukie… – arfou rouco, fechando os olhos com força antes de o encarar novamente.


— O que foi, Hyung? – Perguntou com uma falsa inocência, ondulando seu quadril sobre o colo do outro.


— Você sabe que tem volta sempre que me provoca assim, né? – Proferiu com a voz rouca.

— Estou esperando por isso, amor.


Segurou a nuca de Taehyung, puxando sua cabeça enquanto inclinava o corpo para trás. O movimento foi tão repentino que fez o Kim abraçar sua cintura fortemente, com medo do garoto cair e se machucar.


Agora, Jeongguk encarava a imagem dos dois estando de cabeça para baixo, vendo como o rosto do namorado estava bem próximo à sua barriga. Sentiu-o deixar um selar molhado bem naquele local, seguido de outro e mais outro antes de sugar a pele para dentro de sua boca, chupando devagar. O moreno soltou um gemidinho manhoso, fechando os olhos para aproveitar o momento.


Puxou os fios loiros de sua nuca ao voltar à posição que estava anteriormente, depois do Kim deixar uma marca sobre sua barriga, e encarou as pupilas dilatadas do mais velho ao mesmo tempo que mexia circularmente seu quadril.


— ‘Tá gostoso, Hyungie? – Perguntou com a voz manhosa, distribuindo leves beijinhos pela linha marcada da mandíbula do namorado.


— Poderia estar mais gostoso…


— Ah, é? Como? – Disse em um suspiro de deleite por ter seu membro sendo esfregado contra o do outro.


Oh, baby, yeah

Eu gosto do som

Quando você fala no meu ouvido


— Você, rebolando assim, com meu pau dentro de você – disse com a voz grave, apertando com força uma das bandas branquinhas e macias da bunda dele, ouvindo-o gemer baixinho em seu ouvido.


Jeongguk direcionou seus beijos em direção ao pescoço alheio, chupando aquela pele bronzeada enquanto quicava sobre o membro do Kim, sentindo seu suspiro prazeroso chocar-se contra sua epiderme arrepiada.


— Hyung… Quero vinho – pronunciou, observando o mais velho lhe estender a taça que tinha em mãos.


Antes que pudesse pegar, Taehyung levou a borda de vidro até sua boca, bebendo quase todo o líquido que havia sobrado ali, e deixou que um pouquinho escorresse por seus lábios. Jeongguk encarou atônito aquela gotinha rubra fazendo seu caminho lentamente pelo queixo alheio e pescoço logo em seguida.


— Não é você quem não gosta de desperdiçar uma gota sequer de vinho, Jeonggukie? – Sorriu provocativo.


Desgraçado, o moreno pensou, sentindo sua excitação aumentar.


Antes que a gotinha chegasse na gola da camisa cinza escuro de seu Hyung, Jeongguk se inclinou, capturando-a com a língua e deslizando o músculo molhado pela tez macia, adorando sentir o gosto doce da bebida. Chegou aos lábios alheios, lambendo-os de forma sensual, com seus olhos semicerrados enquanto encarava os de Taehyung.


— Quero mais – ditou firme, sua voz antes manhosa soando mais grave, necessitado.


O loiro sorriu malicioso por ter consciência do que causava ao namorado. Pegou a taça novamente e inclinou sua cabeça para trás, deixando que o líquido escorresse por seu pescoço.


Sem perder tempo, o Jeon começou a lamber a bebida e chupar a pele alheia, deixando algumas marcas avermelhadas. Agarrou com força os fios curtos da nuca do Kim e puxou sua cabeça mais para trás, mordendo e sugando o local onde estava seu pomo de Adão, deliciando-se ao sentir a vibração do gemido gutural que ele emitiu. Era uma zona erógena dele que o moreno adorava estimular.


— Jeonggukie – Taehyung o chamou, puxando sua cabeça pela fita que ainda estava no pescoço branquinho, ouvindo-o arfar pela leve pressão na traquéia.


— O-o quê?


— Quero te beijar.


— Pode beijar, Hyung. – Aproximou seus lábios dos dele, mordendo o inferior alheio de leve.


— Não… eu quero beijar seu corpo todo. Vamos para o sofá.


Taehyung agarrou as coxas fartas do Jeon ao se levantar após receber sua confirmação, segurando-o firmemente enquanto caminhava até o sofá que ficava ao lado da pilastra espelhada. Deixou a taça praticamente vazia acima da mesinha de centro e deitou o garoto com cuidado sobre o estofado de couro.


Ajoelhou-se entre as pernas de Jeongguk, dando-lhe a visão de todo seu corpo, e desabotoou seu colete com pressa, logo o jogando ao chão.


O moreno atrevidamente colocou seu pé direito sobre o volume que se fazia presente no meio das pernas esbeltas do Kim, exercendo uma leve pressão.


— Você 'tá tão duro, Hyungie – falou manhoso, deslizando o pé por toda a extensão marcada, vendo Taehyung o segurar e colocá-lo mais acima para que o garoto massageasse o local onde estava sua glande.


— E você está adorando ser o motivo disso, não é? – Disse, passando seus lumes castanhos por todo o corpo do namorado.


O pescoço imaculado com aquela fitinha vermelha; os peitos salientes cobertos pelo sutiã; o abdômen definido pelas horas passadas na academia; o pênis bonito e ereto preso pelo tecido da calcinha, com a glande brilhante pelo líquido pré-seminal expelido aparecendo para fora daquela peça; as coxas malhadas e a cintura fina que eram sua perdição.


Jeongguk era o ser mais belo que Taehyung já teve o privilégio de ver.


Presenciando um sorrisinho sapeca adornar os lábios bonitos do namorado, o Kim abaixou-se, apoiando uma de suas mãos ao lado da cabeça alheia e levando a outra até o pescoço do Jeon. Apoiou a palma grande sobre sua garganta e aplicou uma força controlada em seus dedos para pressionarem a lateral do local.


— Ah… – o moreno arquejou baixinho, fechando os olhos e se deliciando com o contato. Gostava de ser asfixiado em momentos como aquele e até mesmo havia ensinado o mais velho a como fazê-lo em segurança.


O loiro desfez o aperto, afastando a mão e levando sua boca até a pintinha que Jeongguk tinha abaixo do lábio inferior, selando-a demoradamente. Deslizou seus lábios pelo rosto dele devagar, ao mesmo tempo que passava sua palma por cada curva do corpo alheio, apertando a cinturinha e a carne gostosa de suas coxas e bunda.


Taehyung beijou mais uma pintinha que o namorado tinha na bochecha. Gostava de pensar que as estrelas que o Jeon carregava em seus olhos eram tantas que ali não cabiam. Então, elas se espalharam por todo seu corpo em forma de pintinhas. Adorava observá-las e tentava decifrar as várias imagens que algumas delas poderiam formar, como se fossem constelações.


Jeongguk era o seu céu estrelado.


Desceu seus lábios pelo peito do mais novo, beijando cada pedacinho de pele que alcançava. Levantou o sutiã vermelho que ele usava, lambendo ao redor de seu mamilo eriçado antes de morder o biquinho levemente e sugá-lo para sua boca, chupando de forma lenta. Ouviu o Jeon gemer contido e sorriu.


Da mesma forma que Jeongguk conhecia a localização de suas zonas erógenas, o Kim também sabia as dele e adorava provocá-las tanto quanto o moreno gostava de fazer consigo.


Deslizou sua língua de um mamilo ao outro e também o chupou, sentindo o mais novo se remexer e adentrar as mãos em sua camisa, arranhando a barriga macia, descontando sua excitação no ato.


— Hyungie… anda logo. – Proferiu em um suspiro.


— Andar logo com o que, Jeonggukie? – Perguntou, optando por provocá-lo ao que beijava e mordia seu abdômen, descendo cada vez mais.


— Você sabe…


— Será que eu sei mesmo, hum? – Beijou a glande vermelhinha e brilhante que escapava pela barra daquela calcinha, sentindo-o estremecer.


Porra… – sussurrou, agarrando o cabelo de Taehyung e direcionando seu rosto para entre suas pernas.


O Kim riu baixinho do desespero alheio e tirou as mãos dele de si, prendendo os pulsos do moreno acima de sua cabeça.


— Você sabe o que eu faço quando me provoca, bebê. Agora lide com isso, eu sei que você gosta. – Sorriu ladino, observando os olhos escuros demonstrarem uma irritação falsa.


— Seu filho da pu-


O Jeon não conseguiu terminar sua sentença, pois foi interrompido por uma das grandes mãos do mais velho agarrando suas bochechas e a boca alheia tomando a sua com agressividade.


Jeongguk gemeu satisfeito, sentindo o loiro apossar-se completamente de sua cavidade bucal e chupar sua língua com ímpeto, tomando para si todos os sons prazerosos que o moreno emitia. O beijo se tornou bastante molhado pela intensidade em que ambas as línguas se esfregavam e enrolavam-se uma na outra, misturando as salivas com o doce gosto do vinho que beberam anteriormente. Nem se importavam com a bagunça que estavam fazendo, aquilo era demasiadamente excitante.


Taehyung agarrou com força a coxa do namorado quando ele circundou sua cintura com a perna, tentando trazê-lo para mais perto, esbarrando as duas ereções e fazendo ambos os amantes suspirarem em deleite sobre os lábios um do outro.


Soltou os pulsos do namorado para segurar sua cintura, sentindo as mãos dele passearem por seu corpo logo em seguida. Deslizaram por seus ombros largos, descendo pelas costas e deixando um aperto firme em sua bunda, fazendo-o sorrir entre o beijo.


O moreno direcionou seus dedos para abrir o cinto do Kim, liberando espaço suficiente para conseguir adentrar sua destra na calça alheia, ouvindo o namorado soltar um gemido rouco quando sua palma entrou em contato com o membro quente dele.


— Jeonggukie… – suspirou, afastando a fita que se encontrava no pescoço do outro para ter mais acesso àquela área e poder marcar como bem quisesse.


Jeongguk libertou o pênis do loiro de todo aquele tecido, deslizando sua mão por toda a extensão e exercendo uma certa pressão. Chegou até a glande úmida, e passou as pontas dos dedos na área sensível, suspirando ao sentir o metal do piercing que havia ali. Aquilo fazia maravilhas quando raspava em sua próstata.


Espalhou o líquido expelido por todo o membro do namorado, sentindo as veias salientes que o faziam salivar. Levou sua mão em direção à própria boca, chupando os dedos e se deliciando com o gosto de seu amado.


— Isso é… Hum… Tão gostoso, Hyungie – disse o mais novo antes do Kim iniciar outro beijo, notando, pelos peitos colados, como o coração alheio batia acelerado contra o seu próprio, que se encontrava da mesma forma.


— Pode ficar ainda melhor, bebê – pronunciou, rouco, rente aos lábios entreabertos do Jeon, os quais emitiram um gemido dengoso quando o loiro simulou uma estocada contra sua bunda.


— Eu quero, ah… Quero sentir você dentro de mim. Me fode agora, Hyung. – O moreno ditou, firme, mirando os olhos castanhos e tentando transmitir toda sua necessidade e desejo.


— Então fica de quatro, amor.


O garoto arrepiou-se inteiramente com o tom de voz carregado que o Kim usou, obedecendo-o prontamente. Apoiou suas mãos e joelhos sobre o sofá, fitando a imagem dos dois refletida pelo espelho. Estava com o cabelo desgrenhado, os fios escuros caindo sobre seus olhos e alguns apontando para várias direções, além de seus lábios inchados e bochechas coradas.


Sentiu suas palmas suarem e arranhou levemente o estofado em antecipação, observando Taehyung afrouxar e tirar sua gravata, executando um movimento que sempre lhe dava pontadas no estômago. Encarou o objeto nas mãos alheias e lembrou de momentos em que o Kim usou uma daquelas para prender seus braços e pernas ou seu pescoço, puxando o tecido enquanto fodia o garoto deliciosamente. Jeongguk sentiu seu pênis pulsar.


Taehyung empurrou o garoto contra o assento do sofá, observando sua bunda empinada para si. A calcinha vermelha estava posicionada entre suas nádegas, com as laterais rendadas abraçando lindamente seu quadril. A meia calça arrastão atrapalhava seu acesso à parte que tanto ansiava tocar.


Jeongguk rebolou, fazendo-o salivar. Seu pau explodiria antes que pudesse foder o garoto de verdade se continuassem com aquelas provocações.


— Não vai me tocar, Hyungie? – falou de forma manhosa, levando uma de suas mãos em direção à nádega direita, apertando a carne com força, deixando leves marcas avermelhadas na pele clara. O mais velho quase rosnou com a cena.


Sem querer perder mais tempo – e sem paciência para tirar devidamente as roupas do mais novo –, Taehyung segurou entre os espaçamentos do tecido e puxou, ouvindo o outro arfar ao que sentia a calça rasgar, permitindo, agora, o acesso do Kim ao seu paraíso pessoal.


— Taehyung! – Chamou sua atenção, observando seu olhar se erguer até si pelo espelho. – Essa era minha meia calça preferida!


— Eu compro outra igual para você. – Estalou a língua no céu da boca antes de se abaixar em direção à bundinha de Jeongguk, ouvindo-o suspirar, provavelmente deixando o assunto de lado para focar-se no que estavam fazendo.


O loiro deixou um suave selar sobre as costas alheias expostas enquanto apertava as duas bandas fortemente, deliciando-se ao encher suas mãos com aquela carne macia. Segurou o tecido da calcinha, puxando-o para o lado, exibindo a entradinha amarronzada, junto dos testículos firmes e rosados, e, entre ambas as regiões, um anel metálico com uma conta em forma de bola no meio. Um piercing.


Meses atrás, quando estavam no início do relacionamento, o Jeon sugeriu que tivessem algo para representar aquela união sem chamar atenção da mídia, pois ainda não haviam se assumido. Jeongguk sugeriu que fizessem piercings íntimos combinando, enquanto Taehyung apenas deu a ideia do mais novo usar um dos cinco anéis dourados e fininhos que o loiro sempre usava.


Resolveram realizar uma aposta para decidir o que fariam: quem vencesse a maioria dos jogos de videogame que tinham, decidiria. Não deu outra e o moreninho ganhou. O Kim descobrira, naquele momento, como seu namorado era competitivo.


Inicialmente não queria aquele objeto em seu pênis, mas, movido por sua curiosidade, aceitou colocar e descobriu que aquilo lhe proporcionava muito prazer quando estimulado, seja por seus próprios dedos, a boca de seu namorado ou o ânus dele.


— Tae… – Jeon o chamou, arrancando-lhe de seus pensamentos.


— Oi, bebê – falou baixinho, deslizando suavemente seu dedo ao redor da entrada do mais novo, vendo-a se contrair.


Jeongguk levou dois de seus dedos até a boca, chupando e babando sobre eles. Quando pensou ser o suficiente, encaminhou-os até sua bunda empinada na direção do mais velho, circulando sua entrada e começando a enfiá-los ali, tudo sob a visão luxuriosa de Taehyung.


— Hyungie – gemeu manhoso enquanto seus dedos iam mais fundo. – Vamos, Hyung… Eu sei que você quer, hm, chupar meu cuzinho…


Caralho...


Taehyung arfou com a visão do mais novo gemendo e se fodendo com os próprios dedos. Levantou sua mão, dando um tapa forte e estalado na bunda alheia, ouvindo-o gemer mais alto. Tirou os dedos do moreno e se abaixou. Usou suas mãos para afastar as nádegas macias e percorreu com sua língua um caminho desde os testículos dele até a rugosidade entre as bandas, permitindo que bastante de sua saliva escorresse.


O mais velho dedicou alguns instantes para usar seu músculo molhado e quente para brincar com o anel metálico naquela área tão sensível do corpo do moreno, o qual emitia suspiros sensuais e gemidos baixinhos ao que sentia espasmos tomarem conta de seus músculos.


— Tae… – gemeu docemente o nome de seu amado quando ele atreveu-se a soprar sobre sua região íntima, fazendo-o se contorcer.


O Kim concentrou-se na entrada de Jeongguk, a qual carecia de atenção, chupando e adentrando-a com sua língua de uma forma tão gostosa que fazia o mais novo arquejar deleitoso. O garoto esticou suas mãos em direção ao namorado com o intuito de incentivá-lo a continuar com aquela estimulação, porém não o alcançava devidamente já que Taehyung segurava-lhe as palmas contra as suas próprias, entrelaçando os dedos sem parar o que fazia e inebriando-se com a sensação de ser sufocado pela bundinha deliciosa de seu amado.


— Gukie – chamou-o um pouco ofegante, deixando várias mordidinhas sobre as nádegas branquinhas que ele tinha.


Huum? – Murmurou, não tendo forças para formular uma frase coerente, respirando de forma pesada.


— Você trouxe lubrificante? Não quero te machucar.


— S-sim… – soltou outro murmúrio, apontando em direção à sua mochila posicionada atrás do outro sofá do escritório, local que deixou-a quando chegou.


Taehyung depositou um beijinho sobre a bunda dele antes de se distanciar e locomover-se até o lugar indicado, abrindo o zíper e procurando o familiar tubinho. Ao voltar para onde seu amado estava, observou-o se ajeitar mais confortavelmente no estofado enquanto movia sua mão de forma lenta sobre o próprio pênis.


Enquanto admirava a bela visão que tinha à sua frente, começou a desabotoar sua camisa com o intuito de se livrar dela e do resto de suas roupas para ter mais contato com o corpo de Jeongguk.


— N-não, Hyung – proferiu o moreno antes que o Kim pudesse tirar suas vestimentas. – Você fica tão gostoso quando se veste assim… Quero que me foda usando essas roupas.


O loiro assentiu, deixando a camisa aberta e dobrando as mangas até a altura do cotovelo, ao mesmo tempo que se posicionava novamente às costas do mais novo.


Decidido a acabar o mais rápido possível com aquela tortura toda – já que seu pau estava tão duro que parecia prestes a explodir –, Taehyung abriu o objeto que tinha em mãos e despejou uma boa quantia sobre a entrada alheia, vendo como os pelos do Jeon se eriçavam com o choque de temperatura causado pelo gel contra a calidez de sua pele.


Deslizou dois de seus longos dedos para dentro, espalhando o lubrificante e sentindo seu músculo interno, percebendo como o garoto já estava relaxado. Sorriu ladino, observando as feições prazerosas de Jeongguk, olhos fechados, sobrancelhas franzidas e lábios entreabertos, por onde soltava pequenos gemidos.


— Você se tocou antes de vir, Jeonggukie? – Proferiu, deixando a voz rouca se propagar pelo ambiente até chegar ao mais novo, que prendeu o lábio inferior entre os dentes antes de levantar levemente as pálpebras para olhá-lo sobre o ombro.


— S-sim, Hyung.


— E o que você usou, Gukie? Seus dedos ou aquele vibrador roxo que te dei de presente no seu aniversário? – Falou, massageando o interior dele e movendo os dedos um pouquinho para o lado até encontrar uma superfície macia, a próstata de Jeongguk.


— O v-vibrador… ah! – Gemeu ao sentir uma pressão na base de sua barriga quando seu ponto de prazer foi estimulado.


— E como foi, hum? O que imaginou enquanto enfiava aquilo em você? – Acelerou os movimentos, fazendo-o se contorcer e gemer mais. – Me conte, Jeonggukie.


— Tae…


O Kim retirou seus dedos, ouvindo o moreno reclamar antes de soltar um gritinho quando o loiro chocou sua palma contra a bunda dele, fazendo o som ecoar pelo escritório.


— Diz para mim, Jeongguk – usou um tom de voz mais autoritário. Gostava de dominar o namorado e gostava ainda mais de que ele adorava se submeter a si.


— E-eu imaginei que fosse o seu pau entrando em mim, Hyungie.


— E o que mais? – Despejou lubrificante sobre o próprio membro, movendo a mão pela extensão e gemendo pela sensibilidade. – Vamos, Gukie, conte para o Hyung o que pensou quando se preparou para mim.


Jeongguk suspirou. Não aguentava mais aquela excitação crescente com Taehyung o provocando, queria que ele enfiasse aquele pau delicioso em si logo e o fizesse ver estrelas.


— Me imaginei preso à cama enquanto você metia fundo em mim, Hyung...


— Bem forte, não é? – Mordeu o lábio inferior, criando em sua mente a mesma cena que o moreno fantasiou.


— Sim, bem forte. Você sabe como eu gosto. Aí… hmm. – Gemeu, sentindo o namorado usar sua glande para brincar com o piercing em seu períneo, fazendo o metal chocar-se contra o apadravya no pênis dele. – V-você apertava meu pescoço e batia na minha cara, me chamando de...


Vadia… – sussurrou rouco próximo a orelha alheia, agarrando a bunda dele com força e separando as nádegas para roçar a cabecinha de seu pau na entrada do mais novo, que piscava ansiosa. – Minha vadia.


— A-ah, sim… Todinha sua, Hyungie.


Cansado de todo aquele joguinho, o Jeon moveu seu quadril para trás, fazendo com que o membro duro do Kim deslizasse para dentro de si. Gemeu manhoso, adorando sentir aquela invasão mais que bem-vinda.


Taehyung prendeu o lábio inferior inchado entre os dentes, gemendo de forma grave enquanto observava sua glande ser engolida pelo ânus de Jeongguk. O moreno começou a executar movimentos de vai e vem apenas na ponta de seu pênis, estimulando exclusivamente aquela área rosada e sensível.


— Ah, Jeonggukie… Tão desesperado pelo meu pau. – Empurrou-se contra o moreno quando ele se movia em sua direção, enfiando todo seu músculo rígido dentro dele de uma vez, ouvindo-o soltar um gemido engasgado.


Porra, o vibrador não é tão grosso… – murmurou baixinho, escondendo seu rosto de encontro ao estofado de couro do sofá, experimentando a deliciosa sensação de sentir seu interior ser rasgado.


O brinquedo sexual que sempre usava podia assemelhar-se em forma e comprimento ao pênis do namorado, mas não o era em espessura.


O loiro riu com sua fala, esperando um curto momento antes de se mexer para que o mais novo se acostumasse. Jamais o machucaria de propósito se aquilo não gerasse prazer à Jeongguk.


— Poderíamos encomendar um com as mesmas proporções do meu pau. – Retirou-se por completo somente para voltar com força, indo fundo e provocando um erótico som com o chocar dos corpos. – O que acha?


— Ótimo… Is-isso. – Gemeu de forma manhosa, não prestando muita atenção no diálogo que Taehyung insistia em ter. O importante para si, naquele momento, era ser fodido até esquecer o próprio nome.


O Kim apertou a cintura do garoto, garantindo que ficasse as marcas de suas mãos ali para ele se lembrar daquele momento depois. Acelerou os movimentos de seu quadril, o penetrando em um ângulo que sabia que acertaria o ponto de prazer do amado. Já haviam transado vezes o suficiente para ambos conhecerem bem o corpo um do outro.


Como previsto, Jeongguk soltou um gemido mais alto e se remexeu ao sentir o piercing de Taehyung raspando contra sua próstata. Era uma das melhores coisas que já experimentara em sua vida.


— Ma-mais, Hyung… Oh! Isso...


— Ah, Jeonggukie, mesmo se preparando você continua apertado, huum… – afastou as nádegas avermelhadas por seus apertos e tapas, o fodendo com mais vigor.


O Jeon apenas gemia, o som se tornando um pouco mais alto a cada estocada e formando uma libidinosa melodia junto ao chocar das bolas de Taehyung contra sua bunda.


Era tão carnal, tão pornográfico… tão absurdamente delicioso.


— Ma-mas é disso que você gosta, não é? – O loiro rosnou, desferindo alguns tapas contra a carne macia das nádegas alheias, vendo-as se movimentarem com o impacto dos corpos. – De sentir meu pau te rasgando ao meio, maltratando esse seu buraquinho tão fodidamente gostoso.


Jeongguk passava desesperadamente suas mãos trêmulas pelo assento do sofá, arranhando o estofado com as unhas curtas, tentando descontar sua excitação no ato.


— Me responda! – Estapeou com mais força a bunda do moreno, o qual se engasgou com um gemido, sentindo que poderia gozar apenas com aquilo.


— Si-sim, Hyungie. É tão bom… eu tô quase lá...


Em um ato repentino, Taehyung agarrou os fios escuros da nuca alheia, puxando o corpo do namorado para cima, fazendo-o se ajoelhar e chiar surpreso.


— Abra os olhos, Jeonggukie – sussurrou rente à sua orelha, apoiando a mão livre sobre a barriga alheia para manter o garoto firme. – Vamos, olhe para nós.


Jeongguk engoliu em seco, abrindo os olhos lentamente e observando a imagem dos dois refletida pelo espelho bem à frente deles.


Ambos estavam com os cabelos bagunçados e grudados na testa pelo suor, tornando aquela visão mais selvagem. A fitinha vermelha no pescoço do mais novo estava frouxa; o sutiã estava desalinhado, mostrando seus mamilos amarronzados; e a calcinha afastada para o lado deixava seu pênis exposto.


Os dedos longos de Taehyung desceram por seu abdômen e acariciaram sua virilha, enviando tremores por seus músculos. O olhar do Kim sobre seu corpo era de pura luxúria.


— Tão lindo, meu amor… – Continuou sussurrando, mordiscando o ombro alheio sem desviar o olhar do dele. – Está indo tão bem, tão perfeito para mim.


O loiro acariciava sua pele devagar, beijando seu rosto enquanto voltava a mover seu quadril. A nova posição fazia Jeongguk sentir o namorado ir mais fundo.


— Meu garoto… – Depositou um selar no canto dos lábios alheios, preparando-se para intensificar seus atos. – Minha putinha.


— Si-sim, isso… – Murmurou, apoiando a cabeça contra o ombro bronzeado do mais velho, sentindo seu corpo dar solavancos com as estocadas fortes.


— Não feche os olhos, Jeonggukie. – Retirou a mão de seu cabelo e agarrou o queixo dele, forçando-o a encarar o espelho. – Quero que veja tudo…


Jeongguk lutava para obedecer o Kim, mas era difícil não revirar os olhos de prazer por sentir o pau grosso entrando e saindo de si, com o maldito piercing roçando em sua próstata.


Taehyung direcionou dois de seus dedos para a boquinha entreaberta do mais novo, incentivando-o a chupá-los. Ele sugava e babava neles, rodeando com a língua, encarando fixamente os olhos castanhos do mais velho.


— Mais… – Falou de forma embolada por sua boca estar ocupada.


— Você é insaciável, garoto… – Arfou, sentindo que seu orgasmo se aproximava.


Inclinou-se sobre o sofá, levando o moreno consigo e se deitando sobre ele. Segurou as mãos alheias junto às suas próprias e levou-as acima da cabeça de seu amado, entrelaçando os dedos. Firmou os joelhos no estofado e deu a Jeongguk o que ele havia pedido.


Moveu seus quadris com ímpeto, gemendo rouco próximo ao ouvido alheio, provocando sons altos e molhados pelas peles se chocando, sentindo o Jeon ondular-se contra si de modo a ir contra suas investidas.


— V-vamos, Jeongguk-ah… – Grudou seu peito nas costas úmidas pelo suor do outro, observando de perto o rosto bonito virado para si. – Geme o nome do seu homem, mostre, para quem quiser ouvir, quem está te fodendo tão bem ao ponto de gritar de prazer.


Jeongguk estremeceu pelo timbre da voz de seu amado pronunciando aquela frase. Entreabriu os lábios e gemeu.


Gemeu o nome de Taehyung, gemeu palavras desconexas que o loiro conseguia entender apenas "mais rápido" e "mais forte", gemeu contra a boca do Kim quando ele começou a lhe beijar. A posição não favorecia o ósculo, mas não deixava de ser prazeroso.


O moreno colocou sua língua para fora, vendo o mais velho fazer o mesmo, enrolando ambos os músculos molhados fora das bocas e chupando com vontade em um ato extremamente pornográfico.


— T-tae eu vou… ah! – Falou ofegante, se afastando e permitindo que um único fio de saliva ainda ligasse sua boca com a do amado.


— E-espera… Eu quero olhar seu rosto enquanto goza, amor.


Taehyung distanciou-se, virando o corpo de Jeongguk com cuidado, observando o peito malhado subindo e descendo de forma rápida. Pegou a perna esquerda do garoto e a apoiou em seu ombro, deslizando novamente para o interior quente que o abrigava perfeitamente.


— O-oh! Assim, Tae, bem aí… – Gemeu alto, revirando os olhos ao ter sua próstata maltratada.


Argh, tão gostoso, Jeonggukie.


O Kim acompanhou o coro de gemidos altos e manhosos do amado de forma baixa e rouca, beijando e mordendo a pele branquinha de sua panturrilha, não perdendo o ritmo enlouquecedor de sua pelve.


— Isso, mais… Ma-mais – falava extasiado, seu orgasmo estava muito perto de acontecer.


Ambos os corpos se esfregavam freneticamente em busca do prazer. Taehyung apertava onde suas mãos alcançavam e batia na bunda e coxa do garoto, o qual tinha seu corpo balançando com as estocadas firmes.


Mais...


Apertos. Tapas. Brutalidade. Gemidos.


Mais...


Unhas. Pele. Lábios. Frenesi. Gemidos.


Pensamentos focados apenas em: gozar, gozar e gozar.


Era intenso, Jeongguk sentia-se em combustão. Lágrimas se formavam em seus olhos e caíam sem permissão, embaçando sua visão. As lâmpadas do teto do escritório brilhavam de forma borrada para si e sua mente as assemelhava a estrelas.


Sentiu uma chama quente o envolver por dentro, se alastrando por seus vasos sanguíneos, queimando cada parte por onde passava até chegar em seu pênis, onde explodiu em forma de jatos longos e esbranquiçados.


Jeongguk fechou os olhos e sentiu-se flutuar na escuridão em meio às estrelas que havia visto antes. O calor o envolvia como um abraço gostoso. Seus lábios não abandonaram o sorriso satisfeito. Seu corpo se encontrava cada vez mais leve. Estava em completo êxtase.


— Gukie… – A voz rouca de seu amado soou ao longe, trazendo-o de volta à realidade aos poucos. – Amor, respira.


O Jeon abriu os olhos de uma vez, puxando o ar com força para dentro dos pulmões, recuperando sua consciência. Quase desmaiou de prazer.


Sentindo seu amado ainda excitado, o mais novo envolveu os braços ao redor de seu pescoço e o abraçou apertado, permitindo que ele desse mais algumas estocadas antes de gemer arrastado e gozar com força dentro de si, os jatos quentes preenchendo seu interior de forma agradável.


Ficaram naquela mesma posição, acariciando levemente a pele um do outro até normalizarem suas respirações descompassadas.


Jeongguk conseguiu ouvir seu celular, esquecido em cima da mesa, emitir um som agudo e repetitivo. Era seu alarme. Havia programado para apitar a meia-noite, o que significava que naquele momento já estavam no dia vinte e cinco de dezembro.


— Feliz Natal, Hyung. – Desejou o mais novo com a voz arranhada e cansada, beijando suavemente a bochecha corada e macia do Kim.


— Feliz Natal, Gukie. – Sorriu, retribuindo o beijo em cima da pintinha que tinha no pescoço do Jeon.


Depois de mais alguns instantes, Taehyung levantou-se, deixando um beijinho sobre os lábios inchados e maltratados de Jeongguk. Dirigiu-se até sua mesa, desligando o celular do outro e abrindo a última gaveta, pegando ali um pacotinho de lenços umedecidos. Andou até a mini geladeira que havia no escritório e agarrou uma das garrafinhas de água.


Voltou para seu namorado, retirando suas vestes inferiores para limpar todo sêmen de sua barriga e o que escorria por suas coxas. Tirou a camisa cinza que ainda estava em seu corpo e a usou para cobrir o moreno. Segurou delicadamente sua cabeça, inclinando-a o suficiente para o fazer beber a água que oferecia em segurança.


Deitou-se novamente no sofá, puxando o corpo alheio molinho junto ao seu, vendo o garoto sorrir preguiçoso e resmungar todo manhosinho.


— O Gukie 'tá com soninho… – falou baixinho, fazendo Taehyung rir adoravelmente.


Jeongguk sempre falava em terceira pessoa quando ficava extremamente cansado. Era a coisa mais fofa que o loiro já havia visto.


— Ainda tem a coragem de dizer que não é um bebê – alfinetou o Kim, beijando a ponta do nariz grandinho e ouvindo uma risadinha fofa ser solta pelo mais novo.


— O Gukie gosta quando o Hyung cuida dele assim... – dizia devagar, quase fechando os olhos pelo cansaço que sempre o dominava após os momentos tão intensos que tinha com o amado.


Taehyung distribuiu suaves selares sobre as pálpebras fechadas de seu amado, deslizando os lábios para beijar sua testa, têmporas, bochechas, lábios e o nariz fofinho que ele tinha. Acariciou suas costas e pernas, sentindo-o se aninhar em seus braços.


— Hyungie. – Chamou-o, aproximando ambos os rostos. – Beijinho.


O mais velho não perdeu tempo em encontrar os lábios avermelhados que faziam um biquinho para si. Moveu sua boca carinhosamente sobre a dele e permitiu que a língua alheia fosse de encontro a sua, enroscando-as de forma preguiçosa.


— TaeTae… O que acha de fazermos disso nossa tradição natalina? – Jeongguk perguntou, distribuindo beijos suaves pelo rosto bronzeado do mais velho.


— Hmm… É uma ótima ideia – disse, arrastando sua mão de forma carinhosa e firme pela coxa do outro que estava sobre si.


— Ano que vem, você quem irá se fantasiar de Papai Noel. Será o meu Hyung Noel – riu suavemente sobre os lábios alheios antes de receber um selar do Kim.


— Podemos fazer na Páscoa também, que tal?


— Por quê? – direcionou seus olhos confusos e curiosos para se encontrarem com os de Taehyung.


— Você poderia se fantasiar de coelhinho, Gukie, os dentinhos você já tem – falou risonho, recebendo um tapa em seu braço logo em seguida.


— Bobo… – Jeongguk murmurou, abrindo um sorriso travesso ao cogitar a ideia do namorado.


Sua meia calça arrastão já tinha um rasgo perfeitamente posicionado que facilitaria a visão do rabinho de coelho de um plug que poderia usar, certo?


A ideia lhe parecia extremamente atraente.


· · • • • 🎄 • • • · ·


[NOTAS]: Foi isso! O que acharam? Aceito elogios e críticas construtivas!


Até uma próxima! 💜


11. Mai 2021 21:26:06 0 Bericht Einbetten Follow einer Story
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Das Ende

Über den Autor

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