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"Nesse mesmo dia, um ano atrás, ele e o aquariano começaram a namorar e, nesse meio tempo havia descoberto que Camus apreciava pequenos gestos: Podia ser um selinho antes de dormir ou um cafuné enquanto o mesmo lia um livro sobre fantasia - havia sido uma agradável surpresa saber que ele gostava de livros daquele gênero. Coisas simples o deixavam feliz, e às vezes até se podia ver a sombra de um sorriso no rosto inexpressivo dele." [ Camus X Milo | One-Shot ]


Fan-Fiction Anime/Manga Nur für über 18-Jährige.

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Único, como as risadas de Camus

NOTAS DO AUTOR
Então gente, essa é uma história que eu escrevi junto com uma amiga minha, ela se chama Rainaka e o perfil dela pode ser encontrado nesse link aqui (https://www.spiritfanfiction.com/perfil/ranaika-chan) no spirit (que é onde a versão original postada nos nossos perfis). Beijos, apreciem a leitura 💜

Em uma tarde de chuva, Milo estava sentado em um banco de pedra consideravelmente longe das doze casas. Motivo? Ele estava pensando em Camus de Aquário e em sua memória ruim.


Nesse mesmo dia, um ano atrás, ele e o aquariano começaram a namorar e, nesse meio tempo havia descoberto que Camus apreciava pequenos gestos: Podia ser um selinho antes de dormir ou um cafuné enquanto o mesmo lia um livro sobre fantasia — havia sido uma agradável surpresa saber que ele gostava de livros daquele gênero.


Coisas simples o deixavam feliz, e às vezes até se podia ver a sombra de um sorriso no rosto inexpressivo dele.


Mais cedo, pouco depois do horário do almoço, Camus lhe deu um colar com o símbolo de escorpião e foi aí que ele se lembrou que dia era hoje.


Lembrava-se de ter aceitado o presente e de falar, em um dos seus raros momentos de constrangimento, que havia esquecido da data. Em seguida ele saiu.


Agora, olhando para o colar em seu pescoço, ele não pode deixar de admirar a peça. Era bonita, simples e discreta. Suspirando, colocou o colar por dentro da blusa branca e se levantou para ir às doze casas.


• • •


Camus estava na biblioteca de aquário tentando ler um livro. Uma pena sua mente estar bem longe tornando uma atividade tão prazerosa quase impossível.


O fato era que o mesmo estava pensando em Milo e no que havia acontecido mais cedo. Claro que ele não estava bravo com o escorpião e sim apenas sutilmente decepcionado. Ele sabia que o namorado era meio esquecido em relação às datas, e juntando ao fato de que a Guerra Santa havia acabado pouco tempo atrás, somente recentemente ambos haviam tido um instante para si mesmos.


Suspirando, o aquariano deixou o livro de lado após tentar, inutilmente, entender o que estava escrito naquele parágrafo depois de tê-lo lido cerca de três vezes. Olhou então para o relógio na parede e viu o horário: Dez e quarenta e sete.


Sabendo que Milo dormia tarde nos fins de semana, o aquariano então resolveu descer até a casa de escorpião.


• • •


Chegando lá, Camus fechou o guarda-chuva e adentrou no templo, imediatamente estranhando a quietude do local.


Andando pela casa, o aquariano ficou cada vez mais desconfiado e até um pouco preocupado quando sentiu uma oscilação leve no cosmo do namorado, quase imperceptível. Seguiu então para o quarto do mesmo, encontrando um escorpiano deitado sobre a cama com roupas úmidas e o rosto levemente corado, ofegante.


Olhando aquela cena, Camus já tinha certeza do motivo do outro estar assim. Ele havia pego chuva e não havia sido pouca.


Aproximando-se da cama, ele colocou a mão sobre a testa do outro, que começou a observá-lo atentamente após o mesmo adentrar o quarto. Ao sentir a temperatura, suas sobrancelhas secontraíram levemente.


— Está bem quente, vou pegar um remédio para você. — Foi o que disse antes de sair semnem notar o suspiro de Milo.


Minutos depois Camus voltou com um copo de água e uma cartela de comprimido nas mãos, logo entregando-os ao escorpiano. Milo, por sua vez e já sentado na cama, pegou a cartela e olhou pro namorado com um leve franzir de sobrancelhas.


— Eu preciso mesmo tomar? — perguntou em um tom manhoso.


— Ajudará a diminuir a sua febre, Milo. — O aquariano respondeu de forma simples.


Com uma cara de desgosto, Milo tomou um comprimido e deixou o corpo cair na cama novamente. Seus olhos subiram para o teto, mas seu corpo estava completamente conscientede cada movimento que Camus fazia pelo extenso quarto.


O cavaleiro de escorpião respirou fundo mais uma vez e deixou que seu rosto cair para o ladoencarando o homem que tanto amava se desfazer da blusa grossa que vestia por conta do frio,revelando a pele nua com algumas cicatrizes brancas espalhadas pelas costas e abdômen.


Milo tinha que admitir, Camus era perfeito.


— Venha deitar aqui comigo, eu preciso te fazer umas perguntas. — O dono de fios azuis dissemexendo nervosamente no edredom que o cobria seu corpo.


— Tudo bem. — O cavaleiro sorriu docemente e se dirigiu para o espaço vazio na cama aolado de Milo. — Bom, aqui estou.


— Me desculpe por ter esquecido nosso primeiro aniversário de namoro... — Ele disse com o arrependimento pintando cada nota da voz.


— Ei, eu não te...


— Espera eu terminar.— Ele logo cortou o namorado dando um sorriso nervoso para ele. —Me desculpa por esquecer essa data tão importante para nós dois. Eu amei o seu presente enão tenho dúvidas que você gastou muito tempo pensando se eu iria gostar dele ou não.— Milo respirou fundo e desviou o olhar do rosto de Camus. — Eu sei que o que eu vou te oferecernão é a mesma coisa que esse presente que você me deu, mas... Eu quero que você me foda... Do jeito que você quiser.


Milo não precisou olhar no rosto do namorado para saber que ele estava com uma expressãotão adorável de surpresa. Seus olhos se levantaram para encarar os azuis tão escuros de Camus e encontrar nada menos que uma luxúria intensa tão rara de seu namorado.


Uau, o que ele fez?


— Do jeito que eu quiser ?— A voz de Camus estava mais rouca e levantou todos os pêlos deseu corpo.


— É seu presente amor, pode fazer o que quiser...


— Eu tenho tantas ideias...


Milo decidiu que seria melhor não responder e deixar o namorado se decidir e dar sentença sobre o que ele iria querer.


— Você já está melhor? — Ele perguntou levantando a mão para tocar sua testa.


— Acho que sim...


— É, a febre abaixou um pouco. — Camus se mexeu e levantou da cama parando em pé do seu lado. — Preciso que você tire toda a sua roupa.


Milo não pensou duas vezes antes de se levantar devagar e obedecer ao namorado que estavatão sério, porém sem perder aquele jeito fofo de agir. Ele foi rápido em cumprir a ordem entãoparou em frente em Camus com as mãos em frente do seu corpo.


— O que eu faço agora?


— Me dê suas mãos. — Disse assumindo um tom que Milo só via quando o outro estava em batalha.


Fascinado pela aquela nova perspectiva Milo calmamente levantou suas mãos para onamorado sem perder as feições calmas que voltaram ao seu rosto. Com nada menos que ummovimento com as mãos Camus prendeu suas mãos em uma algema de gelo.


— Está te machucando?— Questionou sério esticando as mãos para pegar as suas.


— Não.


— Perfeito, venha. — Ele deu um passo para o lado e olhou para a cama.— Fique de quatro para mim.


Confirmando com a cabeça, Milo subiu na cama do jeito que o namorado mandou se apoiandonos antebraços e nos joelhos. Mesmo se assustando um pouco ao sentir a mão de Camus emsua nuca o obrigando a baixar mais até que seu rosto estivesse colado contra o colchão, Milonão reclamou e esperou com certa ansiedade o que viria a seguir.


— Sabe Milo... Eu sempre me perguntei como seria te conter um pouquinho e brincar com seucorpo usando meu cosmos... — O timbre dele voltou a ficar calmo e calculista fazendo com que o cavaleiro de escorpião entrasse cada vez mais no clima sensual que o namorado estava estabelecendo.— Eu sempre quis saber que tipo de sons você faria quando sentisse meusvdedos de torturando e brincando do jeito que eu quisesse com esse seu corpo tão quente.


Restou ao escorpiano calar a boca e imaginar tudo aqui sabendo que não demoraria para ele realmente sentir cada uma daquelas sensações. Sem perder a calma, Camus escorregou sua mão devagar por toda coluna do namorado deixando que seu cosmos esfriasse sua palma causando uma reação muito interessante em Milo.


Antes mesmo de sua mão chegar às nádegas de Milo, ele já tinha o membro duro e respirava desregulamente. O cavaleiro de aquário não evitou o sorriso que começou a nascer em seu rosto, ainda se aproveitando da calma que tinha ele mudou a posição de sua mão para que seus dedos indicador e médio acariciassem a entrada até então intocada de seu namorado.


O gemido surpreso de Milo atiçou ainda mais o aquariano para avançar com os toques descendo-os para o períneo, bolas e então tocar o membro cheio e quente dele. Céus, aquelegemido longo fez suas calças ficarem muito apertadas.


— Isso mesmo Milo, sinta cada toque meu. Feche esses lindos olhos e sinta minhas mãostocando cada pedacinho do seu corpo.


Rapidamente ele obedeceu e ainda presenteou os ouvidos de Camus com um gemido muitoexcitante. Camus abandonou o corpo de Milo para que pudesse se livrar de suas próprias roupas, então ele se sentou atrás da bunda bem levantada em frente ao seu rosto, suas mãos ainda geladas tocaram, em ambas as nádegas, a junção da bunda e das coxas para então as apertar.


Camus sabia que o silêncio naquele momento era fundamental, porquê deixaria Milo ansioso pelo que viria a seguir, ainda mais que ele não poderia olhar para o que ele estava fazendomesmo que abrisse os olhos.


Camus abriu sem muita delicadeza as nádegas de Milo para expor a entrada dele para si, sem perder tempo, o cavaleiro de aquário se rendeu ao desejo que tinha há muito tempo e sededicou a lamber energeticamente toda a área das bolas até o ânus do namorado com sua língua se movendo furiosamente fazendo com que o corpo alheio começasse a se contorcer e se mover cada vez mais na direção de seu rosto.


Naquele momento Camus aproveitou para soltar uma de suas mãos e enfiar dois dedos da maneira mais delicada que conseguia pra dentro do namorado muito mais relaxado agora.


— Por Atena, Camus!


O cavaleiro deu um sorriso e começou a estimular com mais fervor a próstata de Milo que com certeza estava se sentido terrivelmente quente, Camus conseguia sentir o cosmos do escorpiano se agitando deliciosamente com suas carícias.


— Isso mesmo meu amor, me chame.


Então ele colocou o terceiro dedo ao mesmo tempo que deixou uma mordida forte na nádega esquerda, seus dedos começaram a se abrir e fechar dentro do corpo quente de Milo. E não perdeu tempo em soltar a mão esquerda e a usar para envolver a glande do membro negligenciado do namorado.


Ele esperava que seria intenso aquele tipo de transa com Milo que era sempre tão calmo edelicado, mas a realidade... Santa Atena, a realidade sequer chegava aos pés do que ele esperava.


Os sons que saíam da boca de Milo... As reações de seu corpo por conta dos seus toques...Até mesmo a respiração irregular do namorado estava o enlouquecendo.


— Me desculpe, eu queria muito brincar mais, mas não aguento mais.


— Oh, finalmente! — Disse o escorpiano em um tom necessitado que não lhe era nem um pouco usual.


Milo esperava que Camus o fodesse naquela posição, por isso se assustou quando teve sua coxa direita segurada e então sentiu seu corpo ser girado sobre a cama para que ele ficasse debarriga para cima.


— Ah, não me olhe assim, acha mesmo que eu perderia a oportunidade de ver você gozar embaixo de mim? Jamais.


Milo não sabia de onde estava vindo a vergonha que fez suas bochechas corarem. No entanto, lá estava ele corado e encarando as lumes que brilhavam de desejo por si. Ele respirou fundo e sorriu para ele.


— Vai Camus... Por favor...


— Com um pedido desses...


O cavaleiro de aquário agilmente posicionou seu membro na entrada do namorado e foi sepressionando devagar para vencer com a maior delicadeza que conseguia naquele momento. Segurar seu orgasmo foi realmente uma das coisas mais difíceis que ele teve que fazer, ainda mais com o rosto de Milo se contorcendo de prazer tão perto de si e saber que ele era a causa daquilo estava elevando seu ego em um nível que ele definitivamente não estava acostumadoe que ao mesmo tempo era tão viciante.


Eles demoraram um pouco, mas logo o ritmo constante das estocadas se estabeleceu. Foi meio enlouquecedor — talvez muito — tirar aquela calma característica que Milo sempre carregava consigo. Ver os olhos deles se apertarem, a boca se abrir em um gemido mudo e as costas se elevarem da cama enquanto sentia o interior do escorpiano o apertando daquele jeito alucinante ao redor de seu pênis. Rapidamente ele segurou as mãos ainda presas à algema de gelo e encaixou o membro de Milo entre as mãos e a algema gelada deixando que o movimento dos seus corpos fizesse o restante do trabalho.


Camus não tinha a menor dúvida que o namorado estava curtindo muito aquele momento. Por isso ele colocou a mão sobre o pescoço dele restringindo o ar de Milo momentos antes do cavaleiro começar a gozar.


O ápice do instante foi intenso o suficiente para espirrar as gotas esbranquiçadas na bochecha de Milo que tinha expressão linda de plenitude, aquilo foi o que Camus precisou para se liberar dentro do namorado apertando com força o lençol.


Camus deixou seu corpo cair por cima do de Milo e ambos ficaram naquela posição até que o corpo parou de tremer com os efeitos do pós-orgasmo. Então, ele se levantou e com cuidado saiu de dentro do corpo quente, também soltando as mãos dele e então se deitou do lado vazio da cama para então puxar Milo para se acomodar perto enquanto ele distribuía um carinho emsuas costas.


— Está tudo bem? — Questionou Camus surpreso pelo longo silêncio do namorado.


— Sim... É só que... Uau... O que foi isso?


— Então pelo visto você gostou...


— Olha só: Gostar foi pouco. Você tem que fazer isso mais vezes Camus. Sério... Foi tão... Oh minha Atena...


A risada suave e fofa de Camus preencheu o cômodo enquanto ele puxava mais o corpo do namorado contra si, o abraçando. E ainda virou o rosto para deixar um beijo na testa do mesmo que tinha uma expressão tão plena e pura no rosto que arrancou um sorriso satisfeito de si.


— Podemos conversar sobre isso depois, que tal você dormir agora? Eu sei que você deve estar bem cansado.


Apenas um barulho baixo feito com a garganta dele foi sua resposta o que obviamente era uma evidência que Milo estava mais pra lá que pra cá.


Dando um último sorriso, Camus puxou o cobertor esquecido na ponta da cama e os cobriu para então seguir o namorado e se render ao sono que fazia seus olhos pesarem.

7. Juni 2020 18:44:56 0 Bericht Einbetten Follow einer Story
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Das Ende

Über den Autor

𝙺𝚊𝚠𝚊 (カワ)☀️💜 Uma pessoa intensa que gosta de histórias intensas. Histórias também encontradas nos sites Spirit, Wattpad, Fanfiction.net e Ao3. Ele/Elu

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